GRUPO 1 - ESS / 1-25
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Title of test:
![]() GRUPO 1 - ESS / 1-25 Description: Matéria Emergência e Segurança |



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A emergência em que há tempo hábil para se determinar a posição que minimiza os efeitos do impacto sobre os passageiros denomina-se: acidental . preparada. provocada. despreparada. Despressurização significa: um local cuja pressão interna é zero. entrada forçada do ar para um meio de maior pressão. a saída do ar de um meio de menor para um de maior pressão. a saída do ar de um meio de maior para um de menor pressão. O oxigênio terapêutico (máscara oro-nasal) tem como finalidade: servir de proteção no combate ao fogo. atender passageiros que estejam com parada circulatória. atender passageiros e tripulantes com insuficiência respiratória. proteger tripulantes que estejam em áreas com fumaça e/ou gases tóxicos. O conjunto de sobrevivência no mar é um equipamento obrigatório para aeronaves que efetuam vôos: costeiros . regionais. domésticos. transoceânicos. Assinale a alternativa mais correta, com relação ao uso dos megafones existentes a bordo: somente em casos de falha no sistema P.A. em comunicação entre um bote e outro, em pouso no mar. somente em situações de emergência, em pouso na selva. em pane no sistema P.A. e para orientar os passageiros em pousos de emergência. Durante o vôo, cheques nos toaletes e monitoramento da cabine de passageiros, devem ser feitos frequentemente, como medida de: relações públicas. rotina e segurança. observação aos passageiros. prevenção do pânico em emergência. No caso de um pouso de emergência, para se evitar ferimentos, todo material solto na cabine deve ser recolhido e guardado: nos toaletes, travando-os. atrás das últimas poltronas. sob as poltronas dos passageiros. nos compartimentos dos equipamentos de emergência. Nos fatores citados abaixo, identifique o que não determina a necessidade de um pouso de emergência: sabotagem. morte de passageiro a bordo. perda total da força elétrica. perda de combustível por vazamento. Quando ocorre falha no sistema normal de iluminação é acionado automaticamente um sistema de emergência. Neste caso, na maior parte das aeronaves há, externamente, iluminação: na asa e na empenagem. junto às saídas principais e na empenagem. na asa e junto as saídas de serviço, apenas. junto às saídas principais e de serviço e nas áreas sobre a asa. As aeronaves, em caso de despressurização, estão equipadas com: maletas contendo máscaras CAF. maletas contendo oxigênio portátil. um sistema fixo de oxigênio (PSU). um sistema secundário com máscara full-face. Os equipamentos auxiliares de evacuação, para a homologação das portas como saídas de emergência, são os(as): escadas. escorregadeiras infláveis. cordas de escape. barcos salva-vidas. Qualquer passageiro que estiver recebendo oxigênio terapêutico por tempo prolongado, sofrerá um ressecamento no rosto e nas mucosas. Para minimizar os efeitos deste ressecamento, deve-se: aplicar qualquer substância gordurosa no rosto. ministrar oxigênio apenas por vinte minutos e solicitar orientação de um médico a bordo. dar um copo de água a cada dez minutos para umidificação da área verificando a necessidade de continuar a aplicação de oxigênio. promover a cada dez minutos a umidificação da área verificando a necessidade de continuar a aplicação de oxigênio. Em uma situação de emergência real, a instrução que deverá ser dada aos passageiros, em relação a utilização dos coletes salva-vidas, orienta para que estes sejam inflados: após o pouso, dentro da aeronave. com os passageiros sentados em seus lugares, antes do pouso. quando os passageiros estiverem de pé no corredor. na soleira da porta ou sobre a asa, antes de abandonar a aeronave. Durante uma turbulência os comissários devem: efetuar o serviço de bordo normalmente. circular pelo corredor para ver se está tudo bem. ficar em seus assentos com os cintos afivelados. ficar em seus assentos sem colocar o cinto de segurança. Indique o momento e o local em que o uso de cigarros é expressamente proibido: somente nos toaletes e corredores da aeronave. apenas nas áreas de não fumantes e durante as decolagens. no solo, nos toaletes e durante os pousos ou turbulências. em todas as fases do vôo, no solo e nas escalas. Visando a segurança dos passageiros, ao serem comunicados que passarão por turbulência, os comissários adotam alguns procedimentos: guardam as bagagens de mão nos toaletes e suspendem os serviço de bordo. orientam os passageiros para que atem os cintos de segurança e reclinem a cadeira. suspendem o serviço de bordo, travam os compartimentos da galley e avisam aos passageiros. travam os compartimentos da galley, verificam se todas as portas de emergência estão fechadas e os cintos de segurança atados. Num pouso de emergência em terra, ao chegar a operatividade da saída de emergência de sua responsabilidade, o comissário verifica que a mesma está emperrada. O seu procedimento a seguir deverá ser: permanecer junto a saída e redirecionar os pax para a mais próxima operativa. segurar as alças da porta, para não ser retirada a força,. gritar "para trás, porta emperrada" abandonar sua saída e ir ajudar um colega na saída operativa mais próxima. ir até ao cockpit e solicitar para o comandante ou co-piloto ajudarem abrir a porta emperrada. Ao verificar os equipamentos de sobrevivência no pré-vôo, o comissário deverá ter em mente que a relação quantidade de kit/pax deverá ser: 1 para cada 50 pax, desprezando-se as frações. 1 para cada 20 pax, desprezando-se as frações. 1 para cada 25 pax, desprezando-se as frações. 21 para cada 50 pax. Para que o comissário possa atuar com sucesso em uma situação de emergência deve-se antes de tudo estar familiarizado com: toda tripulação. os equipamentos de combate a incêndio. os equipamentos de emergência disponíveis a bordo. as saídas de emergência. O sistema de oxigênio fixo existente na aeronave é dividido em: a) um para cada tripulante. b) um para cada tripulante de cabine de comando. c) dois, sendo um para a cabine de comando e um para a cabine de passageiros. d) dois, sendo um para a cabine de comando e um para a galley traseira. Quando ocorrer qualquer incidente na cabine de passageiros é dever do comissário: avisar aos passageiros para manterem-se calmos. avisar o comissário supervisor. ficar quieto e esperar que a situação fique calma. avisar o comandante e manter os pax sob controle. Preparando-se para um pouso de emergência, os comissários deverão verificar: posição de impacto dos passageiros. posição de impacto dos tripulantes. extintores de incêndio. pax com cintos atados, mesinhas travadas, encostos das poltronas na posição vertical. Nos lavatórios das aeronaves, sob a pia, há: smoke system. circuit-breaker. extintores de gás freon. extintores de gás neon. A posição de impacto que o comissário deve adotar num pouso de emergência, estando sentado de frente para o nariz da aeronave é: pescoço pressionado para trás. cabeça para frente e queixo tracionado contra o pescoço. braços cruzados e cabeça fletida para trás. cinto de inércia, braços cruzados e cabeça baixa. A existência de uma máscara de oxigênio a mais na unidade de serviço de passageiro (PSU) é: para atender paxs/trips em caso de insuficiência respiratória. para ser utilizada em caso de fumaça intensa na cabine pelo comissário. caso haja um colo ou para o comissário numa situação de despressurização. para atender paxs que estejam em macas e precisem de oxigênio durante todo o vôo. |





