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1)Avaliação do Saresp-2005-Leitura, 5ª série do EF, tarde

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Title of test:
1)Avaliação do Saresp-2005-Leitura, 5ª série do EF, tarde

Description:
Avaliação de competência leitora

Author:
AVATAR

Creation Date:
15/10/2013

Category:
Languages

Number of questions: 27
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Content:
Todo texto apresentará, no mínimo, quatro questões de múltipla escolha. Há apenas UMA alternativa correta, portanto, leia atenciosamente TUDO antes de responder as questões. BOA PROVA!.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: – Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44. Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe colocou-o de castigo. deixou-o sem sobremesa levou-o ao médico. proibiu-o de jogar futebol.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: – Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44. A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele machucou-se no pátio da escola. contava histórias criativas. desistiu de jogar futebol. queixou-se do médico.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: – Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44. A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à fábula dos dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. história do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola. passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador. imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: – Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44. O parecer do médico “Este menino é mesmo um caso de poesia”, sugere que Paulo agia dessa forma pelo excesso de castigo. brincava com coisas verdadeiras. era um menino imaginativo e criativo. estava precisando do carinho familiar.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: – Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44. Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse brincando. sonhando. mentindo. teimando.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: – Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44. O texto sugere que mentira e teimosia andam juntos. mentira e fantasia são sinônimos. mentira e sonho parecem brincadeiras. mentira e imaginação são diferentes.
A LUA NO CINEMA A lua foi ao cinema, passava um filme engraçado, a história de uma estrela que não tinha namorado. Não tinha porque era apenas uma estrela bem pequena, dessas que, quando apagam, ninguém vai dizer, que pena! Era uma estrela sozinha, ninguém olhava pra ela, e toda a luz que tinha cabia numa janela. A lua ficou tão triste com aquela história de amor, que até hoje a lua insiste: Amanheça, por favor! LEMINSKI, Paulo. A lua no cinema. In: AGUIAR, Vera (Coord.). Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 2002. v. 2, p. 77. De acordo com o poema “A lua no cinema”, a estrela era pequena e solitária. parecia grande na janela. tinha um namorado apaixonado. viveu uma bela história de amor.
A LUA NO CINEMA A lua foi ao cinema, passava um filme engraçado, a história de uma estrela que não tinha namorado. Não tinha porque era apenas uma estrela bem pequena, dessas que, quando apagam, ninguém vai dizer, que pena! Era uma estrela sozinha, ninguém olhava pra ela, e toda a luz que tinha cabia numa janela. A lua ficou tão triste com aquela história de amor, que até hoje a lua insiste: Amanheça, por favor! LEMINSKI, Paulo. A lua no cinema. In: AGUIAR, Vera (Coord.). Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 2002. v. 2, p. 77. O último verso “– Amanheça, por favor!” sugere que a lua achou o filme da estrela que tinha namorado engraçado. acreditava que a estrela era pequena e sem graça. desejava esquecer a história da estrela solitária. gostava mais do dia do que da noite.
A LUA NO CINEMA A lua foi ao cinema, passava um filme engraçado, a história de uma estrela que não tinha namorado. Não tinha porque era apenas uma estrela bem pequena, dessas que, quando apagam, ninguém vai dizer, que pena! Era uma estrela sozinha, ninguém olhava pra ela, e toda a luz que tinha cabia numa janela. A lua ficou tão triste com aquela história de amor, que até hoje a lua insiste: Amanheça, por favor! LEMINSKI, Paulo. A lua no cinema. In: AGUIAR, Vera (Coord.). Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 2002. v. 2, p. 77. O texto ”A lua no cinema” é um poema por usar orações. períodos. parágrafos. versos.
A LUA NO CINEMA A lua foi ao cinema, passava um filme engraçado, a história de uma estrela que não tinha namorado. Não tinha porque era apenas uma estrela bem pequena, dessas que, quando apagam, ninguém vai dizer, que pena! Era uma estrela sozinha, ninguém olhava pra ela, e toda a luz que tinha cabia numa janela. A lua ficou tão triste com aquela história de amor, que até hoje a lua insiste: Amanheça, por favor! LEMINSKI, Paulo. A lua no cinema. In: AGUIAR, Vera (Coord.). Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 2002. v. 2, p. 77. Da leitura do poema percebe-se que a estrela era um astro insignificante. era uma artista engraçada. tinha inveja da lua. tinha uma história feliz.
A LUA NO CINEMA A lua foi ao cinema, passava um filme engraçado, a história de uma estrela que não tinha namorado. Não tinha porque era apenas uma estrela bem pequena, dessas que, quando apagam, ninguém vai dizer, que pena! Era uma estrela sozinha, ninguém olhava pra ela, e toda a luz que tinha cabia numa janela. A lua ficou tão triste com aquela história de amor, que até hoje a lua insiste: Amanheça, por favor! LEMINSKI, Paulo. A lua no cinema. In: AGUIAR, Vera (Coord.). Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 2002. v. 2, p. 77. O poema trata da solidão. da tristeza. da amizade. do ciúme.
