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historia lista 3

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Title of test:
historia lista 3

Description:
histaoria lista 3

Author:
philipe
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Creation Date:
09/06/2022

Category:
Others

Number of questions: 222
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Content:
01) No fim da Primeira Guerra Púnica, Roma procurou instalar-se por sua vez no além-mar. A política econômica do Estado romano afastou-se do seu fim tradicional e adotou novas diretrizes. Com essa guerra começou uma nova história de Roma e do mundo, sobretudo porque acarretou na Itália o aparecimento da era mercantil na antiga sociedade agrícola, aristocrática e guerreira. A conquista da Sicília resultou em qual característica aos romanos? (A) A mudança de uma sociedade guerreira marítima em uma sociedade comercial terrestre. (B) Os mercadores italianos e romanos aumentaram em número e riqueza. (C) Tornaram-se imediatamente os senhores do Mediterrâneo e estenderam suas conquistas até o mar Vermelho. (D) Assenhoraram-se de todas as regiões do Mediterrâneo ainda no século IIaC. (E) O inicia da guerra regular contra os egípcios. .
01) QOA-AA-AFN/2020 Considerando o pioneirismo do Reino de Portugal na expansão marítima europeia, ilustrado na charge acima, e a capacidade das forças navais lusitanas frente aos povos do globo alcançados por seu Império, assinale a opção correta. (A) Depois de expulsar os mulçumanos de seu território ibérico, os portugueses atravessaram o Estreito de Gibraltar e os atacaram na África, conquistando todo litoral setentrional desse continente. (B) Após concluir o domínio do Marrocos, o Infante D. Henrique capitaneou expedições ao Atlântico Sul que combatera contra civilizações urbanas da África Subsaariana, as quais eram detentoras de armas de fogo. (C) Na América, os lusos buscaram apenas relações pacíficas com os nativos, visando a miscigenação para multiplicação de súditos de Portugal, em prol da colonização e o fechamento da rota Atlântica para as Índias. (D) Na Batalha de Diu, os portugueses conquistaram o domínio do Oceano Índico, ao derrotarem os islâmicos que controlavam aquelas águas, apesar de estes possuírem navios artilhados pela República de Veneza. (E) Sob a direção militar do Vice-Rei Afonso de Albuquerque, as forças navais de Portugal venceram os chineses e os japoneses, estabelecendo o primeiro Império Marítimo mundial, que se estendeu até o Extremo Oriente. .
02) QOA-AA-AFN/2020 Assinale a opção que apresenta última grande batalha naval que envolveu apenas navios a vela. (A) Batalha de Lepanto, em que as forças navais da Santa Aliança derrotaram o Império Turco no Mediterrâneo. (B) Batalha de Sinop, na qual os russos usaram munições explosivas contra os cascos de madeira dos navios turcos. (C) Batalha da Baía de Navarino, na qual Inglaterra, França e Rússia venceram turcos e egípcios, garantindo a Independência da Grécia. (D) Batalha de Lissa, na qual os ianques foram derrotados pelos confederados pela última vez antes da introdução dos couraçados a vapor. (E) Batalha de Lara-Quilmes, em que os brasileiros venceram os argentinos garantindo a continuidade do bloqueio do Rio da Prata. .
03) QOA-AA-AFN/2020 Assinale a opção correta acerca das relações civilizações da Antiguidade e as atividades militares navais. (A) Os egípcios unificaram sua civilização pela navegação do Nilo, integrando primeiro os reinos do Alto e do Baixo Egito, para em seguida lançarem a sua expansão colonial no Mediterrâneo. (B) Os fenícios inventaram navio de guerra com o propósito de defender o tráfico marítimo em seu Império comercial, que se estendeu até o extremo do Mediterrâneo ocidental. (C) Os gregos conseguiram derrotar as forças imensamente maiores do exército persa porque lograram cortar as suas linhas de abastecimento, em uma brilhante campanha naval. (D) Os cartagineses conquistaram a Sicília ao Império Romano, confirmando regra segundo a qual uma ilha não será extremamente defendida por uma potência terrestre contra um poder naval superior. (E) os romanos consolidaram o seu poder na Península Itálica depois de derrotarem no Império cartaginês no Mediterrâneo, pois antes sofriam ataques constantes da potência rival pelo mar. .
04) QOA-AA-AFN/2020 “O completo domínio dos mares, que a grande vitória de Nelson em Trafalgar conferiu à Inglaterra, teve efeito decisivo nas fases finais da guerra napoleônica”. (João Carlos Caminha, História Marítima. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército. p. 93) Assinale a opção que NÃO corresponde a uma das consequências da Vitória de Lorde Nelson, em 1805, na Batalha de Trafalgar. (A) Frustração da tentativa de Napoleão de eliminar o comércio em inglês com a Europa, por meio do bloqueio continental. . (B) Quebra do projeto de ataque naval de Napoleão contra a Grã-Bretanha pela captura da esquadra dinamarquesa em 1807 (C) Conquista da Grã-Bretanha do senhorio sobre os mares e precipitação do seu declínio apresentado durante o século XIX (D) Vitória inglesa na guerra peninsular (1808-1814), na qual os recursos militares de Napoleão ficarem isolados. .(E) Corte de fontes vitais de suprimento que abasteciam a França pelo mar, necessárias ao sustento do seu esforço de guerra .
05) QOA-AA-AFN/2020 “Ele foi o único homem dos dois lados que poderia ter perdido a guerra numa tarde” Winston Churchill, citado em: HTTP://winstonchurchill.org/publications/finest-hour/finest-hour-172/churchiljutland-and-the-word-crisis. Na frase acima, Churchil refere-se ao almirante John Jellicoe, Comandante em Chefe das forças navais britânicas na Primeira Guerra Mundial. Assinale a opção que confirma, acrescentando dados corretos, à sentença dita pelo Primeiro-Ministro do Reino Unido (A) Num dia decisivo para a guerra, o Comandante da Marinha britânica evitou que a principal carga de suprimentos dos Estados Unidos para a Europa fosse torpedeada por submarinos, formando comboios escoltados que garantiram a vitória na Batalha do Atlântico. (B) O almirante Jellicoe coordenou com sucesso a evacuação emergencial de mais de 300 mil soldados das forças aliadas do território francês, através do Canal da Mancha, os quais estavam cercados que seriam massacrados pelo exército alemão, em Dunquerque. (C) Em vez de combater os encouraçados, o Comando da marinha britânica, percebendo que os Dreadnoughts alemães tinham avançado para distrair sua frota, preferiu desferir um golpe definitivo contra submarinos que, do contrário, teriam destruído sua esquadra. (D) Ao empregar com eficácia, na Batalha do Mar de Coral os aeródromos, Jellicoe evitou a derrota repentina dos aliados, pois só os aviões de guerra poderiam conter a campanha submarina irrestrita alemã. (E) O resultado da breve, porém grandiosa Batalha da Jutlândia, embora não tenha alterado a situação dos principais contendores, teria decidido a guerra, caso os alemães vencessem, destruindo o bloqueio naval britânico que sufocava a economia germânica. .
06) QOA-AA-AFN/2020 “A Força Naval brasileira, Composta por 4 navios com propulsão a vapor e 3 navios a vela, tinha como obstáculo o Passo de Tonelero, nas proximidades da Barranca de Acevedo, onde o inimigo instalara uma fortificação guarnecida com 16 peças de artilharia e 2800 homens. Devido à pouca largura do Rio naquele trecho, os navios brasileiros seriam obrigados a passar a menos de 400 metros daquela fortificação, recebendo o peso da artilharia inimiga”. (Carlos Frederico Simões & Armando de Senna Bittencourt. Introdução à História Marítima Brasileira. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, p. 100, 2006) O trecho acima contextualiza um episódio de um conflito externo no qual a Marinha do Brasil participou durante o século XIX. considerando esse excerto, analise as afirmativas abaixo: I - O texto faz alusão a participação da marinha na guerra contra Aguirre, ocorrida na segunda metade do século XIX, na qual o comando da força naval foi entregue ao Chefe de Esquadra John Pascoe Grenfell. II- A passagem de Tonelero ocorreu na guerra do Paraguai, quando a força naval de Inhaúma fez o bombardeio e a Divisão Avançada do CMG Delfim Carlos de Carvalho avançou rio acima, forçando Lopez a retirar-se com seu exército. III- O trecho trata de um embate no qual o Império brasileiro se opôs frontalmente a anexação do Uruguai pela Argentina e passou a apoiar o governo constituído do Uruguai, representado pelo partido Colorado. IV- O texto refere-se a guerra contra Oribe e Rosas, em que a ação da Marinha foi realizada em estreita colaboração com o Exército Imperial e o comando da força naval foi entregue ao Chefe de Esquadra John Pascoe Grenfell. V- A solução encontrada pelo comandante da força naval para irromper pelo paço fortificado de Tonelero foi o emprego conjunto dos navios a vela e a vapor, realizando uma das inúmeras operações ofensivas da Marinha Imperial naquele conflito. (A) Apenas as afirmativas I e V são verdadeiras. . (B) Apenas as afirmativas III e IV são verdadeiras. (C) Apenas as afirmativas II e V são verdadeiras. (D) Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras (E) Apenas as afirmativas III e V são verdadeiras.
07) QOA-AA-AFN/2020 “A participação de operações de paz, além de atender aos interesses nacionais, propicia o estreitamento do relacionamento com os países, acumulação de conhecimentos, a identificação de oportunidades para negócios e a demonstração de capacidade militar e tecnológica; bem como contribuir para obtenção de prestígio Internacional. Desde fevereiro de 2011, a Força-Tarefa marítima da Missão das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL) é comandada por um contra-almirante da Marinha do Brasil “. (Guilherme Mattos de abreu (Org). Marinha do Brasil: uma Síntese Histórica. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha. pp 272-274, 2018). De acordo com Abreu (2015), Além de treinar o pessoal da Marinha do Líbano para que no futuro seja capaz de assumir o controle de suas águas territoriais, também a tarefa principal da missão FTM-UNIFIL: (A) Apoiar Marinha do Líbano no patrulhamento e no monitoramento do seu mar territorial, por meio de operações de interdição marítima, prevenindo a entrada não autorizada de armas e materiais relacionados no seu território. .. (B) Realizar patrulhamento naval em áreas de interesse libanês, abstendo se da promoção de operações de interdição marítima e de interferências no comércio da região, de modo a preservar a soberania do país (C) Realizar a mediação de conflitos estabelecidos historicamente na região do mar Mediterrâneo, visando a impedir a propagação de atividades criminosas e ataques armados à Costa do Líbano (D) Participar estritamente de patrulhas navais na área marítima de operação, região frontal ao Líbano, que perfaz uma área de cerca de 10 mil milhas náuticas quadradas. (E) Colaborar com a marinha do Líbano no patrulhamento de regiões adjacentes ao seu mar territorial por meio de ações coordenadas que impeçam o comércio marítimo e atividades ilegais na região.
01) QOA-AA-AFN/2019 Leia o texto a seguir: “Até 1589, as atividades navais de defesa do território e dos interesses holandeses no mar eram descoordenadas e dependentes de iniciativas individuais de cada província ou cidade. Somente naquele ano foi criado um almirantado, que congregou as cinco principais províncias: Amesterdan, Roterdã, Holanda do Norte, Zelândia e Frisland. Entretanto, continuava ainda uma grande descentralização administrativa e operacional, o que provocava dificuldade de gerenciamento e de coordenação. Essa administração descentralizada motivava, em caso de emergência ou de guerra, os oficiais e marinheiros holandeses, geralmente mercantes, a passarem a exercer tarefas militares, com todos os inconvenientes que isso trazia para a tática naval e a disciplina. Eles eram civis travestidos de militares”. VIDIGAL, Amando A. F.; ALMEIDA, Francisco E. A. (Orgs.) Guerras no Mar: Batalhas e Campanhas Navais que mudaram a história. RJ. Record, 2009 p. 146147. Apesar de diversos membros da Marinha Mercante exercerem tarefas militares, muitos oficiais e marinheiros dos Países Baixos demonstravam competência nos campos de batalha, como Guilherme de Orange e o Conde de Egmont. Sobre as disputas marítimas e militares dos países Baixos, é correto afirmar que: (A) a Batalha de Downs (1639) foi importante porque por meio dela os holandeses, sob comando do Almirante Maarten Tromp, derrotaram os franceses, sob a liderança de Pierre de Villeneuve, conseguindo, assim, o controle do Golfo de Biscaia. (B) a Batalha de Scheveningen (1653) foi essencial para a glorificação do Almirante Maarten Tromp porque conseguiu derrotar a armada inglesa, sob as ordens de George Monk, e inclusive impor à Inglaterra o Tratado de Westminster, o qual garantia aos holandeses o controle do Canal da Mancha. (C) a Batalha de Trafalgar (1806) foi fundamental para os países baixos porque permitiu que a sua armada, sob a liderança do almirante Michel de Ruyter, impusesse à Inglaterra os Atos de Navegação, os quais acabaram com o bloqueio continental britânico. (D) a Batalha dos Quatro Dias (1666) foi crucial porque a armada holandesa, sob comando de Michel de Ruyter, conseguiu derrotar sua congênere inglesa, sob a liderança de George Monk, e assim garantir para a burguesia dos Países Baixos, por alguns anos, retomada do comércio do Canal da Mancha. (E) a Batalha do Glorioso Primeiro de Junho (1794) foi primordial para os países Baixos porque assegurou, após o Almirante holandês Richard Howe derrotar o Almirante francês Pierre Villeneuve, o controle do Suriname, uma importante colônia na América do Sul. .
02) QOA-AA-AFN/2019 Leia o texto a seguir: O século XIX decretou o fim de uma “[...] época em que poucos operários, dispondo de uma tecnologia tradicional, de aprendizado longo mais dependente apenas da prática, e de ferramentas simples, ao alcance de qualquer um, podiam construir os maiores e mais sofisticados navios de guerra existentes”. VIDIGAL, Armando A. F. A evolução tecnológica no setor naval da segunda metade do século XIXI e as consequências para a marinha do Brasil. In. RJ: Revista Marítima Brasileira. Vol. 120. nº 10-12. out. dez. 2000. P. 133. Sobre as transformações tecnológicas ocorridas nos navios mercantes e de guerra ao longo do século XIX é certo afirmar que: (A) No início da década de 1890, os barcos eram de madeira e suas velas e cabos fabricados com fibra de vegetais; portanto dependiam dos ventos para a locomoção. (B) No fim da década de 1890, as belonaves não tinham boas qualidades logísticas ou estratégicas, isto é, não possuíam autonomia suficiente para realizar longos cruzeiros, exceto se navegassem próximo às áreas litorâneas (C) Na primeira metade da década de 1890, os navios utilizavam em larga escala máquinas a vapor, as quais permitiam a independência em relação aos caprichos do vento e garantiam uma data aproximada de chegada aos portos. (D) Na segunda metade da década de 1890, as esquadras eram formadas basicamente por encouraçados do tipo Dreadnoughts, um vaso com 17 mil toneladas de deslocamento e com dez canhões de 12 polegadas montados em torres duplas. .(E) Em meados da década de 1890, as embarcações, em sua maioria, apresentavam dois conjuntos de materiais típicos da Revolução Industrial: os combustíveis fósseis (carvão mineral e petróleo) e as ligas de ferro, aço e grafeno. .
03) QOA-AA-AFN/2019 Leia o texto a seguir: “A economia romana era basicamente agropastoril com uma incipiente atividade artesanal e comercial. Predominavam pequenas e médias propriedades, voltadas para a subsistência com emprego de mão-de-obra familiar. O uso de escravos era ainda sob regime de escravidão patriarcal, em que o escravo era integrado à família numa posição semelhante aos filho sob autoridade (pater potesta) do chefe da família (pater familias). Em termos políticos, havia uma República oligárquica, dominada por uma aristocracia fundiária, que dominava o Senado e as principais magistraturas republicanas”. VIDIGAL, Amando A. F.; ALMEIDA, Francisco E. A. (Orgs.) Guerras no Mar: Batalhas e Campanhas Navais que mudaram a história. RJ. Record, 2009 p. 39. Diante do exposto, pode-se afirmar que tripulantes de uma embarcação grega de estivesses navegando pela costa da península itálica no início do século IIIa.c. jamais pensariam que poucas décadas depois Roma teria dominado todo entorno do Mar Mediterrâneo. Nesses casos são elementos que contribuíram para a transformação daquele mar em um “lago romano”: (A) o aprofundamento da dependência de Roma em relação às belonaves de Cartago na luta contra a força invasora de Pirro, rei de Epiro, que desejava assumir o controle sob todas as cidades da Magna Grécia como, por exemplo, a Catânia, em (218a.C.). . (B) a vitória marítima de Roma em Mylae (260a.C.), que terminou com o saque, a conquista e a destruição de Cartago, no sul da África, e a posterior divisão das suas colônias entre os generais romanos. (C) a vitória do cônsul romano Públio Cornélio Cipião sob o general cartaginês Aníbal Barca na Batalha do Ticino (218a.C.), que obrigou a entregar a Roma o controle da Esquadra de Cartago. (D) a vitória, sob Cartago, da força naval de Roma na Batalha das Ilhas Líparas (260a.C.) devido à utilização do corvo, uma rampa dotada de um gancho que facilitava a abordagem do navio inimigo pelos legionários romanos (E) a derrota das forças navais cartaginesas, sob comando de Aníbal Giscão, na Batalha de Mylae (260a.C.) para a República de Roma, sob comando de Gaio Duílio, próximo à costa da Sicília, uma importante região produtora de cereais. .
04) QOA-AA-AFN/2019 A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) afetou imensamente as nações do continente americano, como o Brasil e os EUA. Sobre esse período, é correto afirmar que: (A) foi uma guerra essencialmente antissubmarino, e a missão brasileira foi patrulhar uma área marítima contra os submarinos alemães, compreendida entre Dakar no Senegal e Gibraltar na entrada do Mediterrâneo. (B) a aliança com os Estados Unidos, por meio do Programa de Empréstimo e Arrendamento, Lend Lease (1941-1944), supriu as demandas não só do Brasil como de outros países da América Latina, na questão de armamentos e suprimentos. Por esse programa, o Brasil recebeu diversos navios, entre eles: Cruzadores Barroso, Bahia e Rio Grande do Sul e os Encouraçados Minas Gerais e São Paulo. (C) um dos fatos importantes que contribuíram efetivamente para o ingresso do Brasil na Segunda Guerra Mundial foi a tomada da Ilha de Fernando de Noronha, no Atlântico Sul, pela marinha de guerra italiana (Regia Marina). (D) o Brasil rompeu as relações diplomáticas com os países que compunham o eixo, em 1941, logo após a declaração de guerra por parte do governo de Getúlio Vargas, e recebeu apoio financeiro não só dos Estados Unidos como também da Inglaterra e do Canadá. (E) a Segunda Guerra provocou o fortalecimento das relações diplomáticas entre as nações americanas, o panamericanismo, e o aumento da intensidade das relações econômicas entre os países latino-americanos e os Estados Unidos. .
05) QOA-AA-AFN/2019 leia o texto a seguir: “[...] a colonização do Brasil foi interesse de Portugal, que pretendia proteger a rota de seu comércio com a Índia. Todos os recursos do Estado português estavam disponíveis para expulsar os invasores e proteger os núcleos de colonização portuguesa.”. SERAFIM, Carlos Frederico Simões (Coord.) & Bittencourt, Armando de Senna (Org.). Coleção Explorando o ensino - História: a importância do Mar na História do Brasil. Volume 13. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. 2006, p. 45 Durante os séculos XVI e XVII, o Brasil sofreu saques, ataques e ocupações de diversos Estados europeus. Ingleses, Franceses e Holandeses foram os povos que mais participaram dessas investidas nos primeiros séculos da História do Brasil Colonial. Sobre as invasões Francesas, é correto afirmar que: (A) a França Antártica, e a França Equinocial, não foram iniciativas da Coroa francesa, cuja estratégia estava voltada para seus interesses geopolíticos na Europa, mas sim de iniciativas privadas. Em ambas faltou o apoio oficial da coroa francesa. (B) apesar da união das coroas portuguesas e espanholas, a Espanha se recusou a enviar uma armada para combater a ocupação francesa no Maranhão. A reação das cortes portuguesas foi mandar, em 1613, Jerônimo de Albuquerque com intuito de promover a conexão econômica entre o Norte e a bacia do rio da Prata para tirar o domínio da Espanha nessa região. (C) em 1612, partiu da França para o Maranhão uma expedição chefiada pelos sócios François de Razilly, Daniel de la Touche de la Ravardière e o Barão de Sancy. Essas expedição foi planejada pela Companhia das Índias Ocidentais com o propósito de lucro, a ser obtido com a exploração do açúcar. (D) durante o período das invasões francesas ocorreram diversos combates navais. Entre os mais significativos estão: o Combate Naval dos Abrolhos e a Batalha Naval de 1640. Nessas batalhas os franceses conseguiram mostrar o seu domínio do mar bloqueando os principais portos do litoral do nordeste brasileiro . (E) a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro ocorreu quando Estácio de Sá, em 1560, atacou o Forte de Coligny com uma força naval composta pela tropa luso-espanhola, uma contenda difícil uma vez que os franceses contavam com o apoio das tribos Tupinambás e Temiminós, lideradas por Araribóia.
