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![]() OBM Description: Org. B. M |



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Quando foi criado o Ministério da Defesa (MD), em substituição ao Estado Maior das Forças Armadas e aos Ministérios dos Militares?. 10 de Junho de 1999. 02 de Julho de 1999. 15 de Setembro de 1999. 02 Janeiro de 1999. É um orgão de administração publica federal e tem a missão de coordenar o esforço integrado de defesa, bem como contribuir para a garantia da soberania, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem e do patrimonio nacional: Comandante da Marinha, Exercito e Aeronáutica. Ministérios Militares. Estado Maior das Forças Armadas. Ministério da Defesa. Quem é o Comandante Supremo das Forças Armadas?. Ministro de Defesa. Presidente da Republica. Comandante das Forças Armadas. CEMA. A quem compete a direção superior das Forças Armadas?. Ministro de Defesa. Presidente da Republica. Comandantes das Forças Armadas. CEMA. O Presidente da Republica, na condição de Comandante Supremo, é assessorado por quem, no que concerne ao emprego de meios militares?. Ministro de Defesa. Conselho Logístico de Defesa. Conselho Militar de Defesa. Comandantes das Forças Armadas. O Presidente da Republica, na condição de Comandante Supremo, é assessorado por quem, no que concerne aos demais assuntos pertinentes a área militar?. Ministro de Defesa. Conselho Logístico de Defesa. Conselho Militar de Defesa. Comandantes das Forças Armadas. O Conselho Militar de Defesa é composto por, EXCETO: Ministro de Defesa. Comandante da Marinha. Comandante da Aeronáutica. Comandante do Exercito. Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas. Quem integrará o Conselho Militar de Defesa na condição de Presidente: Ministro de Defesa. Comandante da Marinha. Comandante da Aeronáutica. Comandante do Exercito. Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas. A quem compete a implantação do Livro Branco de Defesa Nacional?. Ministério da Defesa. Presidente da Republica. Comandante das Forças Armadas. Estado Maior Conjunto das Forças Armadas. É um documento de caráter publico, por meio da qual se permitira o acesso ao amplo contexto da Estratégia de Defesa Nacional: Livro Preto de Defesa Nacional. Livro Branco de Defesa Nacional. Livro de Defesa Nacional. Livro Verde de Defesa Nacional. Os cargos de Comandante da Marinha, do Exercito e da Aeronáutica são privativos de: Oficial General. Oficial General do ultimo posto. Oficial General nomeado pelo Ministro de Defesa. Oficial nomeado pelo Presidente da Republica. Quem definirá a competência dos Comandantes da Marinha, do Exercito e da Aeronáutica para a criação, a denominação, a localização e a definição das atribuições das organizações integrantes das estruturas das Forças Armadas: CEMA. Ministro de Defesa. Oficiais Generais. Poder Executivo. De acordo com o emprego das Forças Armadas, a quem esta a subordinação no caso de Comandos Combinados, compostos por meios abjudicados (concedido a posso de algo por determinação da justiça: Diretamente ao Comandante Supremo. Diretamente ao Ministro de Defesa. Diretamente ao respectivo Comandante da Força. Diretamente ao CEMA. De acordo com o emprego das Forças Armadas, a quem esta a subordinação para fins de adestramento, em operações combinadas, ou quando da participação brasileira em operação de paz: Diretamente ao Comandante Supremo. Diretamente ao Ministro de Defesa. Diretamente ao respectivo Comandante da Força. Diretamente ao CEMA. De acordo com o emprego das Forças Armadas, a quem esta a subordinação no caso isolado de meios de uma única força: Diretamente ao Comandante Supremo. Diretamente ao Ministro de Defesa. Diretamente ao respectivo Comandante da Força. Diretamente ao CEMA. Compete ao Presidente da Republica a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos, EXCETO: Presidente do Supremo Tribunal Federal. Senado Federal. Câmara dos