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Tradições Navais - FN

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Title of test:
Tradições Navais - FN

Description:
memento

Author:
AVATAR

Creation Date:
13/01/2022

Category:
Others

Number of questions: 17
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Content:
Assinale V ou F. ( )Todos os militares, quer a bordo, quer em terra, em serviço ou não , não devem proceder de acordo as normas de boa educação civil e militar e com os bons costumes, de modo a honrar e preservar as tradições da Marinha ( )O Comandante é a autoridade suprema de bordo. O Imediato é o oficial cuja autoridade se segue, em qualquer caso, à do Comandante. É, portanto, o substituto temporário do Comandante. ( )A gente de bordo compõe-se do Comandante e da Tripulação. O Imediato e os demais oficiais constituem a oficialidade. As praças constituem a guarnição. ( )A saudação entre militares é a continência. Ela é uma reminiscência do antigo costume que tinham os combatentes romanos, metidos em suas armaduras, levarem a mão direita à têmpora para suspender a viseira e permitir a sua identificação, ao serem inspecionados por um superior. ( )Todos que entram a bordo obrigatoriamente saúdam o oficial de quarto e pedem licença para entrar a bordo. Da mesma forma, para retirar-se de bordo, qualquer pessoa deve obter permissão do oficial de quarto e dele se despedir. F F V F F F V V F V V F V F V F V F V F F F F F V.
É o corpo do navio sem levar em consideração os mastros, aparelhos e outros acessórios. Não possui uma forma geométrica única, sendo sua principal característica ter um plano de simetria (plano diametral), que se imagina passar pelo eixo da quilha, dividindo-o, verticalmente, em duas partes no sentido do comprimento. Casco Quilha Cavernas Costado Anteparas.
É a peça estrutural básica do casco do navio, disposta na parte mais baixa do seu plano diamentral, em quase todo o seu comprimento. É considerada a "espinha dorsal" do navio. Quilha casco tijupá tomabilho Costado.
São assim chamadas as peças curvas que se fixam transversalmente à quilha do navio e que servem para dar forma ao casco e sustentar o chapeamento exterior. Cavernas quilha casco costado tiupá.
É a parte do forro exterior do casco situada entre a borda e a linha de flutuação a plena carga. Costado tijupá Casco Quilha Convés principal.
São as separações verticais que subdividem, em compartimentos, o espaço interno do casco, em cada pavimento. Anteparas Casco costado quilha Cavernas.
São as duas partes simétricas em que o casco é dividido pelo plano diametral. Boreste (BE) é a parte à direita, e bombordo (BB) à esquerda, supondo-se o observador situado no plano diametral e olhando para a proa Bordos Lados Anteparas Costados Cascos.
É a denominação atribuída aos pavimentos com que o navio é dividido no sentido da altura. O primeiro pavimento contínuo de proa a popa, contando de cima para baixo, que é descoberto em todo ou em parte, tem o nome de convés principal. Abaixo do convés principal, os conveses são designados da seguinte maneira: segundo convés, terceiro convés, etc. Eles também podem ser chamados de cobertas. Um convés parcial, acima do principal, é chamado convés da superestrutura. Convés Casco Quilha Costado Convés de Vôo .
É a construção feita sobre o convés principal, estendendo-se ou não de um bordo a outro, e cuja cobertura é, em geral, ainda, um convés. Superestrutura tombadilho tijupá Costado Casco.
É a existente a meia-nau. Nela normalmente são encontrados dois importantes conveses: o tijupá, convés geralmente aberto e mais elevado do navio, onde é instalada a agulha magnética padrão e outros instrumentos que não devem ficar cobertos; imediatamente abaixo do tijupá, encontra-se o passadiço, pavimento dispondo de uma ponte (passagem) na direção de BB a BE, de onde o Comandante dirigi a manobra do navio e onde permanece o oficial de quarto. Superestrutura central Convés Principal Superestrutura Casco Cavernas.
É o espaço entre o convés mais baixo e o fundo do navio. Nos navios transporte, ele é, também, o compartimento estanque onde se acondiciona a carga. Porão Baileu Casco quilha Anteparas.
É um pavimento parcial abaixo do último pavimento contínuo, isto é, no espaço do porão. Nele fazem-se paióis ou outros compartimentos semelhantes. É, também, uma expressão naval utilizada para designar a prisão a bordo. Essa acepção decorre do fato de, na Marinha antiga, tais prisões ficarem situadas no bailéu dos navios. Bailéu Porão Convés quilha Anteparas.
É talvez a palavra mais usual na Marinha. Serve para tudo que está correndo bem ou que faz correr as coisas bem: “oficial safo”, “marinheiro safo”. “A faina está safa”. “Consegui safar o navio do banco de areia”. “A entrada é safa, pode demandar: não há obstáculos”. Safo onça Safa-onça Pegar Caverna mestra.
É o contrário de estar safo. Significa entravar, não conseguir andar direito. Pegar Onça Safo safa onça caverna mestra.
Também de grande uso. É dificuldade Onça Safo safa onça Caverna mestra pegar.
É a combinação das duas expressões anteriores. Significa salvação Safa onça safo Onça Boia de espera Caverna mestra.
Oficial ou praça que, por achar-se há muito tempo no navio e ser dedicado às coisas de bordo, torna-se profundo conhecedor dos problemas e peculiaridades do mesmo. Caverna mestra Suboficial Mor pegar onça safa onça.
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