06) QOA-AA-AFN/2019 Leia o texto: “Desde que o Almirante Reihnhardt von Scheer assumiu o comando em Esquadra de Alto-Mar alemã, em 1916, ele se sentiu pressionado para justificar a existência da marinha alemã, tendo em vista principalmente, os sofrimentos enfrentados pelos exércitos alemães a frente de batalha. Ante a superioridade britânica, Sheer imaginou atrair para uma armadilha, usando apenas parte de sua força - a força sob o comando do vice-almirante David Beatty.” VIDIGAL, Amando A. F.; ALMEIDA, Francisco E. A. (Orgs.) Guerras no Mar: Batalhas e Campanhas Navais que mudaram a história. RJ. Record, 2009 p. 39. Em relação aos elementos de guerra, é correto afirmar que o texto descreve à seguinte batalha naval: (A) da Jutlândia, quando a armada britânica obteve uma vitória estratégica, pois conseguiu conter a frota germânica no Mar do Norte, mas por outro lado os alemães obtiveram uma vitória tática em virtude de terem afundado mais navios dos adversários. (B) da Normandia, quando a Royal Navy conseguiu uma vitória tática ao conter a força de submarinos da Kriegsmarine no Mar Bálticos, porém a Esquadra da Alemanha obteve uma vitória estratégica ao atacar a principal base naval do Reino Unido chamada Scapa Flow. (C) de Hampton Roads que é caracterizada por ser um conflito naval no qual a armada alemã obteve uma vitória decisiva por ter conseguido utilizar de modo eficiente os canhões dos seus dreadnoughts, tais como o do navio Wiesbaden, contra os cruzadores britânicos. (D) da Jutlândia, na qual após o afundamento do navio tanque HMS Galátea, a Esquadra liderada pelo Almirante Sheer conseguiu uma vitória logística ao impedir o abastecimento das forças de superfície inglesa, mas por outro lado representou uma vitória tática do Almirante Beatty porque o mesmo conseguiu atacar a principal base naval dos seus inimigos chamada Wilhelmshaven. (E) da Normandia, que significou uma vitória tática alemã porque sua armada conseguiu romper o bloqueio naval imposto pela Royal Navy no Mar do Norte, mas terminou com uma derrota germânica pelo apoio logístico fornecido pelos Estados Unidos depois de este ter entrado nessa guerra mundial em 6 de abril de 1917. .
07) QOA-AA-AFN/2019 Um dos mais importantes pesquisadores da história militar-naval do século XX foi o britânico John Keegan (1934 - 2002), professor da Academia Militar de Sandhurst do Exército britânico. Esse pesquisador, em seu livro intitulado Uma História da guerra (1995), tece uma série de discussões com outro grande teórico da história, o prussiano Carl von Clausewitz (1780 - 1831), um militar que foi diretor geral da Academia Militar de Berlim e autor da obra Da Guerra (1832). Sobres tais discussões é correto afirmar que: (A) o enorme acerto, para Keegan, do corpo teórico de Clausewitz foi ter associado todo e qualquer tipo de guerra a um ato econômico, isto é, as batalhas, as lutas e as escaramuças têm motivação monetária e não cultural ou política. (B) a grande falha, segundo Keegan, da instrumentação teórica de Clausewitz foi não ter compreendido que a cultura é uma força tão poderosa quanto a política na escolha dos meio militares e, com frequência, tem maior probabilidade de prevalecer do que a lógica política ou militar. (C) o gigantesco erro, de acordo com Keegan, do arcabouço teórico de Clausewitz foi ter associado os conflitos humanos a um ato cultural, ou seja ter acreditado que a guerra é um instrumento da cultura de um dado povo, em especial, de seus governantes. (D) a imensa sabedoria, na visão de Keegan, das teses propostas por Clausewitz foi ter limitado a cosmovisão da arte da guerra a um ato político, visto que a política é uma atividade autônoma e superior a todos os demais padrões da vida humana, por exemplo, a economia e a cultura. (E) o grave engano, na ótica de Keegan, na teoria proposta por Clausewitz foi ter compreendido a religião como o principal mecanismo de declaração de guerra entre os povos civilizados do mundo ocidental, em particular, na Europa Ocidental pós iluminista. .
1 º BATERIA DE EXERCÍCIOS HISTORIA MODULO I QUESTOES 16 A 36 gnnn vvvvv.
01) Berço da civilização ocidental, foi também no mar Mediterrâneo que floresceram as atividades marítimas da Antiguidade. Unindo todo o mundo conhecido da Antiguidade Ocidental, o mar Mediterrâneo foi desde cedo usado para o estabelecimento de relações entre os povos por ele banhados. Qual afirmativa abaixo encontra-se correta sobre o uso do mar? (A) O mar Mediterrâneo não foi apenas via de escoamento e troca de riquezas, mas também foi meio de propagação de ideias. (B) O oceano Atlântico foi, desde a Antiguidade, palco de navegação das nações que viviam no mar Vermelho. (C) A navegação fluvial era interligada a navegação marítima. No período denominado de Antiguidade, todas as cidades comerciais marítimas eram também fluviais. (D) No mar, primeiro era levado em consideração as questões militares, como meios de defesa e quantidade de soldados embarcados. (E) A capacidade de uma nação de se formar como império era medida inversamente à sua interação com o mar. .
02) Para a Antiguidade Ocidental, o mar era o Mediterrâneo. Apenas ele tinha grande significação para o “arquipélago” de civilizações que o rodeou. Os barcos que os homens construíram eram próprios apenas para as distâncias relativamente curtas de um mar relativamente fechado. O grande oceano permaneceu desconhecido do homem comum, com raras exceções [...]. Indique abaixo uma dessas exceções que expandiram os horizontes de nações mediterrâneas. (A) A construção do porto de Alexandria no Egito.. (B) A fundação da cidade de Cartago (C) A expansão comercial fenícia na direção do mar Vermelho. .(D) A queda da cidade de Tiro nas mãos persas (E) A unificação do Egito com Ramsés II. .
03) A história documentada do poder marítimo tem início em meio a uma grande crise. O tipo mais comum de crescimento econômico e demográfico dos povos antigos era através da conquista de novas terras e outras gentes. Assim, adquiriam-se, às custas de um vasto investimento em vidas e em equipamentos bélicos, recursos naturais e humanos para a expansão necessária como processo de desenvolvimento e riqueza. Esse modelo econômico de crescimento é chamado de: (A) Modelo Básico. (B) Modelo Imperial. (C) Modelo Real. (D) Modelo Primário. (E) Modelo Principal. .
04) Os aspectos geográficos são os mais importantes para a determinação de um povo como sendo de caráter terrestre ou não. Terras férteis e abundância de matérias-primas que suprissem um povo obrigatoriamente o fixariam em sua posição geográfica, no entanto, a escassez de alimentos, ou de produtos, forçosamente o impeliria a sair de suas terras em busca de suas necessidades. Qual afirmativa abaixo encontra-se correta sobre as características geográficas de uma nação e o uso dos recursos hídricos? ( (A) Os povos que viviam em penínsulas evitaram a todo custo tomarem a direção do mar. (B) Grandes rios como o Nilo, o Tigre e o Eufrates eram barreiras muito densas para o desenvolvimento do homem da Antiguidade. (C) Impérios que se formaram próximos a grandes volumes de água tiveram maiores dificuldades de controle do acesso ao seu território. (D) Notadamente, as vias de comércio e transporte fluvial ou marítimo sempre foram – e ainda são – as mais fáceis e baratas de serem exercidas. ( E) Impérios terrestres como o grego e o fenício foram fundamentais para a construção da Antiguidade. .
05) O Modelo Imperial requeria um elemento essencial à sua execução, as forças armadas, sem as quais não haveria, evidentemente, qualquer conquista, porque todas eram realizadas pelo fio da espada. Então, ao se falar em Modelo Imperial, subentende-se o exercício pleno do poder militar. Grandes operações militares já se faziam entre os antigos, todas de caráter eminentemente terrestre. A primeira vez em que aparece o elemento naval em grande escala foi (A) das tentativas encetadas do império persa para dominar a Grécia, durante a segunda metade do século VaC. (B) quando se conseguiu construir navios capazes de suportar o fogo dos canhões. (C) após o desenvolvimento do corvo, um elemento que facilitou as operações de combate naval na Antiguidade. (D) determinada pela possibilidade de se operar septrremes. (E) em “um ataque da Ásia sobre a Europa”. .
06) Assim como a ruptura das linhas de comunicações marítimas pode implicar a derrota de forças terrestres, pode-se neutralizar ou eliminar a ação marítima por operações terrestres bem orientadas. Qual exemplo abaixo representa esta afirmativa acima? (A) As ações de Temístocles em Salamina, contra o império persa. (B) As ações de Pompeu para eliminar a pirataria no mar Mediterrâneo . (C) A investida de Teodósio da Capadócia para a conquista da Grécia. .(D) A campanha de Alexandre, o Grande, quando saiu para a Ásia Menor, para conquistar o império persa (E) A batalha desenvolvida por Cimon para encerrar as Guerras Médicas. .
07) Há vulnerabilidade dos exércitos operando longe de suas bases, quando dependentes de comunicações marítimas, se estas não forem devidamente conservadas. Outro exemplo que encontramos na história na mesma situação de Xerxes na península Helênica foi o de (A) Napoleão, no Egito. . (B) Otávio Augusto, na Grécia. (C) Temístocles, na Pérsia. (D) Napoleão, na Rússia (E) Júlio César, no Egito.
08) O comércio, ou a necessidade de busca por produtos, não explica por si só a opção de um povo pelo mar. Temos vários exemplos de que esta opção se deu de modo forçado pelas próprias necessidades naturais advindas do progresso social de seus habitantes, como por exemplo (A) a necessidade de expansão marítima grega, primeiro provocada pela invasão da península, depois pelo progresso do comércio marítimo.. . (B) a fusão entre os povos do Sul, do Alto Egito, com os do Norte, do Baixo Egito, utilizando-se dos territórios desérticos da planície de Abu Siebel (C) a expansão dos povos fenícios ao longo do mar Vermelho, na busca de terras férteis e rotas terrestres de comercio com o Oriente (D) a que ocorreu com as comunidades latinas encabeçadas por Roma ao longo da península Itálica . (E) quando os povos ibéricos, comandados pelo grande herói desta nação, Viriato, conquistou ainda na Antiguidade as terras onde hoje se localizam Portugal e Espanha. .
09) Faça uma correta correlação entre a primeira e a segunda coluna sobre as principais Profissões Marítimas da Antiguidade e marque a única opção que contém uma sequência possível: A - Capitão - Oficial diretamente subordinado ao capitão. Responsável pela operação e manutenção dos canhões de bordo. B- Condestável - Comanda a guarnição, dirige as tarefas de bordo e a manobra de âncoras e velas. C- Piloto - Pessoa com experiência no mar e habilidades em marinharia. D -Mestre - Comandante do navio. Responsável pelo cumprimento da missão. E- Escrivão- Cuida da navegação. F Marinheiro Oficial de fazenda, encarregado de escriturar a receita e despesa de bordo dos navios de guerra. G Grumete Pessoa sem experiência no mar. Faz atividades pesadas. (A) B, C, E, A, D, G, F. . . (B) B, D, F, A, C, E, G (C) A, B, C, E, D, F, G. (D) C, D, G, A, E, B, F (E) D, E, B, C, A, F, G. .
10) Se compararmos os dois tipos básicos de navios na Antiguidade, vemos que o primeiro era lento e bojudo, ao passo que o segundo era rápido e esguio, o que se explica pelas suas finalidades, sendo INCORRETO afirmar que: (A) o navio mercante pretendia transportar o máximo possível de carga com um mínimo de custo operacional. . (B) o navio de guerra queria chegar o mais rapidamente junto do inimigo para combatê-lo, pouco importando quanto custasse isso em termos de dinheiro. (C) devido ao peso elevado das cargas, os navios mercantes tinham longas filas de remadores dispostos no bordo (D) enquanto um navio mercante tinha uma tripulação pequena, um navio de combate levava, em média, 200 homens. (E) a necessidade de alimentar os remadores e mais a despesa com todos os guerreiros e tripulantes, fazia com que um navio de guerra fosse caro e que só os governos podiam permanentemente manter. .
11) O transporte de riquezas pelo mar deu ensejo ao surgimento da pirataria, tão antiga quanto o próprio comércio marítimo. Isso suscitou a necessidade de os navios mercantes se defenderem, para o quê se embarcaram guarnições aguerridas, aptas para o combate de (A) abordagem. . (B) artilharia (C) fuzilaria. (D) arquearia. (E) marinhagem. .
12) A crescente ameaça ao comércio marítimo só pôde efetivamente ser controlada pela criação de navios especiais, com grande capacidade de manobra, cujo fim era a defesa dos poucos “navios redondos”. Assim surgiu (A) nos navios mercantes uma rampa de acesso de batalha, localizada no convés inferior, denominada de “corvo”. . (B) a trirreme, um navio adaptado, mescla de navio mercante com navio de guerra, (C) nos navios bélicos uma rampa de acesso de batalha, localizada no convés inferior, denominada de “corvo”. (D) o aríete na proa dos navios mercantes, para a defesa da embarcação em caso de ataque inimigo (E) o navio de guerra, a serviço dos navios mercantes e, portanto, da economia de cada nação ou império. .
13) AA/AFN 2004 Qual dos povos da Antiguidade Oriental se notabilizou por utilizar largamente de uma Marinha como instrumento de prática de comércio? (A) Hebreus. (B) Iberos. (C) Celtas. (D) Gauleses. (E) Fenícios. .
14) AA/AFN 2013 “Por causa do seu fundo chato e de sua pouca resistência aos temporais, os navios de guerra não fundeavam como os mercantes; eram puxados para terra, ficando em seco”. Fatos da História Naval. ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto. Pág 15. Devido a essa particularidade dos navios na Antiguidade, ocorreram “batalhas navais” travadas em terra, quando acontecia de um inimigo atacar a esquadra antes que os navios pudessem ser postos a flutuar. Dentre essas batalhas pode-se destacar as de (A) Salamina e Maratona (B) Zama e Jutlândia. (C) Órbigo e Hastings. (D) Ácio e Abrito (E) Micale e Egos-Potamos. .
15) O navio de guerra egípcio, do qual temos a melhor descrição entre os mais remotos, tinha pouca boca, o que lhe valeu ser chamado de “navio comprido”, pois, ao contrário do mercante, era bem mais estreito. Tinha o fundo chato, o que, juntamente com a característica anterior, fazia com que oferecesse pouca resistência à água. Sua propulsão principal era (A) a vela... (B) o motor (C) o remo (D) o rostrum . (E) o verdugo.
16) Quanto às suas dimensões, sabemos que uma trirreme grega tinha geralmente 25 metros de comprimento por apenas seis metros de boca. O navio de guerra conduzia a bordo, além do pessoal marítimo como qualquer navio, os guerreiros e os remadores. Os guerreiros eram soldados terrestres que simplesmente embarcavam e seus comandantes lideravam a batalha naval. Mais tarde, porém, o combatente do mar foi se distinguindo do combatente de terra, sendo o primeiro “general do mar”, ou seja, o primeiro almirante, (A) o ateniense Temístocles. . (B) o grego Cimom. (C) o romano César . (D) o ateniense Formion (E) o persa Artemis. .
17) A arma principal do navio de guerra não era o soldado que ia a bordo, mas uma protuberância colocada na proa à linha d’água chamada esporão, aríete ou rostrum, destinada a penetrar profundamente na nave inimiga e, assim, pô-la a pique; acontecia, porém, muitas vezes, que o esporão se quebrava com o choque e o navio atacante, com um rombo na proa, também ia a pique. Quem foram os grandes aperfeiçoadores desta arama? (A) Os gregos, que conseguiram encouraçar a estrutura frontal dos navios.. . (B) Foram os fenícios, que passou a revestirem a arma de bronze, o que o tornou ainda mais temível (C) Os romanos, que associaram uma prancha a esta estrutura, rebatizando-a de corvo. (D) Os egípcios, que dominando as técnicas de funilaria de metais, forraram de ferro os aríetes (E) Os persas, que ao dominarem as comunidades fenícias de Tiro e Sidon, incluíram os reforços na arma. .
18) Sobre a civilização egípcia, instalada no extremo nordeste da África, em região desértica, a civilização egípcia floresceu as margens do rio Nilo, se beneficiando de seu regime de cheias, o que permitiu na Antiguidade ser o Egito um grande fornecedor de: (A) alimentos, principalmente grãos. . (B) madeiras, principalmente de construção naval . (C) metais preciosos, principalmente ouro (D) alimentos, principalmente da pecuária extensiva . (E) pedras preciosas, principalmente rubis e esmeraldas.
19) Como o Nilo era navegável, mesmo no período de seca, e os canais que sulcavam o país contribuíam para intensificar o tráfego, se explica a existência de um animado tráfego interior em contraste com a navegação costeira, muito deficiente pelas razões abaixo, EXCETO: (A) serem as costas desprovidas de abrigos (B) existirem preceitos sacerdotais que predicavam a aversão ao mar. (C) haver falta de madeiras para a construção naval. . (D) não haver comunidades marítimas à sua época para as trocas comerciais. (E) serem as costas perigosas para a navegação. .
20) Alguns faraós se esforçavam por completar e aperfeiçoar a obra de organização do comércio egípcio realizado por seus predecessores, fundando centros de negócios e uma frota mercante, buscando colocar nas mãos dos egípcios o monopólio do tráfego das especiarias. A expedição naval mais importante, financiada por egípcios, ocorreu século VIaC e ficou conhecida como: (A) Hégira, e abrangeu as mais importantes áreas comerciais da Antiguidade. . (B) Epopéia, devido ao alcance da expedição até as terras controladas pela gregos. (C) Arfada, e contou com o apoio das comunidades meso-orientais da Mesopotâmia. (D) Tebana, pois ocorreu na mesma época da transferência da capital egípcia para Tebas, no Vale dos Reis (E) Périplo de Hanno, onde navegadores fenícios fizeram o périplo africano. .
21) AA/AFN 2004 Qual dos povos da Antiguidade Oriental se notabilizou por utilizar largamente de uma Marinha como instrumento de prática de comércio? (A) Hebreus. (B) Iberos. (C) Celtas. (D) Gauleses. (E) Fenícios. .
HISTORIA MODULO I 2ª BATERIA vvvvv vvvvvvvvvv.
01) Embora os egípcios não tenham sido os principais navegadores da Antiguidade, a melhor descrição que temos de um navio mercante provém deles, dos seus navios redondos, de forte calado, de boca larga e utilizando-se de velas, destinados ao comércio marítimo. Essa evolução veio junto com o desenvolvimento egípcio e apoiado no comércio marítimo de qual nação? (A) Dos gregos. . (B) Dos romanos. (C) Dos fenícios (D) Dos persas. (E) Dos eginetas.
02) Conquistado através dos séculos , pelos assírios, persas, e por fim pelos gregos, sob Alexandre “O Grande”, o Egito não perdeu a importância comercial. Bem pelo contrário, com um gesto de vidente, o conquistador macedônio Alexandre fundou uma cidade numa situação incomparável, na costa vasta e sem refúgios de um país interior, incomensuravelmente rico, na desembocadura do seu único rio de grande porte, no limite de duas partes do mundo asiático e africano e unido com a Europa pelo mar Mediterrâneo. Qual era esta cidade? (A) Tiro, com o aval dos povos fenícios conquistados, o que tornou a cidade a guardiã do comércio marítimo.. . . (B) Alexandria, que se converteu na praça comercial mais grandiosa do mundo antigo (C) Calecute, uma praça comercial tão formidável que durou até a conquista portuguesa no século XV (D) Cartago, que mais tardiamente, após a queda do Império Macedônico, passou a ser disputada por fenícios, gregos e romanos (E) Calcedônia, na costa Dálmata, com uma posição comercial privilegiada entre latinos e gregos.