Deputados. Câmara dos Vereadores. É da competência do Comandante da Marinha o trato dos assuntos dispostos na atribuições subsidiárias particulares, ficando designado como: Autoridade Naval. Autoridade do Mar. Autoridade Marítima. Autoridade AeroNaval. É da competência do Comandante da Aeronáutica o trato dos assuntos dispostos na atribuições subsidiárias particulares, ficando designado como: Autoridade Aeroportuária. Autoridade Aeroespacial. Autoridade Aeronáutica. Autoridade AeroNaval. É da competência do Comandante do Exercito o trato dos assuntos dispostos na atribuições subsidiárias particulares, ficando designado como: Autoridade Aero terrestre. Autoridade Extra Terrestre. Autoridade Terrestre. Autoridade Exercito. Quem tem o propósito de assessorar o Comandante da Marinha na Direção Geral: EMA. ComOpNav. Ministro de Defesa. Almirantado. Quem é o substituto eventual do Comandante da Marinha?. CEMA. CON. Ministro de Defesa. DGPM. Quem é o presidente da Comissão de Promoções de Oficiais?. CEMA. CON. Ministro de Defesa. DGPM. Quem é membro dos Conselhos de Ciência e Tecnologia, do Planejamento de Pessoal e do Plano Diretor?. CEMA. CON. Ministro de Defesa. DGPM. É o orgão de Assessoramento Superior do Comandante da Marinha: Ministro de Defesa. EMA. CIM. Almirantado. Tem o propósito de assessorar o Comandante da Marinha nas decisões relativas as Políticas Marítimas e Naval do Brasil: Ministro de Defesa. EMA. CIM. Almirantado. A quem compete a elaboração das Lista de Escolhas para as promoções aos postos de Oficiais Generais: Ministro de Defesa. Presidente da Republica. Comandante da Marinha. Almirantado. É um orgão de Assistência Direta e Imediata ao Comandante da Marinha e é responsável pela gestão das atividades de comunicação social na Marinha do Brasil: CCSM (Centro de Comunicação Social da Marinha). CIM (Centro de Inteligência da Marinha). GCM (Gabinete do Comandante da Marinha). CCDSM (Centro de Comunicação e Desenvolvimento Social da Marinha). É um orgão de Assistência Direta e Imediata ao Comandante da Marinha e compete tratar, em seu mais alto nível, da produção e salvaguarda de conhecimentos de interesse da Marinha: CCSM (Centro de Comunicação Social da Marinha). CIM (Centro de Inteligência da Marinha). GCM (Gabinete do Comandante da Marinha). ComOpNav (Comando de Operações Naval). É um orgão de Assistência Direta e Imediata ao Comandante da Marinha e compete zelar, perante o Tribunal Marítimo, pela fiel observância da Constituição, das leis e dos atos emanados dos poderes públicos, referentes as atividades marítimas, fluviais e lacustres: PEM (Procuradoria Especial da Marinha). CIM (Centro de Inteligência da Marinha). GCM (Gabinete do Comandante da Marinha). ComOpNav (Comando de Operações Naval). É um orgão de Assistência Direta e Imediata ao Comandante da Marinha e compete executar as atividades técnicas e administrativas desta, bem como assessorar o seu coordenador: PEM (Procuradoria Especial da Marinha). CIM (Centro de Inteligência da Marinha). GCM (Gabinete do Comandante da Marinha). SECIRM (Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar). É um orgão de Assistência Direta e Imediata ao Comandante da Marinha e encaminha copia(s) de oficio/documentos para o Tribunal de Contas da União (TCU): PEM (Procuradoria Especial da Marinha). DFM (Diretoria de Finanças da Marinha). DAdM (Diretoria de Administração da Marinha). CCIMAR (Centro de Controle Interno da Marinha). É um orgão Colegiado e compete assessorar o Comandante da Marinha na avaliação de assuntos de interesse relevante para a Marinha, apresentados por membros do Almirantado: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CAL (Conselho de Almirantes). COPLAPE (Conselho de Plano de Pessoal). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É um orgão Colegiado e compete assessorar o Comandante da Marinha nos assuntos administrativo-financeiro, exercendo o mais elevado nível de controle de execução orçamentaria e fisico-financeira da Marinha: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CAL (Conselho de Almirantes). COPLAPE (Conselho de Plano de Pessoal). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É um orgão Colegiado e compete assessorar o Comandante da Marinha nos diversos processos de seleção de oficiais da Marinha: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CPO (Conselho de Promoção de Oficiais). COPLAPE (Conselho de Plano de Pessoal). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É um orgão Colegiado e compete formular o plano de desenvolvimento de ciência e tecnologia da Marinha, supervisionar sua execução e propor ao Comandante da Marinha suas alterações e atualizações: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CONCITEM (Conselho de Ciências e Tecnologias da Marinha). COPLAPE (Conselho de Plano de Pessoal). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É um orgão Colegiado e compete assessorar o Comandante da Marinha no trato dos assuntos relacionados com o planejamento de gestão orçamentaria e financeira: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CONCITEM (Conselho de Ciências e Tecnologias da Marinha). COPLAPE (Conselho de Plano de Pessoal). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É um orgão Colegiado e compete assessorar o Comandante da Marinha no trato dos assuntos estratégicos relacionados ao planejamento do pessoal da Marinha: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CONCITEM (Conselho de Ciências e Tecnologias da Marinha). COPLAPE (Conselho de Plano de Pessoal). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É um orgão Colegiado e um orgão consultivo, de caráter permanente que tem como propósito assessorar o Comandante da Marinha no trato de assuntos de alto nível relacionado a tecnologia da Informação da Marinha: COPLAN (Conselho do Plano Diretor). CONCITEM (Conselho de Ciências e Tecnologias da Marinha). COTIM (Conselho de Tecnologia e Informação da Marinha). COFAMAR (Conselho Financeiro Administrativo da Marinha). É uma entidade vinculada e gerencia projetos integrantes do programa aprovados pelo Comando da Marinha: AMAZUL. Oceanica OffShore. ARSENAL. ENGEPRON. É uma entidade vinculada e é publica, criada pelo governo brasileiro com a atribuição de desenvolver tecnologias ao Programa Nuclear Brasileiro e ao setor nuclear da Marinha Nacional: AMAZUL. ADESG. ARSENAL. ENGEPRON. É um orgão autônomo vinculado e tem como função julgar incidentes (circunstância que envolvem o acidente) e acidentes da navegação, estendendo sua atuação desde a definição de suas causas e natureza e a indicação de seus responsáveis, ate a disseminação de medidas preventivas para a segurança da navegação: TM (tribunal Militar). PEM (Procuradoria Especial da Marinha. TN (tribunal Naval). TM (Tribunal Marítimo). É responsável pela manutenção dos registros gerais de propriedade naval, das hipotecas e ônus sobre embarcações brasileiras e dos armadores nacionais: Diretoria Geral de Navegação (DGN). TM (Tribunal Maritino). PEM (Procuradoria Especial da Marinha). TM (Tribunal Militar). É um orgão de apoio, subordinado ao EMA, e tem o propósito de preparar os oficiais da Marinha do Brasil e é responsável pelo aperfeiçoamento e qualificação dos oficiais da Marinha, ministrando cursos em nível de pós-graduação: CIAW. EGN. EN. CN. É um orgão de apoio, subordinado ao EMA e tem o propósito de contribuir para a garantia dos interesses nacionais quanto a segurança marítima e da navegação, e a proteção do meio ambiente marinho: TM (Tribunal Marinho). PEM (Procuradoria Especial da Marinha). RBIM (Representante Brasileiro Internacional da Marinha). RPBIMO (Representante Permanente do Brasil Junto a Organização Marítima Internacional). Tem como proposito aprestar os meios operativos para a adequada aplicação do Poder Naval: ComOpNav. ComFFE. Distritos Navais. CIAMPA. Quem é o Comandante-em-Chefe de todas as Forças Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais?. Almirantes de Esquadra. Comandante de Operações Navais (CON). Diretor Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (DGCFN). Diretor Geral do Pessoal da Marinha (DGPM). Quando foi criado o ComemCh?. 