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ANM 6

INFO STADISTICS RECORDS
TAKE THE TEST
Title of test:
ANM 6

Description:
curso art

Author:
AVATAR

Creation Date:
16/09/2020

Category:
Others
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Content:
É o conjunto de mastros, mastaréus, vergas e antenas de um navio. Nos veleiros, os mastros têm a função primordial de suportar as velas mastro velame cadafalso mastreação.
pode ser inteiriço ou completado por mastaréu boleame galope calcês mastro carlinga.
A parte superior onde encapela o aparelho fixo do mastro é o boleame galope calcês borla carlinga.
A parte principal e mais resistente de um mastro real é denominada corpo galope calcês borla carlinga.
é a extremidade superior, que recebe a borla e a flecha do pára-raios. tope galope calcês borla carlinga.
Formado por seções de tubo de aço, ou por chapas curvas de aço soldadas (ou cravadas) em seção tubular e reforçadas por dentro por cantoneiras. É o tipo mais usado; é também o mais leve, sendo porém o menos rígido, devendo ser estaiado por cabos de aço. Mastros de treliça Mastros estruturais Mastro tubular simples Mastro trípode Mastros telescópicos.
Tubo vertical de grande diâmetro, escorado por dois outros de menor diâmetro, um de cada bordo, formando um tripé. Esse arranjo em tripé facilita a instalação das diversas plataformas sobre uma base rígida, pois dispensa o estaimento. O acesso às plataformas é feito por uma escada de degraus de ferro no interior do tubo maior; Mastros de treliça Mastros estruturais Mastro tubular simples Mastro trípode Mastros telescópicos.
Alguns navios de guerra de grande porte têm, em vez do mastro real, uma torre de seção cilíndrica ou oval, de grandes dimensões, constituindo uma superestrutura de forma troncônica; a construção é de aço estrutural à prova de estilhaços; Mastros de treliça Mastros estruturais Mastro tubular simples Mastro trípode Mastros telescópicos.
Empregados em alguns navios de guerra antigos, mas atualmente são pouco usados Mastros de treliça Mastros estruturais Mastro tubular simples Mastro trípode Mastros telescópicos.
são usados nos submarinos para serem recolhidos em imersão, e em alguns porta-aviões para não interferirem com as manobras dos aviões. Mastros de treliça Mastros estruturais Mastro tubular simples Mastro trípode Mastros telescópicos.
são peças de madeira ou de ferro que se cruzam nos mastros ou mastaréus, por ante-a-vante, orientadas de BB a BE; têm a forma cilíndrica ou octogonal na parte média, afinando-se para as extremidades Vergas mastros simples bolame Mastro trípode carangueja.
como chama-se o comprimento das vergas lais mastros simples bolame Mastro trípode carangueja.
tem extensão suficiente para que possam ser colocados os moitões destinados às adriças de sinais, que são mais numerosas nos navios de guerra que nos mercantes vergas de sinais lais penol da carangueja repique da carangueja carangueja.
a verga é usualmente fixada ao mastro por meio de uma braçadeira ou de um aro de chapa, denominado chapa do terço chapa do mastro penol lais andorinhos.
o seio do estribo é aguentado por meio de cabos de aço verticais espaçados igualmente, os quais são denominados chapa do terço chapa do mastro penol lais andorinhos.
é uma verga colocada obliquamente e pela face de ré de um mastro, no plano diametral do casco. carangueja chapa do mastro penol lais andorinhos.
Compõe-se de pé, corpo e penol carangueja chapa do mastro penol lais andorinhos.
o pé da carangueja tem um pino de aço que se chama verga garlindéu penol lais andorinhos.
é mantido numa posição elevada por meio de um amantilho verga garlindéu penol da carangueja pé-de-galinha andorinhos.
é o conjunto de todos os cabos empregados no aparelho do navio e compõe-se de cabos fixos e de laborar lassame massame poleame timão manilha.
é o conjunto de todas as peças que servem para fixar ou dar retorno aos cabos do aparelho de um navio lassame massame poleame timão manilha.
podem ser classificados segundo a matéria-prima utilizada em sua confecção, em cabos de fibra ou de aço cabos amarras massame timão manilhas.