03) As referências feitas por Plutarco, um pensador e filósofo grego, e por outros historiadores ao número de navios queimados pelos soldados de Júlio César durante a conquista romana, mostram não terem sido pequenos os recursos do Egito no mar, malgrado o caráter terrestre de seu povo. Em qual outro momento da História vemos navios egípcios envolvidos na construção do Império Romano? (A) No uso dos navios egípcios por Pompeu na luta para encerrar a pirataria no Mediterrâneo. . (B) Nas batalhas das ilhas Cíclicas, quando Otávio Augusto venceu as forças de Júlio César nas batalhas. (C) Nas batalhas de Pompeu contra Júlio César, ao fim do Primeiro Triunvirato. (D) Na conquista da Pérsia, feita pelo General Pompeu e as forças navais do egípcio Marco Antonio (E) No emprego da Esquadra de Cleópatra, como forças navais de Antônio na guerra contra Augusto.
04) A Mesopotâmia se situa no Oriente Médio entre os rios Tigre e Eufrates, que ficam no atual Iraque, na região conhecida como Crescente Fértil, origem dos povos persas. O período de maior florescimento persa ocorreu no reinado de Dario I, no entanto, seu avô, Ciro I, foi quem dominou a região do Império Babilônico em 539 aC, submetendo seus vizinhos medos, e seu pai, Cambises II, que posteriormente conquistou (A) o Egito, na Batalha de Pelusa em 525aC, depondo o faraó Psamético III. . (B) a Grécia, na Batalha de Platéia, em 501aC, depondo o rei de Atenas, Cipango. (C) a Fenícia, tomando sua capital Tiro em 510aC, obrigando a fuga de Mesopoteu I (D) a Grécia, abrindo espaço para a conquista macedônica de Felipe II. (E) a Lira, região compreendida entre a Pérsia e a Grécia, terra dos povos Medas. .
05) O povo mais antigo que se constituiu como uma talassocracia é o cretense, que habitava a ilha de Creta, hoje pertencente à Grécia. No seu tempo, os cretenses formaram um poderoso império marítimo, no entanto, uma série de problemas naturais e políticos levaram aquele império à ruína. A herança dos cretenses foi recolhida por qual povo? (A) Pelos gregos, que conquistaram a maior parte da costa Norte da àfrica. (B) Pelos babilônicos, que estenderam seu domínio pelo mar Vermelho . (C) Pelos fenícios, que dominaram quase toda a extensão do Mediterrâneo. (D) Pelos romanos, responsáveis pela consolidação do império egípcio sobre a Numídia . (E) Pelos eginetas, que acabaram se constituindo como a segunda talassocracia da História.
06) Os fenícios exploraram sucessivamente as costas do Mediterrâneo e as ilhas dos arquipélagos, tornando-se depositários da cultura de seu tempo, devido aos múltiplos contatos, e indispensáveis nas relações comerciais, ao ponto de terem obtido dos faraós egípcios (A) a exclusividade do comércio de metais preciosos obtido no Vale dos Reis. (B) a totalidade das relações comerciais egípcias pelo mar Vermelho. (C) o monopólio da grande e pequena cabotagem entre os portos daquele Império. (D) o controle do postos de comércio egípcios no Levante (mar Negro). (E) a guarda dos empórios faraônicos nos mares Vermelho e de Chipre.
08) Os fenícios exploraram sucessivamente as costas do Mediterrâneo Oriental e as ilhas dos arquipélagos, oferecendo aos gregos os produtos da indústria egípcia ou asiática. Forçados mais tarde pelos progressos da Marinha grega a se retirarem, pouco a pouco, das ilhas dos arquipélagos do mar Egeu, os fenícios estabeleceram numerosos empórios (A) nas ilhas britânicas. .. . (B) nas costas das atuais Síria e Palestina (C) ao longo do mar Vermelho (D) na parte Ocidental do Mediterrâneo (E) na costa Leste da África. .
09) Na ilha da Sicília, atualmente pertencente à Itália, o avanço dos colonos gregos no começo do século VIII aC, provocou a retirada gradual dos fenícios para o noroeste da ilha, onde eles conservaram algumas cidades, todas sob controle de (A) Tiro... (B) Sidon (C) Passárgada (D) Biblos. (E) Cartago.
10) No oceano Atlântico, na direção Sul após o Estreito de Gibraltar, os fenícios chegaram a estabelecer pontos de apoio (A) Scilly (Inglaterra). .. . (B) na Irlanda (C) no arquipélago dos Açores (D) nas ilhas Canárias (E) na península Ibérica. .
11) No oceano Atlântico, na direção Norte após o Estreito de Gibraltar, os fenícios chegaram a estabelecer pontos de apoio (A) Scilly (Inglaterra). . . (B) na Irlanda (C) no arquipélago dos Açores. (D) nas ilhas Canárias (E) na península Ibérica. .
12) As cidades fenícias não se comunicavam facilmente uma com as outras, a não ser por mar, e conservaram entre si uma autonomia, constituindo mesmo cada centro urbano uma unidade política independente. Tal característica foi responsável fato abaixo relacionado? (A) O distanciamento acabou por definir em cada cidade um tipo diferente de construção naval, tornando suas esquadras heterogêneas (B) Entre elas, nasceu rivalidades ferozes, chegando algumas a emprestar esquadras às potências estrangeiras para abater a rival. (C) Devido ao isolamento vivido entre as cidades, cada uma negociava um determinado tipo de artigo comercial e uma área definida (D) Enquanto algumas cidades tornaram-se importantes, outras foram subjugadas, o que atraiu o interesse estrangeiro sobre seu território (E) A falta de uniformidade entre as cidades não permitiu que houvesse crescimento econômico ou militar em uma delas. .
13) Naturalmente as dissensões internas facilitaram a agressividade das nações próximas e, além dos egípcios, os fenícios sofreram o domínio de vários outros povos no decorrer de sua história. Qual cidade fenícia teria sido construída por imigrantes que fugiam ao domínio estrangeiro ou a lutas internas? (A) Tiro. (B) Sidon (C) Passárgada (D) Biblos (E) Cartago. .
14) Através dos séculos e apesar das múltiplas vicissitudes, o comércio marítimo ficou sendo sempre a principal atividade do povo fenício. Para conservar o monopólio do tráfego marítimo, as comunidades fenícias guardavam rigorosamente secretos seus itinerários comerciais, sendo INCORRETO afirmar sobre os fenícios que: (A) aos artigos trazidos de países longínquos associavam lendas de serpentes aladas e gigantescos pássaros venenosos. (B) quando preciso, assaltavam os navios de outros povos que ousassem concorrer aos mesmos mercados e indicavam derrotas erradas com o fito de causar a perda dos rivais. (C) para estenderem as suas navegações tornaram-se exímios construtores navais. Os seus navios eram quase redondos e de pouco calado, a fim de poderem navegar junto à praia. ( D) venciam o vento contrário por meio de velas largas e grandes remos, tanto em seus navios de comércio quanto de guerra, todos longos e afilados. (E) ainda foram os fenícios os primeiros a aproveitarem no mar as observações astronômicas de que os outros povos se serviam para adivinhações. .
15) A superioridade dos fenícios no setor marítimo era reconhecida por todos os demais povos que, ou recorriam diretamente à utilização de sua Marinha, ou encomendavam a construção de suas frotas nos estaleiros de Tiro e Sidon. Qual exemplo abaixo retrata um desses momentos? (A) Os navios fenícios foram utilizados pelos romanos no fim das Guerras Senatoriais e início do Império. ... (B) Navios fenícios foram largamente empregados pelos egípcios na consolidação daquele Império (C) Também foram em navios fenícios que os persas procuraram disputar aos gregos o domínio do mar Egeu no decorrer das Guerras Medas (D) Navios fenícios empregados na exploração do Atlântico foram responsáveis pela descoberta do Arquipélago dos Açores e da Ilha da Madeira (E) Os navios de construção fenícia foram os principais nas Guerras Púnicas. Alugados pelos romanos nas cidades de Tiro e Sidon, foram empregados nas primeiras batalhas navais na ilha da Córsega.
16) A Fenícia a primeira nação no mundo antigo a se constituir e evoluir sob a influência contínua e direta do mar. O que arruinou a potência econômica fenícia próximo a 332aC? (A) A fundação de Alexandria. . (B) As Guerras Médicas (C) A concorrência comercial com os gregos. (D) A disputa militar com Roma. (E) As Guerras Púnicas. .
17) Graças à sua situação geográfica favorável, no norte da África, do lado Ocidental do Mediterrâneo e de frente à Península Itálica, e à intensa atividade comercial exercida por seus habitantes, Cartago se tornou a mais poderosa das colônias fenícias do Ocidente. Ela era o único grande centro africano ao qual afluíam as caravanas do interior do Continente Negro, de modo que o tráfego incessante a enriqueceu com singular rapidez, no entanto, isso ocorreu apenas (A) após as Guerras Médicas entre gregos e romanos. . (B) quando houve a unificação das cidades fenícias em uma federação marítima. (C) após a contratação de navios piratas, que passaram a fazer a proteção aos navios comerciais de Cartago (D) depois que Tiro perdeu a primazia comercial e política em consequência do desastroso domínio assírio. (E) quando os exércitos cartagineses conseguiram conquistar e controlar todas as cidades do Norte da África.
18) Ao contrário da Roma Republicana, negociar para o cartaginês era uma grande honra. A aristocracia não se considerava diminuída, consagrando seus recursos e atividades aos afazeres comerciais. Muitos nobres eram armadores ou banqueiros, no entanto, a intervenção do Estado se mostrou muito eficaz na organização de expedições de fins comerciais através dos mares ainda inexplorados, como a viagem de (A) Miríades, na conquista das ilhas britânicas. (B) Hanno (ou Hannon) ao longo da costa africana (C) Sezóstres, na obtenção do monopólio das ilhas gregas. .(D) Hamurabi, que reduziu as cidades comerciais do mar Vermelho em tributadores aos fenícios. (E) Sátrapa, que a partir das satrápias, instituições comerciais fenícias, controlou o comércio babilônico.
19) Nas vésperas das Guerras Púnicas, o domínio comercial de Cartago, tanto no Mediterrâneo como no Atlântico, era considerável. Para explorar esse domínio, Cartago dispunha de um aparelhamento do qual se conhecem certos elementos, sendo correto afirmar que: (A) em todos os portos do Mediterrâneo, os cartagineses mantinham oficinas para o reparo de suas embarcações. . . (B) nas principais cidades comerciais gregas, os cartagineses eram os mais proeminentes comerciantes (C) a frota mercante fenícia era conhecida pelas dimensões de suas unidades, grandes galeras que navegavam a vela e, na falta de vento, a remos (D) após as guerras Médicas entre os persas e gregos, os fenícios de Cartago se apoderam das cidades comerciais marítimas persas. (E) no Egito, ao longo do rio Nilo, somente comerciantes de Cartago dispunham de aparato marítimo para o comércio fluvial daquele Império.
20) As forças de Cartago aumentaram mais ainda nas sucessivas lutas com os etruscos, gregos, massílios e finalmente com os romanos, e era espantosa a rapidez com que suas perdas eram substituídas, graças à padronização dos meios navais. Qual era a base marítima principal de Cartago? (A) Era a cidade de Sezóstres.. (B) As cidades ao longo da atual costa da Espanha. (C) A cidade de Messina, na ilha da Sicília (D) Era a própria Cartago. (E) A cidade de Tiro, após a queda para os assírios e reconquista cartaginesa.
21) A política comercial cartaginesa, se foi nociva para os povos marítimos rivais, como os gregos e romanos, não o foi menos nociva para as comunidades fenícias confederadas cujos interesses foram sacrificados aos fins particulares exclusivistas da cidade que as dominava. É fácil compreender como o princípio do mar livre, pregado pelos romanos durante a luta com o estado cartaginês (Guerras Púnicas), atraiu bem cedo o favor e o apoio das populações submetidas ao jugo marítimo de Cartago, com grande dano para esta. Como ficou conhecida a política romana para os mares? (A) Talassocracia. . (B) Mare nostrum. (C) Maritimocracia (D) Almirantado. (E) Governo Naval.
22) Em meio à manobra náutica, os cartagineses, superiores marinheiros, poderiam investir com seus esporões contra os navios latinos antes de dar aos romanos a oportunidade de se valerem de sua superioridade militar. Qual foi a solução romana? (A) Inventou a trirreme. (B) Inventou o corvo. (C) Abandonou a navegação (D) Fortaleceu os exércitos embarcados. (E) Construiu embarcações com aríetes.
23) Sendo a ilha da Sicília o pivô da disputa com Roma, a guerra a ser travada tinha que ser marítima e Cartago tinha a vantagem. Com sua poderosa e adestrada marinha, os cartagineses punham sua capital a salvo das investidas romanas, enquanto interditavam o comércio marítimo de Roma e pilhavam suas costas. Só restava aos romanos qual alternativa? (A) Se aliar aos gregos da península Helênica para enfrentar Cartago.. (B) Se afastar da Sicília e buscar outras áreas de atuação. (C) Contratar exércitos mercenários para atacar Cartago (D) Buscar auxílio no Egito, após a fragmentação de Alexandre. (E) Se transformar em nação marítima.
24) A luta entre Cartago, potência marítima de primeira ordem dentro do Mediterrâneo, e Roma, que se afirmava como potência terrestre em plena expansão continental, teve como causa primordial das chamadas “guerras púnicas” a rivalidade comercial marítima. Identifique abaixo as afirmativas com sendo certas ou erradas e marque a única opção correta. ( ) No séc. IIaC, já Cartago, antiga colônia fenícia no norte da África, exercia intensa atividade comercial marítima no mar Mediterrâneo. ( ) No séc. IIaC, os gregos haviam acabado de conquistar a península itálica, englobando em seu novo território político as cidades do sul da “bota” italiana. Eles eram excelentes soldados de terra, que em sucessivas campanhas dilataram o que mais tarde formou o Império Grego ( ) Vendo a expansão romana, Cartago logo pressionou os gregos da Sicília, produtores de trigo, a fim de manter essa ilha sob sua tutela, antes que Roma se apoderasse dela. A ameaça cartaginesa, entretanto, gerou a grande crise que se iniciou em 264aC e que só terminou após três guerras sucessivas, com o arrasamento da cidade de Cartago em 146aC (A) C C C (B) C E C (C) E C C (D) C C C (E) E E E .
25) O corvo, aliado à total surpresa com que apareceu, foi a causa da vitória romana no mar sobre os cartagineses, na batalha de (A) Cnemo, na costa da Grécia. (B) Egatas, na costa da Itália. (C) Lipari, na costa da Sicília (D) Miles, na costa da Síria. (E) Tolusa, na costa da África. .
26) A segunda Guerra Púnica, realizada entre 218-202aC, foi eminentemente terrestre, na qual o gênio cartaginês de Aníbal soube fazer uma potência de tradição marítima como Cartago levar Roma quase à rendição por meio de uma campanha terrestre partida da Espanha, colônia cartaginesa, portanto (A) ela foi de aniquilamento de Roma, como desejava Catão. (B) a segunda guerra púnica nada acrescentou de importante ao problema do poderio marítimo. (C) os romanos arrasaram Cartago, após uma heroica resistência. (D) as guerras púnicas não tiveram um acentuado motivo econômico. (E) evidencia o cuidado de Cartago em afastar Roma de suas áreas de influência. .
01) No fim da Primeira Guerra Púnica, Roma procurou instalar-se por sua vez no além-mar. A política econômica do Estado romano afastou-se do seu fim tradicional e adotou novas diretrizes. Com essa guerra começou uma nova história de Roma e do mundo, sobretudo porque acarretou na Itália o aparecimento da era mercantil na antiga sociedade agrícola, aristocrática e guerreira. A conquista da Sicília resultou em qual característica aos romanos? A) A mudança de uma sociedade guerreira marítima em uma sociedade comercial terrestre. (B) Os mercadores italianos e romanos aumentaram em número e riqueza. (C) Tornaram-se imediatamente os senhores do Mediterrâneo e estenderam suas conquistas até o mar Vermelho. (D) Assenhoraram-se de todas as regiões do Mediterrâneo ainda no século IIaC. (E) O inicia da guerra regular contra os egípcios.
02) De uma lenta decomposição de uma sociedade guerreira, agrícola e aristocrática, que havia começado quando Roma já tinha conquistado a hegemonia militar no Mediterrâneo, nasceu o que se pode chamar o verdadeiro imperialismo romano. Essa política foi inaugurada por qual fato abaixo descrito? (A) Pela primeira declaração de guerra a Cartago, em 246aC. ( ( ( B) Pela invasão dos gregos à Península Itálica. C) Pela conquista do Egito em 29aC. D) Pela terceira declaração de guerra a Cartago (149aC) e pela conquista da Macedônia e da Grécia. (E) Pelo fim das guerras civis e início do domínio do Senado romano.
03) A vitória sobre Cartago fez Roma senhora do Mediterrâneo Ocidental. A conquista da Grécia, a derrota dos soberanos orientais Antíocus, Mitridate e mais tarde Cleópatra asseguraram sua hegemonia nos mares orientais. Entrementes, a profunda mudança operada na estrutura social e econômica da Itália colocou a população romana em qual condição? (A) Na dependência estreita das comunicações marítimas. B) Na busca de estabelecer exclusivamente rotas terrestres para Roma. C) Na mudança da estrutura política de marítima para terrestre. (D) No controle social e político exercido pelos militares. (E) No fim da estrutura imperial e início do controle senatorial.
04) O surgimento do poderio dos piratas prova a que ponto Roma se julgava segura em todas as áreas do Mediterrâneo. Exagerando sua quietude, não vendo nenhum Estado cuja Marinha a pudesse ameaçar, não tendo a considerar senão os corsários habituais, o Governo Senatorial de Roma tinha, por incúria, deixado suas frotas ao abandono. Quem salvou Roma da pirataria? (A) O Almirante César. (B) O Comandante Caio. (C) O Capitão Marcus Tercio. (D) O Comandante Lépido. (E) O General Pompeu. .
05) A partir da década de 50aC a Marinha romana desempenhou papel saliente nos acontecimentos. Em todas as guerras civis do fim da República, a vitória pertenceu aos que se deslocavam mais facilmente e mais rapidamente de um extremo ao outro do Mediterrâneo, como ocorreu (A) nas conquistas de Marco Antonio na Espanha. (B) na vitória de Júlio César contra o Primeiro Triunvirato. (C) nas vitórias de Marco Crasso no Oriente Médio. (D) nas conquistas de Caio Graco na Ibéria. (D) nas conquistas de Caio Graco na Ibéria.
06) Enfim, a luta suprema que presidiu e fundou o regime imperial foi decidida em uma batalha no mar, entre as esquadras de Otávio, comandadas pelo General Agripa, e de Antônio, que contava com a participação de Cleópatra e de navios egípcios. Onde e quando se deu a vitória de Otávio Augusto? (A) No Egito, em 29aC. (B) Na Capadócia, em 43aC. (C) Em Chipre, em 35aC. (D) Em Ácio ou Actium, em 31aC. (E) Na Propôntida, em 25aC.
07) O controle do Mediterrâneo (Mare Nostrum, como passou a ser chamado pelos romanos após a abertura feita a partir da destituição de Cartago) permitiu a Roma dispor durante séculos de uma grande rota central entre suas províncias e, transportando suas legiões por essa via, realizar concentrações de forças, rápidas para a época, nos pontos mais importantes, o que prova (A) a importância de terras para Roma. (B) serem as tropas terrestres mais importantes do que as forças navais para Roma. (C) que Roma era um Império marítimo. (D) que para o Roma, o controle de pontos de terra era mais importante do que as rotas marítimas. (E) que Roma deveria ter expandido para o oceano.
08) O mar, na problemática da expansão dentro do modelo imperial. Foi elemento de conquista, fazendo-se a dilatação dos domínios diretamente por ele, ou usando-se suas facilidades para garantir os movimentos expansionistas, sempre encetados ou levados a efeito pelas forças militares. Outros aspectos do mar restrito da Antiguidade são listados abaixo, EXCETO (A) As marinhas de guerra surgiram na aurora da História com uma missão específica que deve ser permanentemente lembrada: a defesa do tráfego marítimo. (B) As primeiras linhas comerciais ao longo das costas mediterrâneas despertaram cedo o desejo do enriquecimento às custas do assalto às embarcações mercantes carregadas de material de troca. (C) A solução encontrada para a proteção aos navios mercantes foi a criação de um tipo novo de navio, com grandes características de mobilidade (embora lhe faltassem resistência ao mar e raio de ação), especificamente dedicado à guerra, tanto defensiva como ofensiva. Estava criada a marinha de guerra, em função da necessidade imposta pelas riquezas “nacionais”, transportadas pela marinha mercante. (D) Diversos problemas tiveram os povos antigos com as atividades piratas. Roma particularmente esteve às voltas com este problema, até que, em 67 aC., Pompeu limpou os mares romanos da pirataria. (E) A pirataria, apesar de não render lucros aos seus participantes, gerava a oportunidade de se abrir novas rotas de navegação para os povos que participavam dessa atividade.
