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De acordo com o Art. 7-1-1, o "SERVIÇO DE OFICIAIS" é definido como toda atribuição dada a determinado Oficial para ser executada por período: indeterminado de tempo, conforme a necessidade da Organização Militar. limitado de tempo, no período de horas maior que 6h e menor que 24h. limitado de tempo, dada pelo Comandante da Organização Militar. contínuo de tempo, visando a manutenção da segurança orgânica. superior a vinte e quatro horas, para fins de adestramento tático. O "SERVIÇO POR QUARTOS", conforme definido no Art. 7-1-2, é o serviço executado por períodos de duração: superior a seis horas, não podendo ultrapassar doze horas. igual ou inferior a seis horas. necessariamente de quatro horas para navios em viagem. entre duas e quatro horas, dependendo da situação tática. igual ou superior a oito horas, visando o descanso da oficialidade. Segundo o Art. 7-1-2, § 2º, a autoridade competente para fixar a duração dos quartos é o: EMA. Comandante da OM. COMIMSUP. Imediato do navio. COMAPEM. A duração dos quartos, conforme as normas gerais da OGSA, não pode ser inferior a "DUAS HORAS" para: navios em regime de porto. OM de terra. Navios fundeados em porto estrangeiro. Navios amarrados. Navios em viagem. O "SERVIÇO DE ESTADO", previsto no Art. 7-1-3, é aquele executado por período de duração: superior a seis horas, não podendo ultrapassar vinte e quatro horas. inferior a seis horas. superior a doze horas. de exatas vinte e quatro horas. superior a 8horas, para Organizações Militares de terra. O Oficial de Serviço a bordo de navio, em regime de viagem, na estação de controle da manobra, denomina-se: Oficial de Serviço de Viagem. Oficial de Manobra. Oficial de Quarto. Oficial de Navegação. Oficial Serviço. No exercício de suas atribuições, o Oficial de Serviço é o representante do(a): Embarcação. MB. Mais antigo da cadeia de comando. Comandante da OM. E) COMIMSUP. Conforme o Art. 7-1-6, § 1º, por intermédio do Oficial de Serviço são transmitidas as ordens do: Comandante e do Imediato. Imediato e dos Chefes de Departamento. Comandante da Força e do Chefe do Estado-Maior. Oficial Superior de Pernoite e do Imediato. Comandante da OM e do COMIMSUP. Em qual situação o Oficial de Serviço deve mandar participar ao Comandante a necessidade de sua presença no local de serviço?. Sempre que houver troca de quarto no período noturno. Quando lhe parecer haver risco para a segurança da OM. Em todas as ocasiões de cerimonial de recepção de autoridades. Quando ocorrerem faltas disciplinares pela guarnição. Quando ocorrerem faltas disciplinares pela Tripulação. De acordo com o Art. 7-1-6, § 4º, nos casos imprevistos que exijam providências imediatas, o Oficial de Serviço: deve aguardar a chegada do Imediato para tomar qualquer decisão. as tomará, ficando isento de responsabilidade em caso de erro técnico. deve consultar o Oficial Mais Antigo da Divisão de Serviço antes de agir. as tomará, ficando responsável por seu acerto ou pela incorreção das mesmas. delegará a decisão ao Contramestre de Serviço para evitar conflito de autoridade. O Oficial de Serviço é o responsável pela correção dos uniformes do pessoal, especialmente dos: A) oficiais em serviço de estado. B) licenciados. C) guardas-marinha em instrução. D) prisioneiros. E) rancheiros. Na presença de Almirante ou Comandante de Força, se o seu Comandante não estiver presente, o Oficial de Serviço: não ordenará qualquer faina ou formatura sem lhe pedir licença. deve delegar o comando das fainas ao Oficial de Quarto. pode ordenar fainas exclusivamente rotineiras sem prévia autorização. deve suspender todas as fainas até a chegada do