são cabos divididos em duas categorias, natural e sintética cabos de aço cabos de fibra manilha juta.
de um modo geral, os cabos podem ser classificados em cabos de fibra ou de aço verdadeiro falso.
confeccionados principalmente com fios de arame de aço galvanizado, podendo ser utilizado o ferro na confecção de cabos de qualidade inferior falso verdadeiro.
são itens usados para fabricação de fibras naturais, exceto manilha, sisal e juta linho cânhamo, linho cultivado e coco algodão, linho cânhamo e linho cultivado manilha, linho cultivado e coco algodão, piaçava e linho cultivado.
também chamado de cabo do cairo, o outro nome do cabo de fibra natural chama-se manilha linho cânhamo algodão linho cultivado coco.
é a mais forte das fibras sintéticas e apresenta uma alta capacidade de absorção de energia, além de excepcional resistência a sucessivos carregamentos. cabo de náilon cabo de polipropileno cabo de polietileno cabo de linho cultivado cabo de juta.
sua utilização em geral deve-se às suas excelentes propriedades mecânicas e ao seu baixo peso específico cabo de náilon cabo de polipropileno cabo de polietileno cabo de linho cultivado cabo de juta.
tem a combinação de propriedades químicas e físicas excelentes, quando esta fibra se apresenta em alta densidade cabo de náilon cabo de polipropileno cabo de polietileno cabo de linho cultivado cabo de juta.
apresenta grande flexibilidade, porque cada perna possui sua alma de fibra. Contudo, é menos resistente que os demais cabos flexíveis 6x7 6x12 6x19 6x24 6x37.
o modelo 6x37 é o cabo de aço mais adotado na Marinha pelas suas características de resistência e flexibilidade. verdadeiro falso.
número de fios por perna pequeno. Os fios são relativamente grossos, mais resistente aos efeitos de corrosão e desgaste do que outros de diâmetro com fios mais finos. não pode ser empregado quando se exige flexibilidade, mais durável e mais leve que os demais cabos de bitola igual 6x7 6x12 6x19 6x24 6x37.
é o cabo de aço mais empregado a bordo 6x7 6x12 6x19 6x24 6x37.
cabo de pequena bitola, cujos cordões são trançados e não torcidos. Servem para confecção de adriças do mastro, prumo de mão e retinidas linha salva-vidas cabo de polipropileno retinidas cabo de linho cultivado linha de barca.
item que consiste em um saco de areia ou uma bola de chumbo, chama-se linha salva-vidas pandulho retinidas penol carangueja.
para lançar uma retinida, colhe-se 1/3 na mão de arremesso e 2/3 na outra mão. Leva-se a mão de arremesso para ré, e impulsiona para frente com um movimento brusco, a fim de que a mesma atinja seu objetivo verdadeiro falso.
para lançar uma retinida, colhe-se 2/3 na mão de arremesso e 1/3 na outra mão. Leva-se a mão de arremesso para ré, e impulsiona para frente com um movimento brusco, a fim de que a mesma atinja seu objetivo verdadeiro falso.
Qual é o tamanho padrão da retinida 25 metros 30 metros 35 metros 40 metros 45 metros.
é um pedaço de cabo cujos chicotes foram ligados por nó ou costura, formando assim um anel de cabo que se utiliza para diversos fins estropo retinida tonel adriça pandulho.
é feito com cabo de fibra ou cabo de aço. Ane, de cabo, cujos chicotes são geralmente ligados por costura redonda estropo aberto estropo comum estropo braçalote estropo de rede estropo tira-vira.
duas ou quatro pernadas de corrente, ou de cabo de aço, ligadas em uma das extremidades por um olhal, tendo gatos nas outras extremidades. estropo aberto estropo comum estropo braçalote estropo de rede estropo tira-vira.
pedaço de cabo com uma alça em cada chicote, feita com costura redonda ou com clips estropo aberto estropo comum estropo braçalote estropo de rede estropo tira-vira.
rede quadrada ou retangular confeccionada especialmente para este fim, carga ou descarga estropo aberto estropo comum estropo braçalote estropo de rede estropo tira-vira.
pedaço de lona forte, de forma retangular, guarnecida por uma tralha de cabo de fibra. estropo aberto estropo comum estropo braçalote estropo de lona estropo tira-vira.