15 de Janeiro de 1945. 22 de Abril de 1821. 10 de Novembro de 1822. 10 de Dezembro de 1822. Tem o propósito a manutenção das forças subordinadas no mais elevado grau de aprestamento para as operações navais de guerra: EMA. ComemCh. ComOpNav. Fuzileiros Navais. Tem como missão a manutenção e o adestramento das fases iniciais (I e II) de todas as unidades de superfície da Esquadra, bem como o apoio administrativo aos Esquadrões. ComemCh. ComOpNav. Comando da Força de Superfície. Comando da Força de Submarino. Tem como tarefas contribuir para a realização de operações navais e operações terrestres de caráter naval proporcionando o apoio aéreo adequado aos Comandos Operativos no desempenho e tem como tarefas contribuir para a realização de operações navais e operações terrestres de caráter naval. ComemCh. ComForS. ComForSup. ComForAerNav. O Brasil foi um dos primeiros países a colocarem em pratica o uso de submarinos e teve como seus percursores: Luis Jacinto Gomes Marques e Emilio Julio Hess. Jacinto Luis Marques Gomes e Emilio Julio Hess. Luis Jacinto Hess e Emilio Gomes Marques. Jacinto Luis Marques Gomes e e Emilio Hess Julio. Apesar do sucesso dos submarinos pioneiros, eles não foram, na prática, desenvolvidos. No entanto a Marinha adotou o novo instrumento de guerra realidade no: Programa de Construção Naval de 2015. Programa de Construção Naval de 1914. Programa de Construção Naval de 1897. Programa de Construção Naval de 1904. Quando foi criado a Flotilha de Submersíveis?. 17 de Julho de 1914. 17 de Junho de 1914. 17 de Outubro de 1914. 17 de Novembro de 1914. Qual foi o primeiro submarino construido no Brasil a ser operado e tripulado?. Submarino Tapajo. Submarino Tikuna. Submarino Tamoio. Submarino Tupi. Quem iniciou suas atividades em 23 de outubro de 1963?. CIAMA. CIAA. CIAW. CIAMPA. Tem como tarefas principais: apoio técnico e assessoria para as atividades de alinhamento de diagnose de avarias de Sistemas Operacionais, coordenação do processo de avaliação, impressão e análise de exercícios, coordenação das atividades de análise de campo concernentes à Guerra Eletrônica e Acústica; operação de alvos para avaliação e adestramento, manutenção de “software” de Sistemas Digitais Operativos e de apoio à Avaliação Operacional de meios navais. CASNAV. COGESN. CASOP. DCTIM. É subordinada ao ComOpNav e tem sobre a sua responsabilidade a execução da seguinte tarefa: executar operações anfíbias e terrestres limitadas, necessárias a realização de uma campanha naval, reforçadas por elementos da Tropa de Reforço e apoiada por elementos das Forças Navais, Aeronavais e eventualmente, das Forças Armadas. FFE. ComFFE. BFNIN. BtlInfFuzNav. É empregada utilizando embarcações de desembarque, helicópteros, unidades de transportes anfíbios ou outro meio de transporte, de acordo com a situação. Embora disponha de elementos das diversas armas e serviços, normalmente necessita receber adequados reforços, além do apoio de unidades navais aéreas. FFE. BtlInfFuzNav. BtlCmdoCt. BFNIF. Tem capacidade para constituir Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais, bem como suas unidades de combate até uma brigada de FN, devendo para isso, receber os reforços necessários: ComOpNav. ComDivAnf. BFNIF. ComFFE. São diretamente subordinados aos Comandos de Distritos Navais os Comandos Navais, demais Comandos de Flotilhas, Grupamentos e Unidades, sob a denominação genérica de: Unidade Distritais. Forças Superiores. ComFFE. Forças Distritais. O Decreto n° 2153 de 20 de fevereiro de 1997, entre outras medidas, alterou as áreas de jurisdição dos Distritos Navais, criando o: Comando do 3° Distrito Naval. Comando do 