Imediato. assumirá a responsabilidade pelas ordens que emitir. Ao Oficial de Serviço é expressamente "PROIBIDO", conforme o Art. 7-1-10: A) circular pelas cobertas de rancho durante o repouso. B) portar armamento portátil sem autorização do Imediato. C) sentar-se, bem como ocupar-se em leituras ou conversas não ligadas ao serviço. D) inspecionar material pertencente ao pessoal de passagem. E) delegar autoridade ao Oficial Ajudante para saída de embarcações. A passagem do serviço entre Oficiais, de acordo com o Art. 7-1-12, será feita na presença do: A) Imediato, após o que se apresentarão ao Comandante. B) Comandante, após o que os Oficiais apresentar-se-ão ao Imediato. C) Chefe do Departamento de Administração. D) Oficial Superior de Pernoite. E) Oficial Mais Antigo de cada Divisão de Serviço. Em qual circunstância o Oficial pode deixar o serviço sem ter sido regularmente rendido?. A) Em caso de emergência médica comprovada pelo Encarregado de Saúde. B) Quando o quarto exceder a duração de seis horas. C) Após autorização verbal do Contramestre de Serviço. D) Em nenhuma hipótese. E) Somente em Organizações Militares de terra durante o expediente. Durante o período noturno, o Oficial de Serviço deve mandar avisar seu sucessor com a necessária antecedência por intermédio: A) do Imediato. B) de sinalização luminosa interna. C) de seu auxiliar ou pessoal de serviço. D) de toque de apito específico. E) do Oficial Superior de Pernoite. O Oficial de Serviço pode afastar-se temporariamente do seu posto, por motivo de força maior, desde que seja substituído por outro Oficial capacitado e com o conhecimento do: A) COMIMSUP. B) Oficial de Quarto sucessor. C) Comandante ou Imediato. D) Mestre do navio. E) Chefe do Estado-Maior da Força. Em ocasião de mau tempo, o pessoal escalado para o serviço poderá permanecer em local abrigado sob autorização do: A) Oficial de Serviço. B) Imediato. C) Encarregado do Convés. D) Comandante do navio. E) Mestre d'armas. O Oficial de Serviço tem autoridade para permitir que Oficiais e Praças de serviço se ausentem temporariamente de seus postos, podendo delegar essa autoridade ao: Em caso de acidentes de que resultem lesões ou morte durante o serviço, cabe ao Oficial de Serviço: informar apenas ao Encarregado de Saúde. aguardar a perícia da autoridade policial competente. fazer lavrar imediatamente o respectivo Termo. suspender o diário de bordo até a conclusão do inquérito. delegar a lavratura do termo ao Secretário da OM. Antes de mandar distribuir o rancho da guarnição, o Oficial de Serviço deve: provar a amostra do rancho. conferir a pesagem de todos os gêneros. inspecionar a caderneta de saúde de todos os cozinheiros. solicitar a autorização do Oficial de Intendência. verificar se o Comandante já realizou sua refeição. Conforme o Art. 7-1-24, o Oficial de Serviço deve certificar-se, pelos meios disponíveis, da condição de fechamento do material e do estado de: flutuabilidade do navio. estanqueidade do navio. conservação das embarcações miudas. limpeza dos compartimentos de bordo. manter-se ao corrente da navegação. Sobre a abertura de paióis de munição, o Oficial de Serviço deve velar para que nenhum seja aberto sem: a presença do Fiel de Armamento. o toque de silêncio. sua ordem ou ciência. autorização prévia do COMIMSUP. a lavratura de termo de segurança. O Oficial de Serviço tem autoridade para inspecionar tudo quanto embarcar ou desembarcar da OM pertencente ao: pessoal embarcado, destacado ou de passagem. Comandante e ao Imediato exclusivamente. pessoal civil prestador de serviço externo. oficialato de outras forças armadas em visita. suprimento de fundos da assessoria de pagamentos. Ao