09) Os romanos chamavam de “bárbaros” todos os povos que habitavam além das fronteiras do Império Romano. Depois da divisão do império em duas partes, Oriente e Ocidente, problemas os mais diversos surgiram no quadro militar dos latinos (ocidentais) e gregos (orientais), como invasões e ataques à Roma e Constantinopla. Por que a invasão dos bárbaros para o ocidente europeu não implicou em nenhuma campanha naval? (A) Porque os invasores, sabendo do grande poder de Roma nos mares, evitaram o confronto nesta esfera de ação. (B) Porque foram invasões terrestres, começadas por via pacífica e concluídas com as grandes correntes migratórias para o coração do Império. (C) Porque não havia, naquele momento, capacidade de Roma em executar seu poder nos mares. (D) Porque tanto as esquadras invasoras quanto as romanas estavam envolvidas em guerras no Atlântico e no Levante respectivamente. (E) Porque ao formar esquadras permanentes no mar Negro, Roma destituiu sua capacidade operativa no Atlântico.
10) As diversas disputas internas, que haviam de durar 100 anos, encontraram um ponto final no caso do triunvirato Otávio - Marco Antônio - Lépido. Afastado o último, restavam Otávio no Ocidente e Marco Antônio no Oriente, este de amores com a soberana do Egito, Cleópatra. Otávio partiu contra Marco Antônio, então na Grécia, e as forças mediram-se (A) ao largo do golfo Ambraciano, na grande Batalha de Ácio, em 31 aC. (B) entre os exércitos de Agripa, e os navios de Marco Antônio, em 60aC. (C) na formação do Segundo Triunvirato, em 45aC. (D) quando os navios de Agripa, mais ágeis e manobreiros do que os de Marco Antônio, venceram a batalha da Grécia em 60aC. (E) na disputa de poder que resultou na formação da República Romana.
11) A tática naval da Idade Média, mesmo para navios a pano, como era o caso dos que navegavam no Atlântico, era a (A) artilharia. (B) linha de batalha. (C) abordagem. (D) contra-linha. (E) camuflagem.
12) Otávio Augusto teve em Ácio a vitória militar necessária à união da república sob sua tutela exclusiva. Senhor, assim, do poder romano, Otávio pôde receber o imperium, isto é, os poderes civil, militar e religioso e reformar as instituições romanas, a fim de que fossem atendidas as urgentes necessidades políticas, econômicas e militares das vastas terras de Roma. O que ocorreu no mar Mediterrâneo após a vitória em Ácio? (A) Cresceu a pirataria, de tal forma que Roma teve que reconstruir em regime de urgência uma frota destinada a varrer seus mares e costas. (B) O domínio de Roma formou um mar fechado, parecido como na época de dominação de Cartago, paralisando as atividades comerciais. (C) As atividades navais militares foram cessando, na medida que não havia rivais para Roma, criando, assim, a Pax Romana. (D) A capacidade comercial marítima de Roma foi se estagnando, na medida em que não havia mais áreas de livres de comércio no mar Mediterrâneo. (E) Em terra e no mar estabeleceu-se a Pax Romana, o mais longo período de relativa paz na História.
13) Mesmo após a descoberta da rota marítima para o Oriente, contornando o continente africano, o comércio mediterrâneo se manteve, embora em declínio, constituindo grande preocupação para Veneza e outras cidades italianas que o monopolizavam. No Atlântico, os empreendimentos náuticos foram de caráter diverso. Durante a Idade Média já se realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra dos Cem Anos provocou qual fato do ponto de vista marítimo? (A) Ela ativou particularmente o comércio marítimo atlântico, em face da conflagração nos territórios continentais. (B) Ela impediu o comércio que era exercido entre a Ásia e a Europa, via Mediterrâneo. (C) Ela foi responsável pela morte de milhares de soldados nos territórios continentais, provocando o declínio populacional da Europa. (D) Do ponto de vista marítimo, a Guerra dos Cem Anos afetou apenas o mar do Norte, notadamente o canal da Mancha. (E) Desviou as correntes mercantis que trafegavam no Mediterrâneo para o Pacífico. .
14) No Império Romano do Oriente, fatos marcantes ocorreram em plena Idade Média e tiveram profunda significação em termos navais nas constantes tentativas de desintegração daquele remanescente império. Desta vez, entretanto, a ameaça vinha dos árabes que (A) fizeram diversas investidas, por mar e por terra, até a invenção do fogo grego, aparecido em 677. (B) realizaram uma “guerra santa” contra os cristãos à Leste, na Ásia. (C) impuseram sua vontade a partir de ações políticas contra o comércio cristão no Atlântico. (D) construíram diversas rotas de comércio triangular entre o norte da África, os arquipélagos atlânticos e o mar Vermelho. (E) desenvolveram uma tenaz perseguição aos comerciantes islâmicos e sarracenos.
15) Nas lutas pela conquista de Constantinopla, são vistas grandes campanhas navais decisivas na sorte da Europa Oriental. No quarto ano de sítio que sofria a capital oriental, permitiu ao Imperador Constantino IV, conhecendo as possibilidades da nova arma [o fogo grego] empregá-la com pleno êxito contra seus inimigos, destruindo a esquadra árabe junto ao (A) mar de Mármara. (B) mar Negro. (C) mar Vermelho. (D) mar Mediterrâneo. (E) mar Egeu.
16) O fogo grego era mistura altamente inflamável, que resistia até mesmo à ação da água e que aderia fortemente à madeira das embarcações em que caía. Sua composição é desconhecida até hoje, mas parece que alcatrão e enxofre dela faziam parte. O lançamento era feito por meio de tubos-sifões; foi antepassado do moderno (A) canhão. (B) fuzil. (C) lança-granada. (D) obus. (E) lança-chamas.
17) Sitiada diversas vezes no correr dos séculos seguintes por árabes e turcos, Constantinopla sustentou a luta e permaneceu fora do alcance dos estrangeiros que pretendiam dominá-la. Ela, contudo, que salvara a civilização cristã do Ocidente, obstando o avanço de seus inimigos, veio a ser, por ironia da História, pilhada barbaramente pela (A) terceira cruzada (chamada dos Reis), em1300. (B) quarta cruzada (Comercial), de 1204. (C) primeira cruzada (chamada dos Nobres), em1096. (D) segunda cruzada (Militar), que conquistou Jerusalém em1096. (E) quarta cruzada (Comercial), em 1094.
18) A Batalha de Lepanto é uma das poucas ações navais importantes que não estava ligada a alguma campanha terrestre, com objetivos puramente marítimos. Outro exemplo que encontramos na História é o caso das batalhas navais entre (A) a Inglaterra e Holanda no século XVII. (B) a França e a Inglaterra no século XIV. (C) a França e Portugal no século XVI. (D) a Espanha e Portugal no século XVI. (E) a Holanda e Portugal no século XVII.
19) O aparecimento da pólvora veio dar novas dimensões à guerra e criou na mente dos homens pacíficos um grande temor, muito semelhante, guardadas as devidas proporções, com o que hoje se observa em relação às armas nucleares. As primeiras armas chamadas de fogo foram os canhões; só muito depois é que surgiram as armas portáteis. Na marinha, o canhão forçou lentamente o abandono do navio a remos que, embora mais manobreiro que o navio a vela, (A) consumia muito mais combustível. (B) não podia conduzir o mesmo número de canhões. (C) era mais lento por ocasião das batalhas navais. (D) era muito grande e lento. (E) não podia atingir todos os pontos do mar Mediterrâneo.
20) Durante toda a Idade Média, o comércio marítimo intensificou-se no Mediterrâneo, tendo como principais intermediários as cidades italianas, verdadeiras potências mercantis e financeiras da Europa. Qual explicação abaixo ajuda a compreender o chamado exclusivo colonial italiano no Mediterrâneo? ( (A) A religião praticada pelos italianos era melhor aceita do que as práticas de outros povos europeus. (B) A língua italiana, muito parecida com a árabe, facilitou as conversações e, com isso, as trocas comerciais. (C) A cultura árabe, incluindo sua religião, foi bem compreendida entre os cristãos orientais. (D) As cidades italianas mantinham grandes frotas comerciais, realizando as trocas através de entendimentos com os árabes. (E) Os três principais centros comerciais italianos mantiveram uma era constante de paz e ações que favoreceram o controle das demais áreas europeias.
21) A Inglaterra, sempre notável pela maneira de resolver seus problemas, apresentou um sistema interessante para o emprego dos navios. Havia um acordo entre o rei e os armadores, pelo qual estes cediam seus navios ao governo em caso de necessidade, para que servissem como navios de guerra. Marque abaixo V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas e escolha a única opção correta ( ) Para servirem como navios de guerra, os navios mercantes sofriam uma pequena alteração. Na proa e na popa construíam-se armações de madeira, no formato de torres, destinadas a abrigar os canhões embarcados. ( ) O pouco poder ofensivo dos primitivos canhões impunha que essa arma fosse empregada contra o navio e não contra o pessoal, já que neste não faria dano considerável. ( ) Sendo fracos em seu poder ofensivo, esses canhões navais primitivos eram chamados de mens killers, por só causarem dano forte nos homens. Só mais tarde, aperfeiçoando-se os canhões navais e aumentando-se seus tamanho e poder, eles foram chamados de ships killers, porque danificavam os navios fortemente (A) V V F (B) V V V (C) F F V (D) F V V (E) V F V.
22) A Inglaterra, que mais tarde dominou os mares, só organizou sua marinha de guerra como força militar independente e regular no reinado de Henrique VIII (1509-1547), já no século XVI. Daí em diante, sempre no interesse da expansão de seu comércio marítimo e de suas atividades coloniais, os ingleses fizeram crescer proporcionalmente sua Royal Navy, até (A) vê-la a maior e a mais poderosa do mundo. (B) conseguirem o controle das colônias africanas. (C) ser maior em número do que todas as outras marinhas somadas. (D) que os comerciantes ingleses optassem por comércio em navios estrangeiros. (E) que a marinha francesa optasse exclusivamente pelo comércio inglês.
23) O fim da Idade Média é marcado por importantes invenções, estando entre elas, quanto à arte da navegação, (A) a caravela, embarcação de altos bordos inventada em 1520. (B) o canhão, desenvolvido pelos italianos de Gênova e Veneza. (C) a introdução da bússola na Europa. (D) os castelos, de proa e popa. (E) a pólvora, trazida do oriente por Marco Polo.
24) Nos fins do século XIII, o uso da bússola já estava generalizado na Europa, juntamente com outros instrumentos de navegação da época como o astrolábio e a balestilha, que davam ao navegador um seguro conhecimento de sua latitude, no entanto, (A) não ajudaram no desenvolvimento econômico da Europa. (B) o único meio de conhecimento da longitude era pelo caminho percorrido e com grande margem de erro. (C) forneciam mais ainda as informações de longitude e com precisão. (D) eram de difícil utilização devido ao tamanho e a necessidade de vários homens para operá-los. (E) era completamente impossível se determinar a longitude.
25) Coube aos portugueses o papel principal do grande espetáculo dos descobrimentos marítimos do século XV. Suas primeiras navegações foram feitas empregando-se navios como a barca e o barinel, no entanto, o navio mais característico dessa época foi (A) a nau. (B) o submarino. (C) a corveta. (D) a fragata. (E) a caravela.
HISTORIA MODULO I 4º BATERIA JKDVJKV BVVKJ.
01) Complete os campos abaixo: Depois de explorada toda a costa __________ do Atlântico, os portugueses adotaram novo tipo de navio, ___________, bem maior do que a caravela e capaz de navegar muito longe do litoral, mesmo com tempo hostil. Foi com esse tipo de navio que Vasco da Gama fez sua viagem às Índias ______________ (A) americana / o barinel / Ocidentais. B) africana / a nau / Orientais. (C) leste / a caravela / Distantes. D) oeste / a caravela / Orientais. (E) africana / a caravela / Ocidentais. .
02) Muitas histórias fantásticas corriam na Idade Média a amedrontar os que se aventurassem “pela grandeza do mar oceano”, isto é, pelo Atlântico: animais monstruosos, capazes de devorar um navio inteiro, sereias, que atraíam com seu canto os navegantes para junto dos rochedos, algas (sargaços) gigantescas que imobilizavam os navios e faziam morrer de sede e fome seus ocupantes, etc. Algumas dessas lendas (A) eram inventadas a partir de fatos religiosos e não influíam na navegação. (B) remontavam à Antiguidade e os mecanismos protecionistas. (C) fizeram com o comércio se dinamizasse, pela necessidade de se aumentar o volume de navios em operação. (D) foram responsáveis pelo abandono completo da navegação no Atlântico. (E) medievais não influenciaram as cabeças dos homens na Idade Moderna.
03) Mas, se havia assim tantas “histórias” desanimadoras, por outro lado havia bons motivos para animar os nautas a afrontarem os perigos do “mar oceano”. Qual exemplo abaixo se encontra como fator motivacional para as grandes navegações? (A) a necessidade de se expandir a fé cristã na Europa. (B) obter produtos orientais nas trocas comerciais com árabes mediterrâneos. (C) o comércio das especiarias exclusivo nas mãos árabes e italianas. (D) obter produtos asiáticos a partir do comércio com as hansas. (E) garantir o acesso de produtos americanos nas trocas asiáticas.
04) É possível que navegantes europeus tivessem estado no Brasil antes de Cabral. Quanto a um pelo menos, não há dúvida: o (A) italiano Duarte Pacheco Pereira. (B) espanhol Vicente Yañez Pinzon. (C) português Pero Vaz de Caminha. (D) português Vasco da Gama. (E) genovês João Fernandes Labrado.
05) No capítulo da abertura do mar, o primeiro lugar cabe indiscutivelmente aos portugueses. Foram eles que durante mais de 200 anos abriram novos caminhos, exploraram novas fontes de riquezas e descobriram novas terras. Como foram realizadas as navegações portuguesas? (A) Foram fruto de fatores diversos e o acaso, características do período medieval. (B) Elas se desenrolaram com caráter de continuidade e, muitas vezes, com planos preestabelecidos. (C) Foram realizadas sob administração e orientação da Igreja, confirmando os aspectos medievais de Portugal. (D) Elas foram realizadas de acordo com a demanda do Estado, levando em consideração apenas as questões políticas. (E) Baseada apenas em questões comerciais, as navegações portuguesas não tiveram impacto social em Portugal.
06) Após a conquista de Ceuta, em 1415, o Infante Dom Henrique instalou-se no promontório de Sagres, transformando sua residência num ponto de reunião de geógrafos, navegadores, astrônomos e outros indivíduos dedicados à ciência. Qual foi o papel principal de D. Henrique? (A) Ter sido o maior navegador da história de Portugal. (B) Ter financiado todas as expedições navais que ocorreram no século XIV. (C) Ter levado a todos os reinos europeus a ideia de desenvolvimento comercial marítimo. (D) Ter sido o condutor da política marítima portuguesa no início das grandes navegações. (E) Ter construído o único aparato marítimo europeu do século XV. .
07) Ano após ano, partiam os nautas portugueses (e também de outras nacionalidades a serviço de Portugal) pelas costas africanas, “por mares nunca dantes navegados”, aumentando sempre os conhecimentos náuticos dos lusitanos. A primeira parte das conquistas portuguesas se concretizou em (A) 1500, quando Vasco da Gama descobriu o caminho para as Américas. (B) 1498, quando Pedro A. Cabral localizou a passagem sul do continente africano. (C) 1488, quando Bartolomeu Dias descobriu o extremo sul da África. (D) 1500, quando Pedro A. Cabral descobriu o Brasil. (E) 1515, quando Portugal tomou a cidade de Ormuz na Índia.
08) Marque abaixo a única afirmativa que NÃO mostra o porquê dos portugueses chegaram às Índias só 11 anos depois de descoberto o caminho? (A) Descoberto o extremo sul da África, Portugal viu que estava no bom caminho e resolveu expandir seus conhecimentos antes de partir para a empreitada final. (B) Portugal, seguindo as instruções da Igreja, apoiou a Espanha em sua consolidação e na expansão dos seus horizontes marítimos. (C) Portugal tratou de consolidar primeiro o seu domínio sobre o litoral africano, já explorado. (D) Portugal estudou primeiro os ventos e as correntes marinhas do Atlântico, antes de navegar para no oceano Índico. (E) Logo que possível, Portugal preparou uma expedição que fosse ao oceano que existia na costa Leste africana e, possivelmente, às Índias.
09) Sabemos muito sobre as viagens portuguesas ao longo do litoral africano. Portugal tinha interesse político em assinalar sua passagem sobre essas terras, a fim de garantir futuros direitos de ocupação. Durante o período que medeia entre a descoberta do extremo sul da África e a partida de Vasco da Gama, duas coisas preocuparam o governo português: conhecer o mais possível o oceano Atlântico e (A) garantir a posse das terras que se estavam descobrindo. (B) comprar terras ao longo da costa africana. (C) iniciar o comércio de especiarias com nações banhadas pelo oceano Pacífico. (D) distribuir terras aos nobres que quisessem iniciar a produção colonial na Europa. (E) financiar o comércio de especiarias das cidades marítimas italianas.
10) O governo lusitano ficou estupefato e contrariado quando, em 1493, Colombo, de volta à Espanha, passa por Lisboa anunciando que havia chegado às Índias. A Viagem de Cristóvão Colombo era relativamente simples: partindo do pressuposto de que a Terra era redonda, as Índias poderiam ser atingidas navegando-se para o Ocidente em vez do Oriente. Por que Portugal não aceitou esta via de acesso às Índias? (A) Não havia recursos em Portugal para se realizar grandes navegações atlânticas. (B) Era notório que esta rota era impossível de ser realizada. (C) Havia, entre todas as nações europeias, uma repulsa pelas Américas. (D) Não interessava a Portugal abandonar uma norma que vinha seguindo havia meio século. (E) Os recursos portugueses eram regulados pela Igreja, que não tinha interesses na América.
11) Colombo desconhecia a existência de um vasto continente entre a Europa e as Índias; imaginava a distância entre a Europa e a Ásia pelo ocidente muito menor do que realmente é. Durante a viagem, teve que mentir para as guarnições rebeladas, dizendo que ainda não haviam percorrido o caminho previsto. Colombo calculava com razoável aproximação o diâmetro da Terra, isso devido a(o) A) a falta de conhecimentos de matemática entre os navegadores europeus. (B) inexistência de instrumentos que indicassem a Latitude. (C) mudança constante da posição dos astros, dificultando os cálculos. (D) característica das embarcações utilizadas pelos espanhóis, todas de construção árabe. (E) desconhecimento que havia na época sobre os cálculos de Longitude.
12) A viagem de Colombo que, à primeira vista, parecia colocar por terra todos os planos portugueses, fez com que este país recorresse imediatamente ao Papa para defesa de suas pretensões. O acordo inicial não agradou ao governo português, porque (A) a divisão, hábil do ponto de vista político, não tentava evitar um conflito entre duas importantes nações da cristandade. (B) atendia aos clamores de Portugal desagradando à Espanha, terra natal do Papa Alexandre VI. (C) não dividiu entre os dois estados querelantes o mundo descoberto e por descobrir. (D) as terras situadas a 100 léguas a oeste do meridiano das ilhas dos Açores e do Cabo Verde seriam da Espanha e, as situadas a leste, de Portugal. (E) era frontalmente contrária aos prováveis interesses dos demais estados (França, Inglaterra, Veneza, Gênova, etc.), que eram sumariamente excluídos da repartição do mundo.
13) Sobre a divisão realizada pelo papa Alexandre VI sobre os domínios marítimos e terrestres de Portugal e Espanha, marque abaixo as afirmativas como falsas ou verdadeiras: ( ) A bula Inter Coetera estabeleceu o que para Portugal era injusto, porque equiparava todo o longo e paciente trabalho de 70 anos dos portugueses com uma única viagem dos espanhóis. ( ) Fosse como fosse, a decisão papal era impossível de ser aplicada por razões como não estabelecia qual o meridiano que serviria de ponto de partida para a contagem da longitude e a légua portuguesa não era igual à espanhola, e a bula não dizia qual delas deveria ser usada como medida. ( ) De qualquer maneira, mesmo desprezando as diferenças decorrentes das imperfeições citadas acima, a linha passaria em pleno oceano e toda a América seria de Portugal (A) V, V, V (B) F, F, F (C) V, F, V (D) F, V, F (E) V, V, F.