serve para içar tonéis, tubos e etc. Quando se iça, devem ser aplicadas forças iguais nas duas pernadas do estropo. estropo aberto estropo comum estropo braçalote estropo de lona estropo tira-vira.
Espia é um cabo que varia de 2,5 a 8 polegadas. Serve para amarrar o navio ao cais ou a contrabordo de outro navio. verdadeiro falso.
é um cabo sintético de pequena bitola preso à espia em dois pontos próximos da alça. cerca de 2.70 metros, de tal modo que se rompa caso a espia estique além de sua carga segura fusível das espias virador espias de segurança pandeiro.
é o cabo colhido no convés, a começar pelo seio em voltas circulares para a direita, umas sobre as outras, formando um fusível das espias virador pandeiro inglesa.
é o cabo colhido no convés, a começar dando voltas concêntricas sobre o convés, a começar do seio que deu voltas no cunho ou na malagueta fusível das espias virador pandeiro inglesa.
forma de colher cabos começando pelo seio e segue-se dando dobras sucessivas que vão sendo colocadas paralelamente umas às outras, como se vê na figura, até ser atingido o chicote. cobros inglesa pandeiro estropo vira-tira estropo circular.
dentre as opções, considere a que não condiz com cuidados para com cabos de fibras Nunca se deve tentar um esforço máximo no cabo que já tenha sofrido uma só vez uma tensão próxima de sua carga de ruptura. Nunca se deve tentar esforço máximo num cabo que já tenha sido usado em serviço contínuo, sob esforços moderados. Em dias de chuva o cabo não deve ser colhido sobre um estrado de madeira em forma de xadrez, para evitar encharcar a água Os cabos quando estiverem sido molhados com água salgada, deverão ser lavados com água doce, depois de secos, poderão ser guardados no paiol.
dentre as opções, considere a que não condiz com cuidados para com cabos de fibras Nunca se deve tentar um esforço máximo no cabo que já tenha sofrido uma só vez uma tensão próxima de sua carga de ruptura. deve tentar esforço máximo num cabo que já tenha sido usado em serviço contínuo, sob esforços moderados, para testar seu estado Em dias de chuva o cabo deve ser colhido sobre um estrado de madeira em forma de xadrez Os cabos quando estiverem sido molhados com água salgada, deverão ser lavados com água doce, depois de secos, poderão ser guardados no paiol.
peças formadas de um só bloco, sem roldanas, mas dispondo de furos ou aberturas, denominados olhos e de um rebaixo ou cavado no seu contorno, chamado goivado. Tipos de poleames surdos são, exceto bigota sapata caçoilo moitão espia.
consiste em uma caixa de madeira ou metal de forma oval que trabalha uma roldana. moitão cadernal poleame de laborar caçoilo.
consiste em uma caixa de madeira ou metal de forma oval que trabalha duas ou três roldanas. moitão cadernal poleame de laborar caçoilo.
é uma patesca aberta, ou seja, sem trinco para a fechar. moitão cadernal patesca polé.
o poleame surdo é empregado no aparelho fixo dos navios verdadeiro falso.
é um moitão especial, de aço, para trabalhos de grande peso. A roldana tem a bucha de bronze e é autolubrificada catarina cadernal patesca moitão especial.
são peças de metal, forma circular cuja periferia é uma superfície em forma de meia-cana, para servir de berço e proteção das maos que se fazem nos cabos sapatilhos cadernal patesca moitão especial.
são ganchos de aço forjado, com olhal geralmente constituídos numa peça única. gato gateira braga escovém poleame.
manilhas são constituídas por um vergalhão de material recurvado em U, tendo orelhas nas extremidades afim de receber um pino que se já chama cavirão verdadeiro falso.
amarração padrão espia 1 - lançante de proa espia 2 - espringue de proa espia 3 - lançante de bochecha espia 4 - través espia 5 - lançante de alheta espia 6 - espringue de popa espia 7 - lançante de popa.
quando se passa uma adicional com alça quando já existir outra, diz-se que a espia está dobrada. deve possuir rateiras, latas de aço que ficam entre as espias e evitam a entrada de ratos.
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