PROCURA-SE! Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau! O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos. Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos. É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos. Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução. O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos. O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre. FONSECA, Lorena C.N; ALVES, Maria Alice. Procura-se! Ciência Hoje para Crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul. de 2005. O balança-rabo-canela é um beija-flor que pesa apenas nove gramas. põe ovos o ano inteiro. possui uma lista branca nas asas. tem as costas cor de bronze.
PROCURA-SE! Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau! O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos. Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos. É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos. Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução. O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos. O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre. FONSECA, Lorena C.N; ALVES, Maria Alice. Procura-se! Ciência Hoje para Crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul. de 2005. Em “Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho”, o termo destacado refere-se a brotos em geral. colibris pequenos. grãos de pólen. insetos comestíveis.
PROCURA-SE! Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau! O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos. Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos. É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos. Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução. O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos. O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre. FONSECA, Lorena C.N; ALVES, Maria Alice. Procura-se! Ciência Hoje para Crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul. de 2005. O balança-rabo-canela, DEPOIS de sugar o néctar, alimenta-se de insetos variados. auxilia as fêmeas na criação dos filhotes. contribui para a reprodução das flores. cuida dos filhotes por quase um mês.
PROCURA-SE! Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau! O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos. Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos. É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos. Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução. O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos. O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre. FONSECA, Lorena C.N; ALVES, Maria Alice. Procura-se! Ciência Hoje para Crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul. de 2005. Os beija-flores estão ameaçado de extinção porque comem até oito vezes o seu próprio peso. o ambiente em que eles vivem está sendo destruído. gastam muita energia para voar. têm de lutar constantemente por seus recursos.
PROCURA-SE! Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau! O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos. Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos. É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos. Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução. O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos. O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre. FONSECA, Lorena C.N; ALVES, Maria Alice. Procura-se! Ciência Hoje para Crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul. de 2005. O texto “Procura-se!” informa sobre o perigo de extinção dos beija-flores chamados de “balança-rabo- canela”. inventa algumas características sobre os beija-flores chamados de “balança-rabo- canela”. traz um relato de experiência científica com os beija-flores chamados de “balança- rabo-canela”. anuncia que alguém está procurando beija-flores chamados de “balança-rabo-canela” para comprar.
PROCURA-SE! Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau! O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos. Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos. É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos. Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução. O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos. O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre. FONSECA, Lorena C.N; ALVES, Maria Alice. Procura-se! Ciência Hoje para Crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul. de 2005. A questão central tratada no texto é a preservação dos beija-flores. a reprodução de animais silvestres. o crescimento das cidades. o hábito alimentar das aves.
FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO É A MAIOR DO ESTADO A 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, que começa hoje e vai até o dia 18, deverá reunir cerca de 300 escritores no centro do município do interior paulista. O evento é um dos maiores do País e a meta da organização é repetir os números de 2004: cerca de 290 mil visitantes e venda de 342 mil livros. Como neste ano São Paulo não teve a sua Bienal Internacional, a feira de Ribeirão Preto, uma das maiores do mundo a céu aberto, torna-se a maior do Estado. Um dos destaques deste ano é a presença da escritora Nélida Piñon, a primeira brasileira a ganhar o Prêmio Príncipe das Astúrias das Letras. Ela estará no Salão de Idéias no domingo, dia 11, às 19 horas, no Anfiteatro da Biblioteca Padre Euclides. A feira começa oficialmente hoje, às 19 horas, e estará aberta nos demais dias das 9 às 21 horas, nas Praças XV de Novembro e Carlos Gomes. A patrona deste ano é Lucília Junqueira de Almeida Prado e as homenagens serão para o Estado de Pernambuco e para a Espanha. A escritora Clarice Lispector, que completaria 85 anos de nascimento este ano, também será homenageada. HENRIQUE, Brás. Feira do Livro de Ribeirão Preto é a maior do Estado, O Estado de S. Paulo, São Paulo, 9 set. 2005. Caderno 2, p. D4. O patrono da 5ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto é Clarice Lispector. Carlos Gomes. Lucília Junqueira de Almeida Prado. Padre Euclides.
FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO É A MAIOR DO ESTADO A 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, que começa hoje e vai até o dia 18, deverá reunir cerca de 300 escritores no centro do município do interior paulista. O evento é um dos maiores do País e a meta da organização é repetir os números de 2004: cerca de 290 mil visitantes e venda de 342 mil livros. Como neste ano São Paulo não teve a sua Bienal Internacional, a feira de Ribeirão Preto, uma das maiores do mundo a céu aberto, torna-se a maior do Estado. Um dos destaques deste ano é a presença da escritora Nélida Piñon, a primeira brasileira a ganhar o Prêmio Príncipe das Astúrias das Letras. Ela estará no Salão de Idéias no domingo, dia 11, às 19 horas, no Anfiteatro da Biblioteca Padre Euclides. A feira começa oficialmente hoje, às 19 horas, e estará aberta nos demais dias das 9 às 21 horas, nas Praças XV de Novembro e Carlos Gomes. A patrona deste ano é Lucília Junqueira de Almeida Prado e as homenagens serão para o Estado de Pernambuco e para a Espanha. A escritora Clarice Lispector, que completaria 85 anos de nascimento este ano, também será homenageada. HENRIQUE, Brás. Feira do Livro de Ribeirão Preto é a maior do Estado, O Estado de S. Paulo, São Paulo, 9 set. 2005. Caderno 2, p. D4. No trecho “o evento é um dos maiores do País”, o termo destacado refere-se à Bienal Internacional do Livro de São Paulo. à 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. ao Estado de Pernambuco e à Espanha. ao Prêmio Príncipe das Astúrias das Letras.
FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO É A MAIOR DO ESTADO A 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, que começa hoje e vai até o dia 18, deverá reunir cerca de 300 escritores no centro do município do interior paulista. O evento é um dos maiores do País e a meta da organização é repetir os números de 2004: cerca de 290 mil visitantes e venda de 342 mil livros. Como neste ano São Paulo não teve a sua Bienal Internacional, a feira de Ribeirão Preto, uma das maiores do mundo a céu aberto, torna-se a maior do Estado. Um dos destaques deste ano é a presença da escritora Nélida Piñon, a primeira brasileira a ganhar o Prêmio Príncipe das Astúrias das Letras. Ela estará no Salão de Idéias no domingo, dia 11, às 19 horas, no Anfiteatro da Biblioteca Padre Euclides. A feira começa oficialmente hoje, às 19 horas, e estará aberta nos demais dias das 9 às 21 horas, nas Praças XV de Novembro e Carlos Gomes. A patrona deste ano é Lucília Junqueira de Almeida Prado e as homenagens serão para o Estado de Pernambuco e para a Espanha. A escritora Clarice Lispector, que completaria 85 anos de nascimento este ano, também será homenageada. HENRIQUE, Brás. Feira do Livro de Ribeirão Preto é a maior do Estado, O Estado de S. Paulo, São Paulo, 9 set. 2005. Caderno 2, p. D4. A notícia jornalística apresenta as informações na seguinte ordem: a 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto começa hoje; a meta da organização é repetir os números de 2004; serão homenageados o Estado de Pernambuco e a Espanha. a 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto começa hoje; serão homenageados o Estado de Pernambuco e a Espanha; a meta da organização é repetir os números de 2004. a meta da organização é repetir os números de 2004; a 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto começa hoje; serão homenageados o Estado de Pernambuco e a Espanha. a meta da organização é repetir os números de 2004; serão homenageados o Estado de Pernambuco e a Espanha; a 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto começa hoje.
FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO É A MAIOR DO ESTADO A 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, que começa hoje e vai até o dia 18, deverá reunir cerca de 300 escritores no centro do município do interior paulista. O evento é um dos maiores do País e a meta da organização é repetir os números de 2004: cerca de 290 mil visitantes e venda de 342 mil livros. Como neste ano São Paulo não teve a sua Bienal Internacional, a feira de Ribeirão Preto, uma das maiores do mundo a céu aberto, torna-se a maior do Estado. Um dos destaques deste ano é a presença da escritora Nélida Piñon, a primeira brasileira a ganhar o Prêmio Príncipe das Astúrias das Letras. Ela estará no Salão de Idéias no domingo, dia 11, às 19 horas, no Anfiteatro da Biblioteca Padre Euclides. A feira começa oficialmente hoje, às 19 horas, e estará aberta nos demais dias das 9 às 21 horas, nas Praças XV de Novembro e Carlos Gomes. A patrona deste ano é Lucília Junqueira de Almeida Prado e as homenagens serão para o Estado de Pernambuco e para a Espanha. A escritora Clarice Lispector, que completaria 85 anos de nascimento este ano, também será homenageada. HENRIQUE, Brás. Feira do Livro de Ribeirão Preto é a maior do Estado, O Estado de S. Paulo, São Paulo, 9 set. 2005. Caderno 2, p. D4. Das alternativas abaixo aquela que indica uma opinião é “a feira começa oficialmente hoje, às 19 horas”. “A 5a Feira deverá reunir cerca de 300 escritores”. “a 5a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto vai até o dia 18”. “Nélida Piñon estará no Salão de Idéias no domingo”.
A menina loirinha, amiga de Chiquinha, quer aprender a cozinhar muito bem. comer doces variados. cozinhar para seus amigos. seguir o modelo da mãe.
A amiga de Chiquinha faz vários pratos porque a amiga aprecia doces. a sua mãe a ensinou. os pratos são fáceis de fazer. os doces agradam a todos.
Ao pronunciar “mmm”, Chiquinha expressa a sua aprovação. gulodice. fome. crítica.
Na tira, os balões servem para apresentar as falas das personagens. as impressões das duas meninas. os pensamentos das duas amigas. os sentimentos das meninas.
Da leitura da tira, entende-se que Chiquinha pretende continuar provando dos quitutes da amiga. ensinar algumas receitas à amiga. seguir o exemplo da amiga. ser uma dona-de-casa como a amiga.
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