14) Mas, o ponto alto das navegações lusitanas viria com as viagens de João Martins que, em 1588, descobriu a passagem do noroeste, passando pelo estreito de Davis, mar de Baffin, ilhas Árticas, norte do Alasca e estreito de Bering, vindo a sair no Pacífico, e de David Melgueiro que, em 1660, descobriu a passagem do nordeste, partindo do Japão, passando pelo norte da Sibéria e das ilhas Spitzberg e chegando a Portugal pelo norte do Atlântico, no entanto, qual afirmativa abaixo está INCORRETA? (A) Desse imenso império colonial pouco restou a Portugal. (B) a decadência começou em 1580 com a entrega da coroa ao Rei espanhol Felipe II. (C) Portugal teve que entregar territórios do Brasil como pagamento ao domínio espanhol. (D) A União Ibérica fez com que os holandeses, que estavam em luta com os espanhóis, passassem a atacar os navios portugueses (E) A União Ibérica arruinou as finanças de Portugal.
15) Os navios lusitanos, de grande porte em comparação com os dos árabes, não tinham a liberdade de ação dos navios de guerra inimigos, mas tinham (A) maior conhecimento de navegação no oceano Índico. (B) a capacidade de operarem isoladamente no oceano Pacífico. (C) maior capacidade de carga, o que os faziam ser mais rápidos. (D) uma área de velas em maior proporção, o que permitia navegar até em completa calmaria. (E) maior poder de fogo.
16) Portugal não se garantiu apenas por meio de instrumento diplomático na questão da propriedade das terras descobertas e por descobrir. Somente depois de garantidas para si as terras africanas já descobertas e afastada durante muito tempo a possibilidade de conflito com a Espanha é que Portugal reiniciou a sua jornada para as Índias pelo Oriente. Qual afirmativa abaixo está correta sobre a conquista das Índias por Portugal? (A) Cabral, grande comandante português, realizou a mais importante investida portuguesa do século XVI. (B) Vasco da Gama seguiu diretamente para as tão desejadas Índias, onde chegou às proximidades de Calicute, em 20 de maio de 1498. (C) Sob o comando de Vasco da Gama, vinte navios se fizeram ao mar em 1497 para a conquista da costa africana. (D) Tomé de Sousa, comandante português, seguiu a esquadra do almirante Vasco da Gama com a missão de realizar a colonização das índias, fato repetido no Brasil cerca de 30 anos depois. (E) Vasco da Gama, comandando uma esquadra de 50 navios, foi responsável no final do século XV da conquista da Índia para os portugueses.
17) E o mundo estava entrando numa época de predomínio do fogo sobre movimento e choque. Dessa disputa entre árabes e portugueses, estes, apesar das distâncias, mas fortemente amparados por um governo resoluto, em poucos anos arrebataram aos orientais o domínio dos mares índicos e passaram a exercer, com exclusividade, o comércio das especiarias e demais mercadorias do Oriente para a Europa. Qual batalha colocou a Ásia nas mãos portuguesas? ( (A) Batalha de Diu. (B) Tomada de Constantinopla. (C) Batalha de Adem. (D) Tomada de Ormuz. (E) Batalha do Golfo Pérsico.
18) Das outras Navegações Portuguesas, qual abaixo está INCORRETA? (A) Em 1491, João Vaz Corte Real e Álvaro Martins Homem estiveram na Índia. (B) Em 1501, Gaspar Corte Real descobriu o estreito de Davis, entre a Groenlândia e o continente norte-americano e esteve naquela grande ilha. (C) Em 1516, Duarte Coelho atinge a Cochinchina (atual Vietnã) (D) Em 1500, Pedro Álvares Cabral conquista grande parte do comércio índico. (E) Em 1525, Luiz Vaz Torres descobre a Austrália.
19) As navegações lusitanas no Índico levaram à conquista de quase toda a costa da África e à descoberta de inúmeras ilhas orientais (Ceilão, Maurício, Reunião, Madagascar, Maldivas, Sonda, Sumatra, etc.). Qual viagem mostra quão longe chegaram os portugueses para as bandas do Oriente? (A) A do Brasil, em 1500. (B) A da Índia, em 1498. (C) A do Japão, em 1541. (D) A da Austrália, em 1525. (E) A do Vietnã, em 1516.
20) Os espanhóis só se tornaram navegadores depois da viagem de Colombo; suas viagens são feitas quase todas para a região das Antilhas, onde a ilha Hispaniola (atual Haiti) foi a base de suas conquistas americanas. Aos poucos, foram os espanhóis explorando as costas do mar dos Caraíbas até que, em 1513, Vasco Nuñez de Balboa, atravessando o istmo do Panamá, descobre para os europeus (A) o oceano Pacífico. (B) o oceano Atlântico. (C) o oceano Índico. (D) a Antártida. (E) o Ártico.
21) As navegações espanholas, francesas, holandesas e inglesas foram coroadas de sucessos e fracassos ao longo da história, no entanto (A) muito mais favorecidos foram os ingleses, que conseguiram vantagens após várias guerras bem-sucedidas. (B) os franceses alcançaram sucesso em suas conquistas na América do Sul. (C) os holandeses, vitoriosos na Europa, fizeram conquistas permanentes nas Américas. (D) os ingleses alcançaram seus objetivos exclusivamente na América do Norte. (E) os espanhóis, donos do mundo após a união Ibérica, alcançaram todas as vitórias navais ao longo do século XVI.
22) A descoberta quase simultânea do caminho marítimo para as Índias e do novo continente alargou extraordinariamente as dimensões do mar, tal como ele era conhecido para os europeus. As novas rotas oceânicas, ao mesmo tempo que levavam riquezas para a Europa, levavam a cultura europeia a todas as partes do mundo, resultando em qual afirmativa abaixo? (A) A Europa, ao tomar conhecimento de novos mundos, passou a integrar pacificamente suas culturas. (B) A América, unida ao velho mundo, recebeu com entusiasmo as mudanças impostas pelas sociedades europeias. (C) A Ásia, inicialmente resistente a interferência europeia, tardiamente buscou a todo custo ser integrada ao velho mundo. (D) O principal eixo comercial do mundo, que até então fora o mar Mediterrâneo, passou para o Atlântico e assim permanece até hoje. (E) De uma forma plena, a América rejeitou a presença europeia e lutou contra a dominação ocidental cristã.
23) Uma profunda rivalidade entre as principais potências europeias e asiáticas e a luta pelas fontes produtoras de mercadorias deflagrou uma corrida colonial que chegou ao século XX. Os portugueses, ao chegarem às tão ambicionadas Índias no século XV, encontraram um florescente comércio marítimo feito pelos árabes entre os portos hindus, de um lado, e os portos do golfo Pérsico e mar Vermelho, na outra extremidade. A descoberta do caminho marítimo para as Índias veio arruinar definitivamente o comércio do Mediterrâneo, que vai deixar de ser o mar principal da história da humanidade para sempre. Qual afirmativa abaixo encontra-se correta sobre a relação de Portugal no Oriente? (A) A descoberta do Brasil colocou Portugal com grande vantagem colonial. (B) O descobrimento do canal entre o Atlântico e o Pacífico, pelo navegador português Fernão de Magalhães, projetou a Europa na direção da Ásia. (C) No oceano Índico, a viagem de Vasco da Gama colocou em confronto portugueses e árabes. (D) A hegemonia sobre o comércio índico pelos portugueses, no século XV, colocou as especiarias destinadas a Europa nos porões lusitanos. (E) A chegada dos portugueses no Oriente foi cercada de relações de amizade e receptividade.
24) A frota de Cabral, que, depois de descobrir o Brasil, foi à Índia, já teve que lutar contra os muçulmanos, mas foi com Francisco de Almeida, a partir de 1505, que Portugal firmou o seu domínio do mar no Índico após uma série de combates navais. Almeida, com 19 navios a vela de alto-mar logrou derrotar de maneira categórica a frota do Islã, comandada por Mir Hussain, com cerca de 300 navios pequenos e embarcações miúdas na Batalha Naval de (A) Chioggia (B) Melória (C) Ormuz (D) Jihad (E) Diu .
25) Afonso de Albuquerque, considerado o maior conquistador luso, continuou a obra de conquista de Francisco de Almeida e, em 1515, os portugueses dominavam todos os mares do Oriente, desde o sul da África até a península Malaia, com a única exceção do mar Vermelho. Qual foi a consequência da vitória portuguesa? (A) O pequeno reino lusitano se tornou a principal potência marítima do mundo. (B) Portugal subordinou aos seus interesses todas as demais nações europeias. (C) As demais nações europeias, ao perceberem o poder de Portugal, desistiram da corrida colonial. (D) Ao Portugal dominar os mercados asiáticos, o comércio de especiarias passou para as mãos árabes. (E) A rivalidade que até então era com os povos islâmicos, não se estendeu a hindus e cristãos. .
26) Em 1566, os Países Baixos, possessão da coroa espanhola, revoltaram-se contra a intolerância religiosa e a opressão econômica de Felipe II. A longa luta que se seguiu, com altos e baixos para os holandeses, terminou em 1609 com a independência das sete províncias protestantes do norte. Desde 1580, Portugal e Espanha estavam unidos sob uma única coroa, e, embora juridicamente os dois Estados continuassem independentes, na prática o resultado foi (A) que as terras de Portugal se uniram as de Espanha. (B) fazer dos holandeses inimigos dos portugueses. (C) que durante sessenta anos Portugal esteve em guerra contra a Espanha. (D) uma maior união de Portugal com as demais nações europeias. (E) o acirramento das disputas coloniais brasileiras e o movimento de independência do Brasil.
27) O que aconteceu quando Felipe II de Espanha proibiu a entrada de navios holandeses no porto de Lisboa, então o maior porto da Europa? (A) As indústrias portuguesas cresceram, principalmente a de pescado. (B) Portugal voltou a uma economia agrária em um sistema feudal. (C) Os flamengos passaram a tentar ir buscar as mercadorias do Oriente diretamente nas fontes. (D) Abalou a estrutura colonial espanhola, principalmente de mineração americana. (E) O comércio com o Brasil, principalmente de produtos industrializados brasileiros, cresceu. .
28) Marque abaixo a opção que se encontra INCORRETA: (A) Quando, em 1640, os portugueses conseguiram derrubar seu terceiro Rei Felipe e estabelecer uma dinastia nacional, a dos Braganças, era tarde demais para recuperar o vasto império colonial. (B) Do império colonial português, no século XVII, restaram áreas como Angola, Moçambique e a Guiné. (C) Após a União Ibérica, o próprio Brasil estava parcialmente ocupado. (D) Sobre os mares do Oriente tremulava uma nova bandeira: a das Províncias Unidas dos Países Baixos. (E) Por força de uma sucessão espanhola desastrosa, viu-se Portugal a braços com um novo e implacável inimigo, que atacava seus navios ao longo da extensa rota das Índias: os árabes.
29) Por falta de amparo de um governo genuinamente nacional durante a união Ibérica, a situação foi ficando cada vez pior para Portugal, que (A) se viu atacado até na sua colônia sul-americana, o Brasil. (B) manteve constantemente uma forte marinha de comércio para assegurar o poder. (C) buscou novas alianças com as nações do Leste asiático. (D) firmou contratos de comércio e alianças militares com as colônias inglesas da América. (E) criou uma marinha de guerra forte e atuante, denominada de Esquadra Real.
5 BATERIA KJDVKSKJV JCJNJC.
01) Das guerras Anglo-Holandesas, a Inglaterra saiu engrandecida e, dali em diante, veio a tornar-se a maior potência marítima do mundo. Qual foi a maior conquista obtida pela Inglaterra com a guerra contra a Holanda? (A) A posse de colônias na Oceania. (B) O direito de ser a “Terceira Bandeira” no comércio marítimo internacional. (C) O direito de iniciar a colonização inglesa na América do Norte. (D) A capacitação de construir navios de linha a partir do século XVIII, (E) O controle do comércio marítimo das colônias americanas de origem espanhola e portuguesa.
03) Qual nação foi a maior vítima dos corsários? (A) Portugal (B) Espanha (C) França (D) Holanda (E) Inglaterra.
04) As Guerras Anglo-Holandesas começaram logo no ano seguinte ao Ato de Navegação e, em muitos combates, os holandeses se viam prejudicados pela necessidade de protegerem seus comboios. Marque abaixo as afirmativas como certas ou erradas e marque a única opção plausível. ( ) A primeira guerra durou dois anos e o principal encontro foi a chamada Batalha dos Três Dias, um encontro indeciso em que os ingleses levaram vantagem, mas os holandeses conseguiram salvar a maior parte do comboio que protegiam na ocasião. ( ) Após uma paz que durou onze anos, recomeçaram as hostilidades, iniciadas com uma interessante batalha, a de Lowestoft (3 de junho de 1665), na qual ambas as Esquadras adversárias se mantiveram em longas colunas, chamadas linhas de batalha, o que serviu de modelo para os encontros navais durante mais de um século. ( ) A principal ação da segunda guerra, porém, foi a Batalha dos Quatro Dias (de 1 a 5 de junho de 1666), uma vitória holandesa. No fim dessa guerra, os holandeses chegaram a entrar no rio Tâmisa e bombardear suas margens. ( ) Sete anos de paz se seguiram e, finalmente, iniciou a terceira e última guerra entre a Inglaterra e a Holanda (1672). A França, que havia auxiliado a Holanda na guerra anterior, aliou-se à Inglaterra. Apesar de brilhantes vitórias obtidas por Ruyter, os ingleses esgotados por tantos anos de luta, foram obrigados a negociar a paz. (A) E, E, C, C (B) C, E, C, E (C) C, C, C, E (D) C, C, C, C (E) C, E, E, E.
05) pirataria é tão velha quanto a História. Em nenhuma outra época, porém, a pirataria foi tão importante como no período que se seguiu às grandes descobertas, especialmente no Atlântico Norte. A explicação é simples: (A) a descoberta da América e de seus tesouros astecas e incas, a princípio, e a exploração das minas de ouro e prata logo a seguir, fizeram dos navios mercantes espanhóis os mais visados pelos ladrões dos mares. (B) os galeões que transportavam ouro e prata para a Espanha eram os alvos preferidos, os navios mercantes estavam a salvo de ataques piratas nessa época. (C) a indicação de nacionalidades é apenas para orientação, pois o pirata tendo nacionalidade juridicamente reconhecida, não era um marginal em todos os sentidos. (D) o pirata somente agia sozinho, isto é, num só navio e no Atlântico Norte. (E) os piratas tinham um rígido código de leis, todas destinadas a navegação atlântica.
06) O último reduto da pirataria ocidental foi o mar Mediterrâneo, onde, aliás, ela nasceu; ali, empregando frequentemente navios a remos, os piratas gregos, dálmatas e berberes ficaram famosos desde a Idade Média. O fim da pirataria no Mediterrâneo só aconteceu com (A) o início da colonização da América. (B) a industrialização do Leste Europeu. (C) as intervenções portuguesas no mar Negro. (D) a conquista da cidade de Alger, pelos franceses em 1830. (E) a industrialização do Leste Asiático. .
07) Por que no século XVIII, a pirataria entrou em decadência? (A) Porque a construção de navios encouraçados dificultava as ações piratas. (B) Porque a introdução de canhões nos navios mercantes facilitou a defesa e desencorajou a pirataria. (C) A decadência foi provocada pela abertura de oportunidades na indústria americana, o que tirou recursos da navegação que passaram a ser utilizados nas ferrovias. (D) Porque os prejuízos que causava ao comércio marítimo internacional eram tão grandes que todas as nações começaram a combatê-la sem tréguas. (E) A decadência foi provocada pela mudança de eixo econômico do Atlântico para o Índico.
08) A frase do Almirante Caminha dizendo ser a Holanda a “Fenícia dos tempos modernos” pode ser explicada por: (A) porque os holandeses utilizavam-se de navios a remos para seu comércio marítimo. (B) pela comparação entre nações que comercializavam por Terceira Bandeira de Comércio Marítimo. (C) porque os holandeses dominavam as navegações fluviais europeias. (D) devido ao comércio holandês ser somente de peixe salgado e seco. (E) devido ao controle holandês da navegação do mar Mediterrâneo.
09) As incursões de contrabandistas nas costas brasileiras começaram logo depois do descobrimento de 1500; foram principalmente os franceses que, aproveitando-se do pouco interesse inicial de Portugal pela nova terra navegaram por toda a costa brasileira, comerciando livremente com os silvícolas. Qual foi o motivo do pouco interesse inicial de Portugal pela América? (A) Foi motivado pela presença de espanhóis na divisão do território. (B) Foi provocado pelo acordo feito com o papa pelo reconhecimento do Tratado de Tordesilhas. (C) Os lusos estavam preocupados inicialmente apenas com as ricas Índias Orientais. (D) Portugal não tinha inicialmente interesses coloniais além da Ásia. (E) A interferência inglesa nos negócios marítimos de Portugal e Espanha.
10) Finalmente o governo português enviou à nova colônia americana duas expedições militares (guarda-costas) em 1516 e 1526, ambas tiveram a oportunidade de combater numerosos navios franceses. Elas foram comandadas por (A) Men de Sá. (B) Cristóvão Jaques. (C) Duarte Coelho. (D) Martim Afonso de Sousa. (E) Amador Bueno.
11) Com a ocupação definitiva do Brasil a partir de 1530, o problema da pirataria deixou de ser importante. Os ataques de piratas e corsários, porém, a cidades litorâneas foram frequentes durante todo o período colonial. Qual item abaixo foi uma importante ação de piratas/corsários no território brasileiro? A) De 1580 a 1640, contra a Nordeste Brasileiro. (B) De 1555, contra o Rio de Janeiro (França Antártica). (C) De 1611, no Maranhão (França Equinocial). (D) De 1630-1654, em Pernambuco. (E) De 1710 e 1711, contra o Rio de Janeiro.
12) Marque abaixo uma ação que NÃO foi empreendida contra o Brasil: A) invasões francesas de 1555-1567 na Baía de Guanabara (França Antártica). (B) as invasões holandesas de 1624-1625 na Bahia. (C) as invasões inglesas de 1610-1620 na província Cisplatina. (D) as invasões holandesas de 1630-1654 em Pernambuco, com ramificações pelo Nordeste. (E) as invasões francesas de 1611-1615 no Maranhão (França Equinocial).
13) Durante os séculos XVII e XVIII, combateu-se quase continuamente no mar, sem que se olhassem o sangue e as atrocidades. Os livros de história apresentam-nos uma verdadeira embrulhada de batalhas navais em todos os mares da Europa e dos países coloniais, sendo INCORRETO afirmar que (A) quem ganhou com as guerras foi a Inglaterra, graças ao domínio dos mares. (B) o poder marítimo, no decorrer desses séculos era o fator vital que comandava a expansão europeia. (C) as ordens emanadas das colônias é que determinavam os rumos do comércio marítimo internacional. (D) a luta pela hegemonia marítima degenerou numa disputa confusa entre as grandes potências da Europa. (E) o poderio naval implicava muito mais coisas do que a posse de uma simples frota de guerra.
14) As guerras holandesas no Brasil são muito importantes para o estudo da guerra terrestre, porque nelas os brasileiros empregaram, na maior parte do conflito e em larga escala, o sistema de guerrilhas, muito antes, portanto, de Mao Tse-Tung, considerado por muitos como “o pai das guerrilhas”. Do ponto de vista da HMN Brasileira, as ações holandesas sobre nosso território implicaram em qual importante fato? (A) A presença maciça da Marinha portuguesa no Brasil, deu início ao processo de formação da consciência marítima brasileira. (B) Para combater a presença da Cia. Holandesa das Índias Ocidentais no Brasil, foi criada a primeira companhia de comércio brasileira. (C) O envio de tropas do Batalhão Naval português para combater a presença holandesa, deu início a construção dos batalhões de artilharia da Marinha brasileira. (D) No RJ foi criada a primeira expedição naval brasileira destinada a combater a presença de estrangeiros no Brasil. (E) O governador do RJ, Salvador Correa de Sá, enviou uma expedição naval a fim de combater a presença de franceses e holandeses em Angola, na África.