observar sinais feitos por quaisquer navios à vista, o Oficial de Serviço deve dar ciência de todos ao Comandante, "EXCETO" os de: emergência. manobra tática. rotina. reconhecimento. perigo imediato. O Oficial de Serviço não permitirá que qualquer embarcação largue da OM sem sua licença e, caso pertença à sua OM: sem que o Imediato autorize por escrito. sem que a inspecione ou faça inspecionar. sem que o Mestre do navio esteja a bordo. após o pôr do sol, em nenhuma circunstância. sem que o diário de navegação seja assinado. De acordo com o Art. 7-1-33, o Oficial de Serviço não permitirá que permaneçam atracadas senão as embarcações que conduzam: Oficiais Intermediários em serviço administrativo. pessoal licenciado em trânsito. Oficiais-Generais ou Comandantes de Força. suprimentos de gêneros perecíveis. malas diplomáticas ou correio militar. Em relação ao fundeio ou amarração do navio, o Oficial de Serviço deve tomar as providências cabíveis para verificar se o navio não: aderna. aproa. garra. abica. caturra. Concorrem à Escala de Serviço de Oficial de Quarto em navio em viagem os Oficiais Intermediários e Subalternos do: Corpo de Intendentes da Marinha. Corpo de Fuzileiros Navais. Corpo da Armada. Quadro Auxiliar de Oficiais. Corpo de Engenheiros. Em situações em que o número de Oficiais ficar ocasionalmente reduzido a "DOIS", quem entrará na Escala de Serviço de Oficial de Quarto?. A) O Comandante do navio. B) O Oficial Intermediário mais moderno da OM. O Imediato, independente de ser Oficial Intermediário ou Subalterno. O Imediato, exceto Subalterno. E) O Imediato, sendo Oficial Intermediário ou Subalterno. Se o navio, incluindo o Imediato, só contar com dois Oficiais, quem poderá concorrer à escala em travessias maiores de doze horas, desde que qualificado?. A) O Encarregado de Sinais. B) Os Guardas-Marinha e, na falta destes, o Mestre do navio. C) O Sargento da Manobra. D) O Praticante de Máquinas. E) O Oficial de Gabinete do Almirante. O número de Divisões de Serviço em viagem será fixado pelo Comandante e não deverá ser: menor do que duas nem maior do que quatro. exatamente três divisões fixas. menor do que três nem maior do que seis. maior do que oito divisões. menor do que quatro divisões em qualquer hipótese. Em cada comissão, o serviço será iniciado pela: Terceira Divisão de Serviço. Divisão de Serviço do Imediato. Primeira Divisão. Divisão que possuir o Oficial mais antigo. Divisão sorteada pelo Comandante da Força. O regime e o serviço de viagem cessam no fim do quarto em que o navio: cruzar o limite das águas territoriais. avistar o porto de destino. fundear, amarrar ou atracar. suspender por ordem imprevista. completar a primeira hora de fundeio. Quando o navio fundear, amarrar ou atracar por menos de 24 horas, o regime e o serviço de viagem: devem ser obrigatoriamente interrompidos. passam a ser regidos pelas normas de porto estrangeiro. poderão, a critério do Comandante, não ser interrompidos. são substituídos pelo Serviço de Estado de Oficiais Superiores. serão mantidos apenas para o pessoal de máquinas. Nas OM de terra e navios no porto, os Oficiais distribuídos por Divisões de Serviço sucederão continuamente no serviço por período de vinte e quatro horas, iniciado às: oito horas de cada dia. doze horas de cada dia. seis horas da manhã. dezoito horas, após o expediente. zero hora (meia-noite). Nas rotinas de "DOMINGO", o serviço da Divisão em OM de terra ou navio no porto será iniciado às: doze horas. dez horas. oito horas. sete horas. nove horas. O Oficial mais antigo de cada Divisão de Serviço será o: Imediato da Divisão. Oficial de Quarto de Porto. Chefe da Divisão de Serviço. Encarregado de Pernoite. Fiscal