5° Distrito Naval. Comando do 8° Distrito Naval. Comando do 9° Distrito Naval. O Decreto n° 2153 de 20 de fevereiro de 1997, entre outras medidas, alterou as áreas de jurisdição dos Distritos Navais e alterou a denominação do Comando Naval de Brasília (CNB), para: Comando do 7° Distrito Naval. Comando do 8° Distrito Naval. Comando do 9° Distrito Naval. Comando do 5° Distrito Naval. Quem foi ativado em 14 de abril de 1997?. Comando do 6° Distrito Naval. Comando do 7° Distrito Naval. Comando do 8° Distrito Naval. Comando do 9° Distrito Naval. Foi ativado em 03 de maio de 2005 pelo Decreto Presidencial nº 5349 de 20 de Janeiro. Tem como propósito, contribuir para o cumprimento das tarefas de responsabilidade da MB, na Amazônia Ocidental. Comando do 8º Distrito Naval. Comando do 4º Distrito Naval. Comando do 9º Distrito Naval. Comando do 7º Distrito Naval. O 1º Distrito Naval tem como sede RIO DE JANEIRO (RJ). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Rio de Janeiro. Espírito Santo. Porção Sudoeste de Minas Gerais (ilha da Trindade e Martin Vaz). Porção Norte de Minas Gerais. O 2º Distrito Naval tem como sede SALVADOR (BA). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Bahia. Sergipe. Porção Norte de Minas Gerais. Porção Nordeste de Minas Gerais. O 3º Distrito Naval tem como sede NATAL (RN). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Rio Grande do Norte. Ceara. Pernambuco. Paraiba. Alagoas (Atol das Rocas e Arquipélago de São Pedro e São Paulo). Mato Grosso. O 4º Distrito Naval tem como sede BELEM (PA). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Para. Paraíba. Piauí. Maranhão. Amapá. O 5º Distrito Naval tem como sede o RIO GRANDE (RS). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Rio Grande do Sul. Santa Catarina. Parana. O 6º Distrito Naval tem como sede LADARIO (MS). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Mato Grosso. Mato Grosso do Sul. Acre. O 7º Distrito Naval tem como sede BRASILIA (DF). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Distrito Federal. Goiás. Goiânia. Tocantins. O 8º Distrito Naval tem como sede SÃO PAULO (SP). Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. São Paulo. Sul de Minas Gerais. Triangulo Mineiro. Paraná. Porção sudoeste de Minas Gerais. O 9º Distrito Naval tem como sede MANAUS. Qual das opções abaixo não compreende sua Jurisdição?. Acre. Amazonas. Rondônia. Roraima. Tocantins. Tem como missão o controle das atividades relacionadas com a navegação na costa brasileira, com ajuda dos navios que fazem a patrulha no litoral, tendo um processo contínuo e bastante eficiente na troca de informações entre estes mesmos navios que possibilitam interagir o mais rápido possível mantendo a soberania nacional marítima: ComenCh. COMCONTRAM. ComForSup. ComForAerNav. Contribuir para a implementação dos Objetivos da Política de Guerra Eletrônica de Defesa, no aplicável à área de atuação do Centro, Organização Militar Orientadora Técnica de Guerra Eletrônica e Análise de Imagens na Marinha do Brasil (MB): DCTIM. EGN. CGEM. CEGN. Tem como propósito supervisionar o fluxo dos recursos da União destinados à MB nas suas diversas modalidades: Pagamento do Pessoal, Alterações do Patrimônio Imobiliário, Material sob Gestão da Fazenda Nacional: SGM. DFM. DGOM. PAPEM. Realiza o registro de atos e fatos relacionado com a gestão econômico financeira, possibilitando à MB o conhecimento atualizado das variações do seu patrimônio: PAPEM. Diretoria de Gestão Orçamentaria da Marinha. Diretoria de Finanças da Marinha. Diretoria de Administração da Marinha. Órgão integrante do Sistema de Controle Interno da Marinha do Brasil, tem como propósito administrar os sistemas de pagamento atinentes ao pessoal da Marinha, no país e no exterior. DFM. DAbM. PAPEM. CCIMAR. Aplica econômica e racionalmente, os recursos financeiros postos à disposição da MB: DFM. DAdM. DAbM. DGOM. Tem como função prever e prover às Forças e Órgãos