15) O Cardeal Richelieu tinha grande vontade de dar uma esquadra à França. Fazendo eco a seus desejos, um subordinado seu escrevia em 1626: “Todo aquele que é senhor do mar tem grande poder na terra. Tomai como exemplo o rei de Espanha. Desde que conquistou o mar, é senhor de tantos reinos, que nunca o Sol se põe sobre os seus territórios!”. Sobre a conquista dos mares, qual afirmativa abaixo está correta? (A) Portugal, ao longo dos séculos XV, XVI e XVII, foi a maior potência naval europeia. (B) As Guerras Anglo-Holandesas do século XIX deram a Inglaterra o poderio naval tão sonhado por todas as grandes nações europeias. C) A Holanda, que realizava comércio com as principais áreas do Norte da Europa, passa a controlar também o comércio com o Oriente a partir da queda dos árabes dentro do Mediterrâneo. (D) A Espanha, depois de Portugal, indicara o caminho a seguir, mas os holandeses, na Batalha de Dunes, em 1639, deram o golpe de misericórdia no poderio naval dos espanhóis. (E) Nenhuma nação europeia estava apta para tomar a dianteira das grandes navegações a partir da queda de Portugal sob domínio espanhol.
16) Os holandeses foram os primeiros a aproveitar do declínio da Espanha e de Portugal. Por insistência governamental, a Companhia Holandesa das Índias Orientais desalojou rapidamente os portugueses das Índias, colonizou o cabo da Boa Esperança, como base marítima, e repeliu os ingleses no oceano Índico. Qual afirmativa abaixo encontra correta sobre as ações holandesas no Oriente? (A) Devido a luta contra a Espanha, a Holanda tornara-se inimiga de Portugal e invadiu a colônia Brasil nos anos de 1624-25 e 1630-54. (B) A posição estratégica da Holanda era mais frágil do que das demais potências europeias. (C) A grande necessidade de manter o comércio marítimo para sustentar sua população, colocou os holandeses sempre em disputa comercial. Por esse motivo, foram conquistadas áreas coloniais ao longo da costa Oeste africana, notadamente Angola e Cabo. (D) A expansão holandesa na costa Oriental americana levou a descoberta de grandes áreas, como Nova Iorque e o rio Hudson. E) Partindo de suas feitorias nas Ilhas das Especiarias, os holandeses viraram-se para o Japão, onde, durante anos, foram os únicos a gozar de privilégios comerciais.
17) Depois da fundação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, em 1621, o Almirante Pedro Hayn fez várias incursões ao Brasil, aprisionou, em 1628, a mais rica esquadra de tesouros que os espanhóis armaram, apossou-se das Antilhas e fundou colônias na costa norte-americana. Entre estas (A) contava-se a Nova Amsterdã (Nova Iorque), comprada aos índios, em 1626, por 60 florins, ou sejam 24 dólares. (B) Nova Jersey, que se tornou a mais importante área de produção de tecidos holandeses. (C) está a Guiana, que até hoje é território holandês encravado nas américas. (D) podemos destacar a área compreendida pela costa Leste canadense, destinada a pesca e a produção de peixe salgado ou defumado. (E) as áreas produtoras de madeiras no atual território do Canadá, importante para a construção naval. .
18) A prosperidade despertou o ciúme dos rivais da Holanda. Era necessário, custasse o que custasse, obter o domínio dos mares. A partir de 1637, os ingleses, êmulos dos holandeses na arte das construções navais, lançavam seu gigantesco navio de três conveses corridos, o Sovereign of the Seas, navio mais ricamente ornamentado desse tempo, e tão avançado para a época, que ainda no princípio do século XIX servia de modelo, no entanto, (A) a participação de Carlos I foi crucial para o desenvolvimento da navegação comercial inglesa. (B) no tempo de Cromwell, a Inglaterra dispunha de uma marinha poderosa, se bem que ainda inferior à dos holandeses no que se refere à frota mercante. (C) foi quando Jaime I assumiu o trono na Inglaterra que, ao retroceder a Marinha de Guerra Real, forçou o desenvolvimento da Marinha Mercante. (D) A participação de Oliver Cromwell foi importante apenas para o desenvolvimento da questão comercial inglesa, afinal, não havia projetos militares incluídos no Ato de Navegação. (E) Apesar de ser facilmente confundida a Marinha Mercante com a Militar durante o século XVII, para a Inglaterra os dois mecanismos estiverem nitidamente separados durante os séculos XVI e XVII.
19) As grandes batalhas navais entre a Inglaterra e a Holanda começaram em 1652 e duraram mais de vinte anos. Foram lutas sangrentas, à escala dessas duas grandes nações que disputavam o império dos mares. Eram chefiadas por almirantes tão enérgicos como impiedosos. Poucas dessas batalhas foram decisivas, se bem que os ingleses, em 1667, estivessem em grande dificuldade, devido a(o) (A) independência das colônias Norte Americanas. B) ao grande poder que a França demonstrava nos mares, o que causou a retração das ações inglesas. (C) ataque holandês que entrou pelo estuário do Tâmisa, semeou o pânico em Londres, incendiou quase toda a esquadra britânica e capturou o navio almirante Royal Charles. (D) subida ao trono de Jaime I, retrocedendo toda a grande obra criada até então para a Inglaterra. (E) o início das disputas sucessórias europeias, iniciando com a União Ibérica e terminando com a Sucessão do Trono Espanhol.
20) A França tinha obtido grandes êxitos navais no início do séc. XVII mas, dividida por lutas internas, não podia manter essa continuidade de desígnio que levou a Inglaterra aos píncaros de seu poderio naval. Na primeira metade do século XVII, o Cardeal Richelieu tinha tentado, embora debalde, criar uma esquadra para seu país. Quando, em 1660, Colbert subiu ao poder, encontrou-se perante uma marinha praticamente inexistente, o que não o impediu de realizar verdadeiros milagres até a data de sua morte, em 1683, estando entre estes milagres (A) A conquista de várias áreas coloniais na América do Sul. (B) A derrota definitiva da Inglaterra no mar Mediterrâneo. (C) A conquista de territórios na américa do Norte, estando, entre eles, o de Nova Iorque. D) A construção de navios dotados de couraça, antecipando as transformações navais do século seguinte. (E) A nova esquadra bateu os holandeses no mar Mediterrâneo em 1676.
21) Com o declínio da Holanda, a França tornou-se a (A) segunda potência marítima do mundo, depois da Inglaterra. (B) senhora de todos os mares, controlando as rotas comerciais com sua forte marinha de guerra. (C) a nação que deteria, por mais de cem anos, a qualificação naval necessária àquela época. (D) a primeira nação marítima durante o século XVII. (E) a grande parceira econômica da Inglaterra. .
22) No século XVIII, as batalhas navais tinham-se tornado tão formalistas que raramente se obtinha uma vitória decisiva. As esquadras inimigas defrontavam-se formando linhas que chegavam a atingir sete quilômetros de comprimento, aguardando o momento de disparar uma bordada que destruiria o dispositivo inimigo. De forma a superar esta ação, dever-se-ia cortar as linhas do inimigo. Como ficaram conhecidas estas linhas de ação? (A) Decisiva e Tática. (B) Formal e de Subterfúgio. (C) Direta e Indireta. (D) Estratégica e Superficial. E) Formalista e Meleísta.
23) A concepção arquitetônica dos navios pouco tinha mudado ao longo dos séc. XVI-XVIII. Os castelos de proa e de popa tinham sido rebaixados, para se acomodarem às linhas fugidias dos navios de dois e três conveses. As unidades tinham-se tornado mais pesadas e com maior calado, para darem aos canhões uma base estável. As guerras constantes entre as principais nações europeias e a pirataria/corsearia depredavam o comércio marítimo. O fim da Guerra de Sucessão Espanhola trouxe um novo aspecto, sendo correto afirmar que (A) devido aos desgastes provocados pela pirataria, houve completa estagnação comercial, principalmente para a Espanha. (B) apesar da constante guerra naval, o comércio oceânico atingiu, durante o século XVIII, um novo apogeu, revolucionando os usos e costumes da Europa. (C) o envolvimento das principais nações europeias na Guerra acabou por impedir o crescimento econômico da Europa. (D) devido as guerras constantes, a única área do comércio que teve real crescimento e lucros foi a relacionada com artigos bélicos. (E) as trocas comerciais, devido às guerras, eram exercidas apenas internamente, o que diminuiu a diversidade de produtos e estrangulou o comércio.
24) Em França, onde o gosto pelas coisas marítimas tinha variado muito, as companhias de comércio nunca chegaram a progredir grandemente. Ao contrário, na Inglaterra e na Holanda, a história foi bem diferente, no entanto, está INCORRETO afirmar qual item abaixo? (A) Durante o século XVIII, a companhia inglesa das Índias Orientais apoderara-se do governo da Índia e de outras áreas na Ásia. (B) A companhia inglesa das Índias Orientais tinha seu exército privativo, sua própria marinha de guerra, sua bandeira e uma esquadra de mais de 100 navios, dos quais alguns eram os maiores do mundo. C) Foram emitidas ações das companhias de comércio marítimo, permitindo assim ao pequeno capitalista participar nos negócios e de seus lucros. (D) O desenvolvimento da navegação exigia altos investimentos financeiros e materiais. Nações como a Inglaterra e a Holanda, pobres nestes quesitos, dependiam exclusivamente da capitalização oriunda de suas colônias. (E) Estimulada pelo crescimento do comércio, a construção naval tornou-se uma ciência. As cordoarias e as fundições proliferaram, os navios eram concebidos por engenheiros com um cuidado meticuloso, enquanto as melhores plantações de árvores eram nacionalizadas para fornecerem madeira e mastros necessários às marinhas de guerra.
25) Dentre os comércios mais lucrativos, destacavam-se o tráfico de negros e a pesca. O primeiro, pouco honroso, era um subproduto do tempo das explorações, foi inaugurado pelos portugueses e retomado mais tarde por espanhóis, franceses e ingleses, para só vir a desaparecer, gradualmente, depois de ter sido posto à margem da lei pela maioria dos países (A) antes do início do século XVI. (B) que não possuíam colônias nas Américas. (C) no fim do século XVIII. (D) que não realizam comércio coma Ásia. (E) no século XX.
02) Uma nova potência marítima estava surgindo: a Inglaterra. O século XVII iria assistir a uma longa luta pelo domínio do mar entre holandeses e ingleses, sendo correto afirmar que (E) A posição geográfica holandesa, todavia, era muito desfavorável: fronteiras terrestres muito abertas e as principais rotas de navegação passando junto às costas inglesas. (D) A Holanda possuía nessa época as maiores frotas mercante e pesqueira da Europa, apoiadas por um forte exército. (B) O Ato de Navegação, baixado em 1651, restringiu os direitos de outros países em favor da marinha mercante holandesa. (C) O Ato de Navegação era um golpe muito sério para a Holanda, país que vivia principalmente do comércio terrestre. (A) Em 1651, a monarquia havia sido temporariamente derrubada na Inglaterra e o país era governado com mão de-ferro por Carlos II.
6ª BATERIA vbbxb fdsdvxc.
01) Em meados do século XVIII, depois de 100 anos de guerra no mar, o triunfo da Inglaterra parecia garantido. Quando, porém, em 1775 as colônias norte-americanas se revoltaram, começou um novo período de adversidade. Sob o comando dos franceses, cuja marinha estava outra vez no apogeu, os velhos inimigos da Inglaterra, sobretudo franceses e holandeses, lançaram-se sobre ela, importunando-a simultaneamente na (A) América e África. (B) Europa e América do Sul. (C) África e América do Norte. (D) Ásia e África. (E) Europa e nas Antilhas. .
02) A Grã-Bretanha perdeu suas colônias norte-americanas devido as ações navais de quais nações na Baía de Chesapeake (EUA)? (A) Franceses e Espanhóis. (B) Portugueses e holandeses. (C) Franceses e holandeses. (D) Portugueses e espanhóis. (E) Franceses e portugueses. .
03) Pouco depois da Revolução Americana, a Revolução Francesa vinha transformar a situação marítima internacional, deixando a Inglaterra opor-se às forças navais e terrestres da Europa inteira com sua potente frota. Napoleão, subindo ao poder, compreendeu que o poder marítimo inglês seria seu verdadeiro inimigo e empreendeu os eventos abaixo, EXCETO: (A) Durante vários anos Napoleão pensou em invadir a Grã-Bretanha atravessando o canal da Mancha com uma frota de batelões construídos em Bolonha, mas por fim compreendeu a fragilidade de seus projetos. (B) Napoleão tentou de várias formas atingir a Inglaterra entre o fim do séc. XVIII e início do XIX. Invadiu a Espanha, Portugal, Bélgica, Holanda e a Rússia, tomando posse temporária desses países e de suas colônias (C) Napoleão julgou então que a resistência britânica podia ser enfraquecida por uma ameaça efetiva contra as Índias e o comércio oriental. O resultado foi a desastrosa campanha do Egito. (D) A desastrosa campanha do Egito levou à ascensão o grande Almirante inglês Nelson. O Egito foi ocupado por ele em 1798 e o que restava da esquadra francesa totalmente disperso na Batalha de Abuquir (Batalha do Nilo). (E) Os exércitos franceses que estavam no Egito, impossibilitados de se moverem e sem apoio logístico, foram vencidos em 1798. .
04) A situação era clara entre o fim do séc. XVIII e início do XIX: a França, potência terrestre, opunha-se à Inglaterra, potência marítima. O resultado era inevitável. Em 1801, Nelson bombardeou Copenhague e, finalmente, em 1805, deu-se a Batalha de Trafalgar, onde pôs em debandada as forças franco-espanholas e retomou o domínio dos mares. O que ocorreu após Trafalgar? (A) Diante da indecisão do Regente de Portugal, a Inglaterra apoiou a transferência da corte portuguesa para o Brasil e invadiu a Bélgica.. . (B) Devido ao apoio do rei da Espanha à França, a Inglaterra invadiu o reino luso para utilizá-lo na investida contra Napoleão (C) A Inglaterra empreendeu o bloqueio do continente Europeu e apoderou-se das colônias da Espanha e da Holanda, que, contra a vontade, eram aliadas de Napoleão (D) Portugal, seguindo o destino da Espanha, foi invadido por Napoleão. A Inglaterra, respondendo à altura dos acontecimentos, resolveu tomar as colônias desses países para que não nutrissem a França . (E) Apesar do apoio inglês às nações ibéricas, tanto Espanha quanto Portugal foram invadidos. O resultado não podia ser outro, a Inglaterra declarou guerra a Portugal e Espanha. .
05) A vitória inglesa nas Guerras Napoleônicas deu origem imediatamente a que característica abaixo relatada? (A) A Revolução Industrial inglesa, destinada principalmente a metalurgia... . (B) A corrida armamentista contra a França, incluindo outras nações como a Itália e a Alemanha (C) A Revolução Industrial inglesa, destinada principalmente a tecelagem (D) Ao Capitalismo Financeiro e Industrial, processado até então na França (E) A longa Pax Britannica, imposta pela marinha inglesa. .
06) Com a abertura do mar a partir do séc. XVI, nota-se uma grande disputa entre as nações europeias pelo comércio marítimo e pela expansão das atividades econômicas. Inicia-se o processo de colonização e a disputa pelo comércio colonial foi (A) principalmente marítima. (B) minoritariamente marítima. (C) exclusivamente marítima (D) apenas marítima .. (E) totalmente marítima. .
07) Falando de história naval, podemos resumir a história do poder marítimo em uma nação: a Inglaterra. Sua ascensão, sua hegemonia e seu declínio ilustram perfeitamente os tempos modernos no que concerne às atividades marítimas. Quando, porém, se fala em resumir a história do poder marítimo, isso se faz em função das espetaculares circunstâncias que cercaram a Inglaterra junto com o mar e (A) até o séc. XIX. . . (B) a partir da revolução Burguesa (C) após a ditadura de Cromwell (D) das Guerras Napoleônicas em diante . (E) durante toda sua história. .
08) A Inglaterra viveu do mar e para o mar e sua grandeza está intimamente relacionada com esse elemento. Para a Inglaterra, por que a dualidade terra-mar nunca foi uma opção? (A) Pela agressividade de outros povos, principalmente da França (B) Por sua contingência geográfica determinante. .(C) Pelas características iniciais de sua economia, fortemente industrializada. (D) Por falta de comerciantes e investidores nas carreiras navais. (E) Pela total ineficiência da agricultura nacional. .
09) Os Países Baixos, Nederlanden, que começaram no século XVI a luta pela independência da Espanha; estavam divididos: o sul, católico, deu na Bélgica; o norte, protestante, resultou nas sete províncias unidas que tiveram o nome da mais importante delas, a Holanda. Dentre todos os fatores que realmente concorreram para a independência da Holanda, qual foi o decisivo? (A) O apoio que a burguesia holandesa recebeu de seus laços familiares em Portugal. (B) A participação da França, então sob controle do Cardeal Richelieu. (C) A criação da Cia Holandesa das Índias Orientais. (D) A participação dos comerciantes holandeses nos portos comerciais portugueses nas Índias. (E) O apoio inglês, nação esta que estava em guerra com a Espanha. .
10) Sobre os aspectos econômicos espanhóis abaixo relatados, qual encontra-se INCORRETO? (A) Durante o século XVI, a Espanha vinha experimentando um grande afluxo de metais preciosos em sua economia. (B) Se, dentro do sistema mercantilista, o acúmulo de ouro e prata procedentes das colônias americanas significava maior pujança, por outro lado, de tal forma encheu-se o mercado espanhol com os metais preciosos que isso resultou em enorme inflação (C) Em vez de aproveitar os grandes recursos monetários surgidos para acelerar um processo de industrialização, de modo a gerar riquezas produtivas no próprio território, a Espanha, iludida de que a riqueza consistia apenas no acúmulo de metais, gastou-os na aquisição de bens de consumo importados. (D) As guerras em que a Espanha se envolveu ao longo do século XVI foram muito produtivas. Delas todas, a Espanha adquiriu territórios, áreas coloniais e riquezas quase infinitas. (E) As áreas exportadoras de bens manufaturados eram, naturalmente, as regiões mais desenvolvidas da Europa, notadamente a Inglaterra e os Países Baixos. .
11) Enquanto ocorria o surto de progresso inglês no séc. XVI denominado de “pré-Revolução Industrial”, a Espanha mantinha-se dominando um grande império colonial, como, aliás, fazia seu vizinho ibérico, Portugal. A União Ibérica ampliou os domínios espanhóis, no entanto (A) agregou valores ao comércio espanhol de especiarias orientais. . . (B) não permitiu a expansão portuguesa nas áreas coloniais americanas. (C) espalhou diversas guerras nos territórios africanos (D) permitiu o início do ciclo de mineração no Brasil (E) declinou a economia lusitana. .
12) Sabe-se que, por questões de herança, Felipe II, Rei da Espanha, dominando já vastas regiões que lhe deixara seu pai Carlos V, juntou sob sua coroa todos os domínios portugueses em 1580. Felipe II tinha, assim, “o império onde o Sol nunca se punha”, pois em todos os continentes conhecidos da Terra havia áreas em que tremulava uma de suas bandeiras. O que é correto afirmar sobre o fim do séc. XVI? (A) A Inglaterra, assim como outros países, enriqueceu com um comércio favorável com a Espanha. (B) Portugal, aproveitando-se do ocaso espanhol, articulou sua libertação em 1640. (C) Devido a fragilidade da Espanha, áreas americanas e europeias se tornaram independentes de Madri. (D) Iniciando uma guerra contra a Inglaterra, a Espanha se tornou inimiga de diversas nações, inclusive de Portugal. (E) O controle exercido pela Espanha sobre as diversas comunicações marítimas entre a Europa e a Ásia foi absorvido .
13) Reinava na Inglaterra a Rainha Isabel I, filha de Henrique VIII, que deu pretexto a Felipe II da Espanha de vingar a morte da rainha da Escócia, Maria Stuart, condenada pela soberana inglesa. Na suposição, portanto, de vingança, Felipe realizou as seguintes ações abaixo, EXCETO: (A) Reclamando direitos ao trono inglês, pressionado pelos problemas econômicos da Espanha e ansioso para pôr as mãos na Inglaterra pré-industrial, Felipe II, lançou-se à guerra a fim de derrubar Isabel I. (B) Felipe II, aproveitando-se da fragilidade de Portugal sem monarquia, dominou o estado luso, passando a utilizar o comércio colonial português no Brasil contra o comércio inglês. (C) Na verdade, Felipe II tinha grandes motivos para lançar-se numa luta contra os ingleses. Um deles é que Isabel I encorajara as atividades de corso contra o comércio espanhol. (D) Corsários renomados trafegaram pelos mares a serviço da economia inglesa na segunda metade do século XVI. Um dos mais famosos, Francisco Drake. (E) A política oficial inglesa era de concorrência aberta e até desleal com relação à Espanha. Para os ingleses era preciso afastar a Espanha das rotas marítimas. .
