GRUPO 1 - ESS / 51-75
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![]() GRUPO 1 - ESS / 51-75 Description: Matéria Emergência e Segurança |



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A dinâmica de impacto em pouso ou decolagem será verificada a operatividade da saída e: abrir a porta e gritar para que os paxs saltem e escorreguem. aguardar comunicação de outro tripulante para abrir a porta. abrir a porta e aguardar ordem para desembarcar os paxs. abrir a porta, inflar escorregadeira, gritar para que os paxs saltem. Para melhor acomodação das bagagens de mão dos passageiros, em situação normal, e como prevenção contra uma possível emergência, as bagagens de mão devem ser acomodadas: em um espaço reservado ao lado do galley. bdentro dos toaletes, em um compartimento no teto. nos compartimentos apropriados sobre as poltronas e dentro dos toaletes. embaixo da poltrona à frente do passageiro e nos compartimentos apropriados (gaveteões). Em uma evacuação, constatando-se que uma saída não deve ser aberta por haver condições externas adversas, o comissário responsável pela mesma deverá: solicitar instruções ao chefe de equipe. baguardar instruções da cabine de comando. permanecer junto à saída em questão e direcionar os passageiros. dirigir-se a outra saída de emergência, solicitando que os passageiros o acompanhem. De acordo com o RBHA-121, as aeronaves com capacidades para até 180 passageiros, deverão possuir a bordo, para casos de emergência, conjuntos de primeiros socorros em número de: 1. 2. 3. 4. As saídas de emergência com coeficiente de evacuação de 30-40 pax em 90 segundos, são as saídas tipo: I. II. III. IV. Nos toaletes, como sistema preventivo de fogo, existe um dispositivo em seu interior. Indique-o abaixo: aviso luminoso. capuz antifumaça. detector de fumaça. espelho com iluminação de alarme. A sequência correta para uma pessoa abandonar aeronave através das janelas de emergência da cabine de comando é passar, inicialmente: as pernas e depois o restante do corpo. os braços, a parte superior do tronco e finalmente as pernas. cabeça, a parte superior do tronco e por último as duas pernas. uma das pernas, a cabeça, a parte superior do tronco e por fim a outra perna. Nas aeronaves equipadas com escorregadeiras, o instante adequado para armá-las será no momento em que: os motores forem acionados. o comissário da estação terminar os cheques previstos. as portas forem fechadas, antes da partida dos motores. o chefe de equipe informar a tripulação, através do interfone. Na maioria das aeronaves, o equipamento auxiliar de evacuação existente nas janelas de emergência, tanto na cabine de comando quanto na cabine principal, são os(as): coletes salva-vidas. cordas ou tiras de escape rápido. escadas de corda com madeira. escorregadeiras ou rampas infláveis. Havendo necessidade de utilização de botes ou escorregadeiras-barco, o equipamento de sobrevivência no mar localiza-se: no compartimento junto à galley. nas estações dos comissários. no próprio bote. em local de fácil acesso. Os botes salva-vidas ou escorregadeiras-barco e os equipamentos individuais de flutuação são obrigatórios para aeronaves que efetuam vôos: costeiros. regionais. domésticos. transoceânicos. No cheque pré-vôo do extintor de gás freon verifica-se: lacre e validade. bmanômetro, lacre e validade. porta corta fogo fechada. lacre e manômetro faixa verde. Quando houver falha no sistema normal de iluminação, nas aeronaves em geral, ocorrerá que: um sistema secundário será acionado. os faróis da aeronave serão acesos automaticamente. imediatamente todas as luzes de leitura serão acesas. as luzes de emergência serão acesas automaticamente. No caso do cinto de segurança não ser suficiente para travar ao redor da cintura do pax, o comissário deverá: comunicar ao comandante e o pax é liberado do seu uso. informar ao despacho de terra que o acomodará em outra aeronave. providenciar um cinto extensor. avisar ao comandante e o pax será acomodado na cabine de comando no jump seat. As saídas que, normalmente, oferecem maiores restrições numa evacuação de emergência em terra são: portas traseiras. bportas dianteiras. janelas sobre as asas. saídas do lado direito. Em locais com fumaça ou gases, os itens necessários para o combate a focos de incêndio, além do extintor adequado e luvas de amianto, são: máscara full-face ou sistema fixo de oxigênio. sistema fixo de oxigênio e óculos contra fumaça. cilindro de oxigênio com máscara oro-nasal e C.A.F. cilindro de oxigênio com máscara full-face ou C.A.F. O colete salva-vidas, em adultos, deve ser ajustado: nos ombros e na cintura. entre as pernas e na cintura. nos ombros e entre as pernas. entre as pernas e nos braços. Havendo vazamento de pressão por uma das portas da aeronave, o comissário deve: evacuar a cabine. colocar panos úmidos. avisar ao comandante e retirar paxs da area. sentar e colocar o cinto. Na eventualidade de se promover o embarque ou desembarque dos passageiros com um dos motores em funcionamento, em qualquer tipo de aeronave, deve-se: aguardar a autorização da manutenção. adotar os procedimentos de uma operação normal. impedir o embarque ou o desembarque pelas portas traseiras. direcionar os passageiros para o lado oposto do motor em questão. Havendo uma despressurização da cabine, as máscaras do sistema fixo de oxigênio ficarão disponíveis para uso quando a altitude da cabine atingir: 10.000 m. 10.000 pés. 14.000 m. 14.000 pés. Havendo necessidade de preparar a cabine para um pouso de emergência na água, deve-se: selecionar ajudantes, pedir que tirem o máximo de roupa possível. pedir aos paxs que não desembarquem com os coletes salva-vidas. selecionar ajudantes que saibam nadar, demonstrar o uso de flutuantes disponíveis, inflando-os rapidamente dentro da aeronave. selecionar ajudantes que saibam nadar, pedir aos paxs que coloquem coletes, sem inflá-los no interior da aeronave. Na preparação de cabine para um pouso de emergência, os paxs são instruídos para assumir a posição de impacto: quando a aeronave pousar, quando ouvirem a ordem de “posição de impacto”, mantendo esta posição até a aeronave parar. ao sinal do comandante e quando ouvirem a ordem “posição de impacto”, mantendo esta posição até a parada total da aeronave. na aeronave até que assuma que for ensinada a posição, mantendo até a parada total da aeronave. quando a aeronave pousar, ao sinal do comandante, mantendo até a parada total da aeronave. Informações claras, objetivas, usando frases curtas e afirmativas acompanhadas de mímica, são procedimentos de: emergência preparada. demonstrações de máscaras de oxigênio e saídas de emergência. emergência imprevista ou preparada com evacuação de cabine. vôo, para que os paxs fiquem sentados em seus lugares. Para inflar o colete salva-vidas pode-se: puxar as alças de inflação de cor vermelha ou inflar pelos tubos. puxar a alça de cor azul ou inflar através dos tubos. puxar a alça de cor verde ou usar nos tubos. inflar através dos tubos. Para portas tipo “A”, tem-se como coeficiente de evacuação para saída de emergência operativa: 100 a 200 pessoas em 90 seg. 50 a 55 pessoas em 90 seg. 90 a 100 pessoas em 90 seg. 20 a 30 pessoas em 90 seg. |