Navais, os suprimentos necessários à sua plena eficiência. DFM. DAdM. DAbM. DGOM. Tem o propósito de dirigir as atividades relacionadas com o orçamento da Marinha: DFM. DAdM. DAbM. DGOM. Vinculada a SGM tem como propósito dar apoio ao pessoal da MB no que concerne à parte habitacional. CCCPM. PouPex. CCPM. CCCPMM. Tem o propósito de contribuir para o preparo e aplicação do poder naval no tocante às atividades relacionadas com o material da MB: DGPM. DAbM. DMM. DGMM. Tem o propósito de realizar atividades normativas, técnicas e de supervisão de engenharia naval relacionadas com os Sistemas de Propulsão Naval, Geração de Energia, Estrutura Naval e Controle de Avarias dos meios da MB: DEN. DIM. DAbM. AMRJ. Tem o propósito de contribuir para o preparo e aplicação do poder naval no tocante às atividades relacionadas com o pessoal da MB. DPMM. DGPM. DEnsM. DASM. É um subsistema da DSM que é responsável pela prestação de assistência médico-hospitalar aos usuários do Sistema de Saúde da Marinha: Subsistema Assistencial. Subsistema Primordial. Subsistema Médico Pericial. Subsistema Logístico de Saude. É um subsistema da DSM que é responsável pelo controle e verificação do estado de higidez do pessoal em serviço ativo, pessoal inativo e aquele a ser selecionado para ingressar na MB. Subsistema Assistencial. Subsistema Pericial. Subsistema Médico Pericial. Subsistema Logístico de Saúde. É um subsistema da DSM que é responsável por prever e prover recursos específicos aos efetivos, militar e civil, empregados pela Marinha, em tempo de paz e em situação de conflito: Subsistema Assistencial. Subsistema Médico Pericial. Subsistema de Saúde. Subsistema Logístico de Saúde. Presta assistência médico-hospitalar, em nível terciário (internações e cirurgias de grande porte), aos usuários do Sistema de Saúde da Marinha, exercendo parte das atividades do subsistema assistencial, bem como executando atividades ligadas à área de ensino: CMAM. Ambulatórios Navais. HNMD. Policlínicas Navais. Dentre as tarefas desenvolvidas, destacam-se a execução, coordenação e controle dos atendimentos de saúde, a nível primário (atendimento ambulatorial e curativo) e secundário (pequenas cirurgias sem internações), com ênfase especial às ações de saúde preventivas: Ambulatórios Navais. Policlínicas Navais. HNMD. CMAM. Quem executa, coordena e controla as atividades do subsistema médico pericial?. HNMD. CMAM. HCM. Ambulatórios e Policlínicas. Tem o propósito de contribuir para o preparo e aplicação do Poder Naval e do Poder Marítimo, no tocante às atividades relacionadas com a segurança da navegação, hidrografia, oceanografia, meteorologia, sinalização náutica e pesquisa científica antártica: COMCONTRAM. DGM. DGN. DPC. Tem a função de coordenar o planejamento das movimentações das unidades subordinadas e controlar sua situação no que se refere a equipamentos, suprimentos, adestramento e condições de eficiência: DGN. GNHO. BHMD. CHN. Tem o propósito de atuar como órgão central executivo do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e do Programa Nuclear da Marinha (PNM), agregando as estruturas organizacionais de Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha: DCTIM. DGDNTM. COGESN. AMRJ. Dirige e coordena as atividades relacionadas com o material que lhe é afeto: DGMM. CMatFN. CPesFN. AMRJ. Dirige, coordena e controla a execução das atividades relacionadas com o pessoal do CFN e sua instrução: DPMM. CPesFN. DGPM. BN. Tem como propósito formar soldados destinados às unidades da Força de Fuzileiros da Esquadra e ao Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro: CIAA. CIAMPA. CIAB. CIASC. As opções abaixo passaram a ter, em 8 de agosto de 1988, suas Organizações e atividades estruturadas por regulamento, aprovado pela Portaria no. 0035 de 18 de agosto de 1988, do Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), EXCETO: Capitanias dos Portos. Delegacias. Agencias. Faróis. |