14) O desenvolvimento econômico inglês não se deveu apenas a um surto manufatureiro interno que lhe valeu a exportação de bens produzidos nas ilhas britânicas, mas também ao controle e ao uso das vias de escoamento desses bens, ou seja, do comércio marítimo. Esse controle do comércio marítimo e seu uso fez-se de duas maneiras: (A) por meio de uma política agressiva de colocação dos navios ingleses nos mares e pela diplomacia do parlamento inglês.. (B) pela junção de interesses com o comércio português e pela diplomacia sobre os estados rivais. (C) por meio de uma política agressiva de colocação dos navios ingleses nos mares e pela destruição sistemática do comércio marítimo dos concorrentes. (D) pela sistemática influência econômica nas Índias Orientais e pelo exagero militar sobre a Ásia (E) pela diplomacia da nobreza inglesa e pela destruição exclusiva do comércio marítimo espanhol. .
15) Qual foi o resultante das ações inglesas da segunda metade do séc. XVII ao início do séc. XVIII? (A) A Inglaterra conquistou diversas colônias, inclusive as portuguesas da América e África. (B) Após derrubar a Holanda, vencer a Espanha e Firmar acordos com Portugal, cabia a Inglaterra enfrentar a França, fato que não ocorreu ao longo do séc. XVIII. (C) Os acordos firmados com Portugal (Tratado de Methuen) e a vitória na Guerra de Sucessão da França. (D) Vencer a França na “Segunda Guerra dos Cem Anos” foi apenas mais um passo para a Inglaterra a partir da segunda metade do séc. XVIII. (E) A Inglaterra pôs seus navios mercantes a serviço de um transporte internacional, como 3ª bandeira de comércio. .
16) A Espanha possuía o melhor exército da Europa no fim do século XVI. Felipe II tratou de embarcar esse exército em navios que mandou preparar, a fim de desembarcar nas ilhas britânicas. A empresa seria relativamente fácil, se não houvesse o mar pela frente! Esse evento foi chamado de (A) Invencível Armada (B) Guerra de Sucessão do Trono Espanhol (C) União Ibérica (D) Batalha de Lepanto . (E) Batalha da Ilha Terceira. .
17) Historiadores de tempos posteriores reconheceram que o catastrófico fracasso da Armada que marcou o início do declínio da Espanha. A verdadeira situação não era tão evidente para os contemporâneos. Felipe II perdeu ao mesmo tempo algum crédito como defensor do catolicismo, enquanto (A) a Inglaterra sofreu um retrocesso em sua expansão marítima, principalmente durante a era Stuart. (B) a religião católica foi estimulada fortemente na Inglaterra (C) Portugal aproveitou-se da fragilidade espanhola e firmou acordos com Holanda e Inglaterra. .(D) a colonização da América do Norte, já iniciada por espanhóis, foi reforçada por holandeses e portugueses. (E) a Inglaterra foi estimulada para as aventuras do comércio, da exploração e da colonização. .
18) A história da Espanha demonstrou que os metais preciosos da América não eram uma riqueza em si nem produziam riqueza duradoura e que o comércio das Índias Ocidentais não era suficiente para compensar a falta de indústrias e a pobreza de recursos naturais da Espanha. A Espanha sobreviveu e até manteve algumas de suas colônias por mais três séculos, principalmente porque seus inimigos fracassaram em tirar proveito de suas fraquezas inerentes. Qual foi a principal forma de ação das nações europeias contra a Espanha? (A) Elas mantiveram a Espanha em uma guerra campal ininterrupta. (B) O ataque por corso sobre suas comunicações marítimas (C) Impediram a Espanha de realizar comércio e alianças entre o século XV e o XVIII. . (D) Devastaram as suas colônias na América e África. (E) Impediram o comércio espanhol de escravos africanos com a Ásia. .
19) O conflito anglo-espanhol do final do século XVI tornou-se uma inconstante guerra de corso, em que nenhum dos lados tomou medidas decisivas contra o outro. Ele somente terminou em 1603, com a morte da Rainha Isabel I (Elizabeth I) e a ascensão ao trono de Jaime I, também Rei da Escócia e filho de Maria Stuart. Qual atitude abaixo está correta sobre a administração de Jaime I? (A) Jaime selou aliança com Espanha. Fazendo isso, abandonou a luta pela independência dos holandeses e lançou as sementes para futuras hostilidades entre a Inglaterra e a Holanda.(. (B) Jaime abandonou completamente a Marinha inglesa, que prontamente foi substituída pelos navios americanos. C) Jaime I ao substituir Carlos I no trono recebeu uma herança maldita. Tinha que manter a estabilidade do comércio inglês em constante disputa com franceses e holandeses (D) A Inglaterra, a partir do governo de Jaime, qualquer que fosse sua característica administrativa, manteve sempre a Royal Navy em sua mais alta eficiência. (E) Jaime abandonou completamente a marinha de guerra, no entanto, consentiu no crescimento da marinha mercante e nas ações piratas sobre rivais comerciais. .
20) A Inglaterra havia sido salva pelo mar em 1588, como novamente o seria várias vezes no futuro, até o século XX. Qual afirmativa abaixo encontra-se ERRADA sobre a História Marítima da Inglaterra? (A) Refeita do desafio espanhol, ao qual respondeu positivamente, a Inglaterra encontrou na Holanda uma grande concorrente.. (B) A Batalha Naval de Trafalgar, 1805, a mais célebre batalha naval da marinha de velas, foi a que a Inglaterra derrotou, no mar, as pretensões de Napoleão I (C) A Inglaterra, junto com os Países Baixos (Holanda), foi a nação que mais se favoreceu com o comércio intra-europeu. (D) O problema da terceira bandeira e o protecionismo inglês traduzido no Ato da Navegação, de 1651, levou à guerra duas das maiores potências marítimas da Europa no século XVII (E) Vencida a Holanda, a Inglaterra emergiu vitoriosa, em expansão econômica, para enfrentar o mais custoso e pertinaz inimigo dos 150 anos seguintes: a Espanha. .
21) Além da Europa, outros mares e outras terras entraram nas transações mercantis, até que o mundo comercial se tornou pequeno demais. Inglaterra e Holanda estavam voltadas para o mar e incrementaram suas marinhas mercante e de guerra, vindo a dominar o tráfego marítimo. Por que se travou a luta pelo mais amplo uso do mar? (A) Por ser a única via de comércio entre as nações europeias.. (B) Porque, mesmo sendo a forma menos eficiente de comércio, era a única entre a Europa e a América. (C) Porque a economia europeia era marítima em grande peso (D) Como a Europa se comunicava com a Ásia pelo oceano Pacífico, desenvolver as comunicações com a América pelo Atlântico foi natural. (E) Apesar do comércio marítimo ser o mais eficiente, ele não era a primeira opção das nações europeias. .
22) França e Inglaterra vieram a se encontrar no final do século XVII como duas potências rivais em torno de diversas questões políticas e econômicas. Suas disputas se estenderam por sete guerras sucessivas em mais de 100 anos. Como foi apelidado este período da História? (A) Pax Britânica. (B) Segunda Guerra dos Cem Anos. (C) Período de Expansão. (D) Segundo Império Inglês . (E) Guerra dos Cem Anos. .
23) A luta foi entre uma potência tipicamente marítima – a Inglaterra – e uma potência terrestre com grandes interesses no mar – a França. Entre as diversas guerras entre estas duas potências, qual foi a que fechou as hostilidades? (A) Guerra da Sucessão da Espanha. .. (B) Guerra dos Sete Anos. (C) Guerra da Revolução Americana (D) Guerra da Revolução Francesa (E) Guerra do Império Napoleônico. .
24) Marque abaixo as afirmativas como certas ou erradas e marque a única opção correta: ( ) A Inglaterra tinha uma permanente vantagem: só tem fronteiras marítimas e pode dedicar-se intensamente ao preparo de sua esquadra. ( ) A França, além de possuir fronteiras terrestres importantes, que requeriam sua permanente atenção com cuidados e despesas para sua conservação e defesa, tem duas costas, uma atlântica e outra mediterrânica, separadas por terras estrangeiras (península Ibérica), o que a obrigava a dividir suas forças marítimas. ( ) A estratégia inglesa para vencer o adversário francês baseou-se, fundamentalmente, em manter a esquadra francesa dividida para obter superioridade local. (A) C, E, E (B) C, C, E (C) E, E, C (D) C, C, C (E) E, C, E .
25) As guerras que se encerraram no século XIX permitiram a Inglaterra (A) ampliar o número de colônias controladas diretamente por ela. (B) se tornar ainda naquele século o maior império colonial do mundo (C) libertar as colônias espanholas e portuguesas, enquanto consentiu no aumento de colônias francesas e holandesas (D) aumentar sua marinha, no entanto, fracassou economicamente (E) manter seus exércitos como mecanismo de conquista e poder. .
7ª BATERIA sasasas dfnjkdfn.
01) A partir de 1707, com a união definitiva das coroas da Inglaterra e da Escócia, passa-se a usar a denominação de Grã-Bretanha. O Reino Unido foi, em 1801, acrescido da Irlanda. Para alcançarem esses propósitos, os britânicos contaram com dois elementos imprescindíveis: marinha e dinheiro. A marinha de guerra foi o elemento de conquista e defesa dos interesses coloniais, enquanto o dinheiro veio (A) da mineração britânica na América do Norte, levando a corrida do ouro na Califórnia. (B) da cobrança de impostos nas áreas mais economicamente ativas da metrópole. (C) do financiamento captado nas diversas colônias inglesas espalhadas pelo mundo . (D) da atividade comercial intensa, que já era exercida pelos ingleses desde o século XVI. (E) das indenizações de guerra cobradas pela Inglaterra. .
02) A marinha britânica (Royal Navy) foi o grande instrumento de conquista do império colonial. Com ela faziam-se duas coisas da maior importância: impedia-se pelo bloqueio e, eventualmente, pela destruição das forças navais inimigas, que o concorrente viesse a socorrer as colônias ameaçadas pelos britânicos. O grande arquiteto da marinha de guerra inglesa foi: (A) Sir Oliver Cromwell (B) o rei Henrique VIII (C) Sir Pitt (D) a rainha Elizabeth (E) a rainha Vitória. .
03) Logo no início das guerras entre a Grã-Bretanha e a França, o rei francês Luís XIV percebeu que não podia manter ao mesmo tempo um poderoso exército e uma marinha igualmente forte e resolveu sacrificar o poder naval francês em favor de suas ambições continentais. Qual a principal ação empregada pelo mais fraco no mar, cujo fim é desgastar esparsamente o comércio marítimo do inimigo? (A) Privada, pois, de elementos adequados para vencer regularmente o inimigo insular, a França apelou para a guerra de corso. (B) Como as ações são esparsas, o melhor meio é o emprego de guarnições em terra, que atacavam o inimigo antes que este pudesse colocar seus navios em operação, é a batalha naval em terra. (C) O bloqueio naval indireto, ou seja, impedir que outras nações realizem comércio terrestre com a nação rival. (D) O bloqueio terrestre, tendo em vista a incapacidade de ação marítima. (E) A principal ação é o comboio, onde a defesa mútua impede a ação inimiga. .
04) Complete a sequência abaixo: Para a execução da guerra irregular, o governo francês deu a hábeis capitães e até a piratas as famosas cartas de ______________, pelas quais ficavam credenciados como agentes oficiais para as atividades _____________. Com isso, não apenas navios de guerra eram destinados ao corso, mas também navios mercantes armados e navios piratas. (A) corso/comerciais (B) atividade diplomática/piratas (C) marca/corsárias (D) comércio/piratas (E) atividade comercial/diplomáticas.
05) A guerra de corso é a guerra do mais fraco no mar; a história assim o demonstra. É meio eficiente contra as rotas comerciais do inimigo, quando estas não podem ser ameaçadas pelas forças regulares. É empregada, enfim, quando não se pode obter decisivamente o domínio do mar. Foi nesse clima de guerra corsária que o Rio de Janeiro recebeu a investida (A) francesa de Duguay-Trouin, ocorrida em 1811 (B) holandesa de Pedro Hein, em 1624. (C) inglesa de Sir Drake, em 1588 (D) holandesa Pieter Hein, em 1628 (E) francesa de Duclerc, em 1710. .
06) Na última década do século XVIII, a França foi agitada por uma grande transformação que alcançou o mundo: a Revolução Francesa. Do ponto de vista da História Militar Naval francesa, essa Revolução representou (A) a transformação da Marinha francesa, que passou a operar de forma muito mais eficiente durante a Revolução.. . (B) a perda da capacidade combativa da Marinha francesa durante a Revolução, por motivo da emigração ou morte de seus oficiais (C) o aniquilamento da Marinha francesa, que não mais se reergueu após a Revolução. (D) a Era de Ouro da Marinha francesa (E) a autodestruição pela Revolução e a venda de seus navios de guerra para a Inglaterra. .
07) Qual das afirmativas abaixo encontra-se INCORRETA sobre a história dos Estados Unidos da América? (A) Depois de ter obtido o Canadá e a Índia para seu império colonial a Grã-Bretanha perdeu as 13 colônias da América do Norte durante a Guerra da Revolução Americana (1776-1783). ( (B) As 13 colônias inglesas da América do Norte, emancipadas, vieram a formar os Estados Unidos da América. (C) Na guerra da Revolução Americana, a França tomou parte para vingar-se da perda do Canadá e da Índia na guerra precedente, a dos Sete Anos (1756-1763). D) Foi em 1778 que o Rei de França assinou um tratado de aliança com os colonos ingleses revoltados, obtendo de certa forma a vitória; um francês notável, o Marquês de Lafaiete, tomou parte nessa guerra a favor dos norte-americanos. (E) A Inglaterra perdeu, durante a Revolução Americana, o contato parcial dos mares da costa Leste americana, o que cortou a ligação da metrópole com suas colônias. Esse contato não foi mais conseguido nos séculos seguintes. .
08) A princípio, a Grã-Bretanha olhou com benevolência as transformações provocadas pela Revolução Francesa, pois tudo parecia levar este país para o caminho do governo constitucional, quando, porém, a França investiu militarmente sobre outros países europeus, a fim de estender os efeitos da Revolução, ela deixou sua posição de simples espectadora. Durante as Guerras Napoleônicas, quem foi responsável por manter a grandeza e expandir o Império Britânico? (A) O General Washington, comandando as tropas inglesas, foi o ícone da Inglaterra. . (B) O almirante Churchil, a frente da esquadra britânica, garantiu a vitória inglesa na Europa. (C) Lord Ficher, Grande Almirante inglês, comandando a esquadra de seu país, obteve as vitórias (D) O gênio militar e administrativo de Napoleão encontrou seu par na figura de Nelson, o almirante inglês. (E) Lord Cromwell, ministro da Marinha inglesa, foi o célebre comandante naval. .
09) Somente depois de liquidar com a ameaça das forças navais inimigas na Batalha de Trafalgar, havida em 1805 e nos eventos menores ocorridos em sequência, é que os ingleses se permitiram uma alteração substancial em sua conduta estratégica, passando a (A) desembarcar tropas em auxílio a seus aliados continentais, especialmente na península Ibérica.. (B) enviar navios à Ásia e Oceania, impedindo ações francesas naquela área (C) ofensiva terrestre contra áreas coloniais francesas, como na Guiana. (D) encaminhar as tropas para ações terrestres na América do Sul, no Brasil e na Guiana. (E) enfrentar os navios franceses apenas nas costas da França. .
10) Napoleão fez o que pôde para invadir a Grã-Bretanha. Antes dele outros já haviam tentado o mesmo, mas o último que conseguiu foi Guilherme, o Conquistador, em 1066. A Grã-Bretanha salvava-se sempre pelo mar, como ocorreu em que ocasião abaixo? (A) Durante a Guerra dos Cem Anos, durante os séculos XV e XVI.. (B) Nas tentativas de invasão dos povos vikings, dos séculos IX a XI. (C) Na Batalha Naval da Jutlândia, durante a 1ª GM, no ano de 1914 (D) Na 3ª Batalha do Atlântico, operando a partir de suas bases africanas. (E) Com Hitler, mais de um século depois de Napoleão. .
11) Napoleão, de mentalidade continental por excelência, tentou vencer seu inimigo por outros modos. Tentou controlar o mar controlando a terra. Pretendia fazer seu adversário morrer à míngua, esvaziando seu comércio de qual forma? (A) Bloqueando todos os empórios e colônias inglesas. (B) Decretou, em Berlim, o famoso bloqueio continental. (C) Desviando o comércio inglês do oceano Atlântico para o Pacífico. (D) Construindo, ao longo das comunicações inglesas, fortificações capazes de imobilizar seu comércio. (E) Desviando as monarquias europeias para suas colônias americanas, como foi o caso de Portugal e Brasil. .
12) O Bloqueio Continental francês deu em nada, assumindo para o Brasil, particularmente, grande importância histórica, já que resultou na vinda do Estado português para cá. Isso se fez com a transmigração da família real portuguesa e dos principais organismos de governo de Portugal para o Brasil, uma vez que, recusando-se a aderir ao sistema continental napoleônico, Napoleão mandou invadir o reino português com tropas comandadas pelo General Junot. Qual foi o motivo de recusa por Portugal? (A) Devido às imposições dos EUA no programa de alianças americanas. . (B) Portugal foi motivado pelas necessidades coloniais brasileiras. (C) Devido a uma aliança muito antiga com a Grã-Bretanha. (D) Portugal recusou a aliança com a França devido à baixa do preço do açúcar brasileiro no mercado francês (E) Para cumprir os acordos comerciais com a Holanda e a Espanha e proteger seus interesses americanos.
13) Terminada a guerra com a Batalha de Waterloo (na Bélgica), a Europa reorganizou-se para um novo período com o Congresso de Viena, de 1815. Todos os povos ocidentais sofreram consequências de tão importantes acontecimentos, exceto: (A) Na América, processou-se a elevação do Brasil a Reino Unido com Portugal e Algarves. (B) Na América, houve um surto de movimentos separatistas que em pouco tempo levou a coroa espanhola à perda de suas colônias. (C) Estabelecia-se, à sombra do poderio naval, a Pax Britannica. (D) A Marinha britânica, emergente como a mais poderosa do globo, garantia para a Grã-Bretanha um clima propício a seu desenvolvimento industrial e comercial. (E) A Marinha britânica garantia para a Grã-Bretanha a posse de várias áreas coloniais para aquisição de produtos industriais. .
14) Nos Estados Unidos da América em 1776 dera-se a Revolução Americana, com as clássicas ideias da democracia liberal. Ela se fez com lutas memoráveis a fim de garantir a liberdade das antigas 13 colônias inglesas da América do Norte, o que torna correto afirmar do ponto de vista da HMN que (A) A Revolução foi responsável pela Guerra de Secessão Americana (1780-1800). (B) A Revolução Americana (1776-1783) viu nascer a marinha dos Estados Unidos da América (C) O comércio livre, pregado pela Inglaterra, estimulou as colônias americanas. .(D) A Revolução americana estreitou os laços com a antiga metrópole. (E) A aproximação dos EUA com a França por causa da Revolução Americana, permitiu as conquistas militares francesas contra a Inglaterra. .
15) Na Revolução Americana (1776-1783) as lutas desenvolveram-se no mar e em terra. O apoio da França, ressentida com a perda do Canadá para a Inglaterra alguns anos antes, foi decisivo para os norte-americanos. Repetiu-se nessa campanha memorável uma situação análoga à de Xerxes na Grécia, após a Batalha de Salamina. Tendo os britânicos perdido a Batalha de Chesapeake (5/9/1781), o General Cornwallis ficou isolado na América e (A) buscou ajuda nas colônias espanholas para poder vencer os revoltosos. (B) sem poder receber o apoio de que necessitava, acabou rendendo-se. (C) tendo que manter a Marinha espanhola ocupada no mar do Caribe. (D) tentou conseguir uma liga militar, semelhante a de Delos na Grécia Antiga. (E) criou uma guerra civil nos EUA, chamada de Guerra de Secessão, igual a Guerra do Peloponeso. .
16) O príncipe regente, D. Pedro, regressando de Santos em 7 de setembro de 1822, ao inteirar-se do teor dos despachos de Lisboa, decidiu-se a proclamar a independência política do Brasil, às margens do arroio Ipiranga. Esses despachos portugueses haviam chegado no navio (A) Charrua Imperial. (B) Dona Carlota Joaquina. (C) Dona Maria I. (D) Três Corações. (E) Fragata Constitucional. .
17) A corte de Portugal havia sido transferida para o Rio de Janeiro num comboio escoltado pelo(a) (A) poder naval britânico. . (B) Marinha Espanhola (C) determinação de Napoleão. .(D) agrupamento de navios dos EUA (E) Almirante Nelson. .
18) A decisão emancipadora de Dom Pedro colocou subitamente o novo império contra a tropa do General Inácio Madeira de Melo, comandante da guarnição portuguesa na Bahia, formada em torno de um núcleo de seis mil soldados, em sua maioria veteranos das campanhas ibéricas. Havia também na Bahia uma Esquadra portuguesa comandada por (A) Vasco de Ataíde.. .. (B) Thomas Cochrane (C) Félix Pereira de Campos (D) João de Oliveira Bottas (E) Manoel Marques Lisboa .
19) Na conquista da Guiana Francesa oficiais britânicos haviam dirigido operações navais conjuntas da frota anglobrasileira sob o comando de (A) Tomas Croz. .. (B) Regis Milmann. (C) Leonardo Sequillos (D) Jaime Lucas Yeo (E) João Arcanjo Flint.
20) Outros países latino-americanos haviam contratado serviços de oficiais britânicos, como os de Guilherme Brown, engajado pela Junta de Buenos Aires em 1814. Com o domínio do mar e sem as necessidades do bloqueio europeu da época napoleônica, o poder marítimo britânico dispensara grande número de oficiais experientes, que ficaram disponíveis para oferecer sua capacidade profissional às nações emergentes recém-emancipadas. Entre esses, o futuro Marquês de Barbacena contratou para comandar a MB (A) John Taylor (B) John P. Grenfell (C) Marquês de Tamandaré (D) Lorde Cochrane (E) Manoel A. Farinha .
21) Em 3 de abril de 1823, a nau capitânia Dom Pedro I partiu do Rio de Janeiro acompanhada pela fragata Ipiranga e pelas corvetas Maria da Glória e Liberal, suplementadas por um brigue e uma escuna. Essa força naval foi conduzida para combater áreas resistentes a nossa independência, seguindo para qual província? (A) Pernambuco (B) Paraíba (C) Paraná (D) São Paulo (E) Bahia .
22) Qual ícone da História Naval brasileira esteve presente no primeiro combate naval da MB? (A) Joaquim Barbosa, primeiro oficial formado em nossa Escola Naval. (B) Manoel Antonio Farinha, primeiro ministro da MB. (C) Joaquim Marques Lisboa, o futuro Marquês de Tamandaré. (D) D. Sebastião Salgado, destacado por comandar nosso primeiro navio a vapor. (E) D. Miguel, irmão de D. Pedro, que mais tarde se tornou rei de Portugal. .
23) No primeiro combate com a frota portuguesa, Lorde Cochrane teve dificuldades com a marujada lusitana engajada na esquadra brasileira. Restabelecida a disciplina, os combates e escaramuças continuaram até a expulsão dos resistentes, cuja navios foram perseguidos por ______________________, que ostentou a Bandeira Brasileira no rio Tejo em Portugal em 12 de setembro de 1823. (A) João Taylor (B) João Bottas (C) Tamandaré (D) Grenfell (E) Inhaúma .
24) As áreas resistentes a Independência do Brasil foram: . . . (A) Bahia, Maranhão, São Paulo e Santa Catarina (B) Bahia, Grão Pará, Maranhão e Paraíba (C) Grão Pará, Maranhão, Bahia e Cisplatina (D) Uruguai, Bahia, Maranhão e Pará (E) São Paulo, Bahia, Maranhão e Uruguai. .
25) Como se constituiu a Marinha do Brasil? (A) Sob orientação direta de D. Pedro I. . (B) Com ajuda da esposa do Imperador. .(C) A partir da compra de navios na Inglaterra pelos comerciantes cariocas (D) Tendo como artífice José Bonifácio de Andrada e Silva (E) Seguindo as ordens de D. Pedro I e os projetos ingleses. .
8ª BATERIA sdnbjksdjkvn sasjnnsk.
01) Os fatos que explicam os motivos do mar ter sido a única opção para a Independência do Brasil estão relacionados abaixo, EXCETO: (A) Portugal mantinha tropas fiéis em pontos destacados da costa brasileira. (B) Havia necessidade de se obstruir as comunicações de Portugal com resistentes no Brasil. (C) Um forte aliado de Portugal era a Inglaterra, nação poderosa nos mares. (D) Não havia comunicações terrestres para todos os pontos do território brasileiro. (E) Portugal tinha uma economia fortemente relacionada com o mar. .
02) Quem foi o primeiro a ser Ministro da Marinha do Brasil? (A) Luís da Cunha Moreira (B) Manoel Antonio Farinha (C) Lorde Cochrane (D) Almirante Tamandaré (E) Barão de Ladário .
03) Com sua visão de estadista (além de cientista que foi), José Bonifácio percebeu claramente um grave problema: havia focos rebeldes à Independência, cuja ação poderia levar à separação de partes até então integrantes do território do antigo Reino do Brasil. A única solução para o caso era o emprego da força armada, a fim de eliminar as reações ao surgimento do novo Estado independente. Por que foi optado pelo emprego de uma marinha na solução do problema apresentado? (A) Devido ao Brasil do início do século XIX não apresentar obstáculos para eficiente comunicação interna e os elementos capazes de conter e eliminar as resistências tiveram que percorrer pequenas distâncias. (B) Porque os principais focos de resistência eram a Bahia, o Maranhão, o Grão-Pará e o Rio Grande, no extremo sul. Deslocar tropas pelo interior não seria a melhor decisão e talvez impossível. (C) A única via para um deslocamento rápido de tropas seria o mar. O mar não apenas como via para forças terrestres, mas também para forças navais. (D) Porque Portugal mantinha em nossas águas navios de guerra ingleses e americanos e, usando o mar, apoiava as tropas de terra que lhe eram fiéis. (E) Impunha-se, de nossa parte, o corte das comunicações marítimas entre a Inglaterra e seus soldados que aqui estavam. .
04) Por ocasião da nossa Independência, não havia força naval brasileira em condições de realizar a missão necessária; era preciso obter uma. Como foi organizada nossa primeira esquadra? (A) Com a recuperação de algumas naus e outros navios que os portugueses haviam deixado por aqui. (B) O governo não tendo os recursos necessários, apelou para o povo que deu os meios necessários por meio de uma subscrição pública. (C) O imperador dom Pedro I comprou um navio, o brigue Caboclo, e doou-o à marinha. (D) A Imperatriz Dona Leopoldina comprou 100 ações do Plano para a Reorganização da Armada Brasileira. (E) Todas as opções acima. .
05) Após a formação da MB, faltava, contudo, um elemento importantíssimo: quem iria guarnecê-la? .. (A) Portugueses e Ingleses fiéis a metrópole lusitana (B) Portugueses dissidentes de Lisboa com apoio portenho (C) Ingleses, irlandeses e espanhóis que aproveitaram a fragilidade europeia. (D) Estrangeiros, em sua maioria ingleses, que estavam livres das guerras europeias. (E) Oficiais de náutica ingleses e de artilharia franceses complementados por 500 marinheiros espanhóis. .
06) O primeiro chefe de nossa MB foi o Almirante Tomás Cochrane, Conde de Dundonald, mais tarde também Marquês do Maranhão, no entanto, quem comandou a primeira força naval ostentando no mar a Bandeira Nacional imperial? (A) O oficial norte-americano, Davi Jewett. . (B) Manoel Antonio Farinha, Almirante português. (C) Luís da Cunha Moreira, CMG brasileiro. (D) James Greenfeld, oficial inglês. (E) Augusto Leverger, comandante francês.
07) Até cerca de 1830, metade dos marujos e dois terços dos oficiais da MB eram estrangeiros, ainda assim, a bandeira que se arvorou a bordo era brasileira, como brasileira era a causa e brasileiros foram os recursos e a vontade com que se fez a Independência. Qual afirmativa abaixo está correta sobre a MB por ocasião de nossa independência? (A) Apesar das dificuldades iniciais, a MB lutou e venceu ingleses, espanhóis e franceses. (B) O território mais resistente a independência foi a região amazônica. (C) A MB correspondeu à altura da confiança nela depositada e garantiu a integração nacional. (D) Os navios emprestados pela Inglaterra foram utilizados nas batalhas pela nossa independência. (E) O povo entendeu a gravidade da situação e aderiu prontamente à solução marítima para o problema nacional. .
08) Nossa primeira esquadra foi organizada por ocasião de qual período da História brasileira? (A) A chegada da família imperial portuguesa. (B) Por ocasião da guerra contra a Guiana Francesa. . (C) Na tomada de Caiena. (D) Na anexação da província Cisplatina. (E) Nossa Independência. .
09) Por que o Almirante Tomás Cochrane, que tinha o título inglês de Conde de Dundonald, recebeu também o título brasileiro de Marquês do Maranhão? (A) Porque foi o responsável pela expedição naval que reduziu aquela província à independência brasileira. . (B) Por ter sido responsável pela fundação da cidade de São Luis, capital da província do Maranhão (C) Porque era um título inferior ao que ele tinha como cidadão inglês, demonstrando nossa subordinação aos interesses ingleses. (D) Devido ao título inglês, já que o Maranhão era um território com idênticas características no Brasil. (E) Por uma única razão, não havia outros títulos disponíveis para se oferecer no Brasil do século XIX. .
10) O navio a vela era milenar. Os homens estavam já habituados a manobrar com ele. Sua manutenção implicava apenas a conservação de suas madeiras, de seu velame e dos cabos que formavam seus aparelhos. Navegava dependendo apenas de dois elementos: vento e comida para a guarnição. Quando comparamos os navios antigos com os da era da Industrialização, podemos afirmar com EXCESSÃO que: (A) Todo o espaço dos navios mercantes destinava-se exclusivamente ao transporte de carga e ao alojamento da guarnição. (B) O raio de ação dos navios antigos era quase ilimitado. (C) Excetuando-se reparos casuais, motivados pelo mau tempo ou pela ação do inimigo, as bases e os portos espalhados pelo mundo apenas serviam para prover os navios dos meios necessários à subsistência de seus homens. (D) A obtenção de pessoal qualificado e peças de reposição para os navios modernos se tornou fácil no início da industrialização. (E) Os navios de guerra modernos tinham bastante espaço para os canhões e sua respectiva munição.
11) No começo do século XVIII, um francês, Denis Papin, tentou adaptar um engenho a vapor num barco. Mais tarde, Jaime Watt, por volta de 1770, construiu a primeira máquina a vapor digna desse nome, e ao longo do século XIX as transformações foram se acentuando. Como não podia deixar de ser, a marinha (mercante e de guerra) sofreu o impacto da Revolução Industrial. Qual afirmativa abaixo está correta sobre industrialização e as marinhas do mundo todo? (A) A navegação fluvial foi a menos favorecida pelos avanços tecnológicos nos navios da era Industrial... (B) Devido aos rápidos progressos da Industrialização, a busca de navios de guerra mecanizados foi intensa no início do séc. XIX (C) Os avanços tecnológicos foram mais lentos nas marinhas de guerra e no ambiente marítimo (D) A disputa industrial entre a França e a Inglaterra permitiram o acesso rápido de todas as nações aos navios modernos . (E) Países como os EUA e o Japão participaram ativamente da Industrialização naval já na primeira metade do séc. XIX. .
12) O homem do mar, de um modo geral, recebeu com desconfiança a máquina de vapor. Até então, todas as inovações técnicas de bordo tinham se originado no próprio meio marítimo. Perdem-se de vista nos tempos as progressivas e diminutas alterações que levaram o navio mercante a evoluir do “navio redondo” da Antiguidade até os majestosos clíperes da segunda metade do século XIX. Qual afirmativa abaixo melhor explica a desconfiança sobre a industrialização naval? (A) A religiosidade dos marinheiros os faziam acreditar que máquinas que substituíam o trabalho humano eram coisas do diabo. (B) A máquina a vapor era invenção do homem de terra, estranho ao ambiente marítimo, às lides marinheiras. (C) O excessivo controle e os rígidos regulamentos contra as praças a bordo dos navios tenderiam a aumentar com a mecanização. (D) Os oficias, oriundos de famílias aristocráticas rurais ou comerciais, não aceitavam as modificações industriais . (E) Os governos não acreditavam a Revolução Industrial com medo delas acelerarem as mudanças da Revolução Francesa.
13) Quais foram as fortes razões que impuseram a máquina a vapor bem cedo à marinha mercante, principalmente no tráfego de passageiros? (A) O preço reduzido das passagens e do frete das bagagens, quando comparados com a navegação à vela. (B) A rápida aderência das companhias de comércio sul-americanas e africanas ao sistema de transporte europeu. (C) O maior espaço a bordo para os passageiros, principalmente para os menos favorecidos. (D) A grande virtude apresentada foi a regularidade das viagens. (E) O valor reduzido do combustível em comparação com o da era da vela. .
14) Foi Roberto Fulton que começou a grande escalada do vapor como elemento de propulsão diretamente aplicado ao transporte marítimo. Em 1807, Fulton fez o seu navio subir o rio Hudson, de Nova Iorque até Albany, em 32 horas. O tempo de descida foi de 30 horas. Em 1º de outubro daquele ano, ele começou uma linha regular entre as duas cidades, transportando em cada viagem cerca de 100 passageiros. Qual foi o nome do navio empregado por Roberto Fulton? (A) Embassador. (B) Victory. (C) Generally. (D) Cysne Blanc. (E) Clermont. .
15) O Brasil foi dos primeiros países a compreender a importância do navio a vapor; já em 1826, o Marquês de Barbacena obteve concessão para estabelecer uma linha regular de navegação a vapor (A) no Recôncavo baiano. (B) na bahia de Guanabara. (C) no rio Guaiba. (D) nos canais de Recife. (E) no rio Amazonas. .
16) O transporte a vapor nos rios logo proliferou nos Estados Unidos da América, desenvolvendo-se mais do que na Europa. A explicação é fácil, no entanto, qual afirmativa abaixo está INCORRETA? (A) A Europa estava cortada, havia muito, de estradas que interligavam suas principais cidades, dependendo por isso menos das comunicações fluviais.. (B) As distâncias europeias eram relativamente curtas, enquanto os norte-americanos tinham distâncias maiores a percorrer e dispunham de bons rios e lagos navegáveis. (C) Nos Estados Unidos da América as distâncias entre as principais cidades eram bem maiores e não havia um sistema rodoviário. (D) Em 1812, começou o serviço de vapor no rio Mississipi e, em 1822, já havia 35 embarcações a vapor navegando nele e em seus afluentes (E) As Guerras Napoleônicas impediram o crescimento da navegação fluvial, pois diversos obstáculos foram criados para impedir os avanços inimigos da França. .
17) Complete as frases abaixo: I) Na Europa o vapor não se fez esperar para progredir. Em 1816, o Élise, francês, fez a travessia do canal da Mancha em 17 horas, sob forte tempestade, alcançando____________. II) Em 1838, dois navios a vapor atravessaram o oceano Atlântico da Europa para a América do Norte. Primeiro chegou o ___________ a Nova Iorque, inaugurando a travessia oceânica de passageiros. III) Quatro horas depois chegou também a Nova Iorque o segundo navio a vapor, o __________, tendo ainda os porões cheios de carvão. (A) Nova Iorque, Canopus, Grande Oeste. . (B) Londres, Gloire, Worrior (C) Paris, Sirius, Great Western. (D) Lisboa, Star, Lion (E) Berlin, Bertold, Fantasie.
18) O episódio do “Sirius” deu uma grande lição EXCETO: (A) o navio a vapor precisava de maiores estoques de carvão para suas viagens. (B) o maior espaço para combustíveis exigia paióis de armazenamento, o que diminuía o espaço útil para a carga. (C) o espaço ocupado pelas máquinas também reduzia o volume útil para as mercadorias. (D) aplicado, no entanto, com grandes vantagens para o transporte de passageiros, o vapor logo se consagrou para a carga. (E) as dificuldades iniciais dos navios a vapor foram superadas com o menor dimensionamento dos navios para melhor aproveitamento do espaço a bordo. .
19) Em 1843, apareceu a grande novidade, o casco de ferro do Great Britain, construído pelo famoso engenheiro naval Isambard Brumel. O Great Britain era dotado de hélice, o que também era novidade, pois até então os navios de vapor eram de madeira, propulsados por rodas de pás laterais. Houve também, frequentemente, navios com rodas de pás à popa, destinados à navegação (A) fluvial (B) costeira (C) marítima (D) glacial (E) submarina .
20) Em meio aos primeiros passos do vapor, a marinha a pano atingiu seu clímax. Em 1845, apareceu nos Estados Unidos da América o primeiro__________________, belo navio a vela, de casco longo e fino, com enorme superfície vélica, que lhe permitia atingir alta velocidade. Em 1851, apareceu o ___________________, o mais belo e mais rápido veleiro de todos os tempos. (A) Clíper / Flying Cloud (B) encouraçado / Velox (C) Clíper / Velox (D) submarino / Nautilus (E) aeródromo / Vegeance .
21) O maior e mais revolucionário de todos os navios a vapor do século XIX foi construído por Brumel. Foi lançado ao mar em 1858, com 230 metros de comprimento, todo de ferro e deslocando 22.600 toneladas. Tinha duas rodas de pás laterais, além de um hélice com alguns metros de envergadura. Sua velocidade alcançava 25 nós, podendo transportar 4 mil passageiros ou 10 mil soldados. No entanto, foi um fiasco. Qual foi o nome deste navio e sua aplicação posterior? (A) Foi denominado de Great Eastern e o navio acabou servindo como transporte de carvão combustível. .. (B) Foi denominado de Merrimac e o navio acabou seus dias como caça submarinos (C) Foi denominado de Madeline sendo posteriormente reclassificado como baleeiro. (D) Foi denominado de Great Eastern e o navio acabou servindo como lançador de cabos submarinos (E) Foi denominado de Giroland e o navio posteriormente foi aplicado no transporte de animais.
22) Conhecendo-se a supremacia do hélice sobre as rodas de pás laterais, os navios acabaram sendo construídos apenas com hélices. Seus cascos começaram a ser feitos de ferro e depois de aço e logo teve grande incremento o tráfego de passageiros entre a Europa e a América. Para atender à crescente demanda, navios maiores começaram a aparecer, dotados de grande conforto, sendo classificado como o “fita azul” da travessia atlântica, conservando seu título até ser vendido em 1960? (A) o Mauretânea, da Cunard Line, com 263 metros de comprimento. (B) o legendário France alcançava os mares, a serviço da Compagnie Générale Transatlantique, com 240 m de comprimento. (C) o Liners, que majestosamente singrava o oceano Atlântico num intenso movimento mercante (D) o Great Eastern, lançado em 1912 e com 23.660 t de deslocamento (E) o Queen Elizabeth, da Cunard, que assombrou o mundo com seus 343 m de comprimento.
23) A marinha de guerra sempre foi conservadora. Essa peculiaridade dos homens do mar, particularmente dos que lutam no mar, dificultou ainda mais a adoção _________________ nos navios de guerra. (A) do óleo combustível (B) da hélice (C) dos canhões raiados (D) da couraça (E) do vapor.
24) Todas as transformações navais não se fizeram, entretanto, sem grandes implicações. A principal delas disse respeito ao próprio homem que guarnecia os navios, EXCETO: (A) Houve necessidade de todo um processo de formação de gente apta para conduzir as novas máquinas.. (B) Foi necessário apenas formar os homens do mar, pois os marinheiros já estavam acostumados à nova paisagem técnica que pouco a pouco tomou conta de suas vidas. (C) A profissão especializou-se e qualificou-se de modo diverso do que se fazia até então (D) Era preciso mais: uma perfeita familiarização com os equipamentos mecânicos com que lidaria dali em diante. (E) O simples contato com o mar não credenciava mais um profissional marítimo. .
25) As guerras napoleônicas mal haviam terminado e os mercantes começavam a desenvolver o novo tipo de propulsão. As nações marítimas, dentre elas principalmente a Grã-Bretanha, tinham feito vultosíssimos investimentos em navios de madeira a pano para a situação de beligerância que tinham acabado de viver. Adotar o vapor àquela altura significava jogar fora todo o investimento feito, já que novas táticas e novos métodos haveriam de surgir. O que isso representou? (A) Um fator de preocupação mas que não atrapalhou o desenvolvimento da navegação mecanizada. (B) Um empecilho à adoção do navio a vapor, principalmente nas marinhas de guerra. (C) Apesar das dificuldades iniciais, a navegação a vapor progrediu rapidamente no hemisfério sul (D) Uma facilidade de afirmação da navegação a vapor no hemisfério norte, principalmente nas marinhas de guerra inglesa e francesa (E) Uma paralisação completa da evolução náutica, até a resolução dos entraves iniciais.
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