do Serviço Diário. O número de Divisões de Serviço em OM de terra ou navio no porto, em circunstâncias normais, não deverá ser: inferior a três nem superior a seis. inferior a cinco nem superior a dez. inferior a quatro nem superior a oito. superior a cinco divisões. inferior a duas divisões em nenhuma OM. Na situação em que o número de Oficiais por Divisão de serviço for igual ou inferior a "DOIS", far-se-á o serviço de: quartos de duas horas. quartos de seis horas. prontidão total. estado. pernoite sucessivo. Nas Divisões de Serviço com dois Oficiais, no período do "SILÊNCIO À ALVORADA", quem responderá pelo serviço?. O Contramestre de Serviço. O Oficial de Serviço sucessor. O Imediato do navio. O Oficial Superior de Pernoite. O Cabo da Guarda. Quando houver mudança de regime de viagem para normal de porto, se o serviço de viagem se iniciou "ANTES DA MEIA-NOITE", entrará de serviço de porto: a Divisão que possuir os Oficiais mais modernos. a Divisão que houver feito o último serviço de porto. a Divisão que se seguir à que fez o último serviço de porto. a Primeira Divisão, obrigatoriamente. a Divisão sorteada pelo Imediato. O Oficial de Quarto é sempre aquele que: for o mais antigo da estação de controle da manobra. for designado pelo Chefe do Estado-Maior da Força. independente de sua antiguidade, estiver de serviço na estação de controle da manobra. possuir o curso de especialização em navegação astronômica. for o Chefe da Divisão de Serviço de Viagem. Ao entrar de quarto, o Oficial deve se inteirar, além das disposições gerais, da situação tática, do rumo a seguir, do regime de máquinas e da: escala de licenciamento das praças de convés. posição relativa dos demais navios, especialmente do Capitânia e do Guia. quantidade de munição nos paióis de pronto emprego. validade dos certificados de inspeção de saúde da tripulação. programação de cinema e recreação para a guarnição. O Oficial de Quarto não passará o serviço antes de: completar exatas quatro horas de quarto. o navio atingir a velocidade de cruzeiro. terminar qualquer manobra ou evolução iniciada sob sua direção. o pôr do sol, caso o quarto termine nesse horário. o Imediato conferir o diário de navegação. Sem ordem do Comandante, o Oficial de Quarto não pode mandar fazer sinais, "EXCETO": sinais de cortesia a navios mercantes. sinais de rotina e de cerimonial. sinais de reconhecimento, de navegação, de marcha ou manobra e de emergência. sinais de comunicação interna para faina de rancho. sinais de exercícios de tiro de artilharia. O Oficial de Quarto terá atenção à derrota do navio, registrando nos livros apropriados os elementos que a caracterizam: a cada trinta minutos. de hora em hora e/ou quando houver alteração nas condições de navegação. apenas no início e no término do quarto. somente quando houver mudança de rumo. a cada quarto de hora em canais estreitos. Em ocorrência "IMPREVISTA" durante a navegação, o Oficial de Quarto deve: aguardar a subida do Comandante ao passadiço para agir. reduzir a velocidade para "ADIANTE MUITO DEVAGAR" e aguardar ordens. manobrar conforme as circunstâncias exigirem, participando imediatamente ao Comandante. solicitar instruções via rádio ao COMIMSUP. delegar a manobra ao Encarregado de Navegação. Qualquer manobra exigida pelas circunstâncias ao avistar outro navio deve ser feita de acordo com as regras do: Código Internacional de Sinais. Regulamento Geral para as Capitanias dos Portos. Cerimonial da Marinha. Ordenança de Navios da Esquadra. Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar. O Oficial de Quarto terá atenção para que estejam sempre prontas para as fainas de "HOMEM AO MAR": uma balsa salva-vidas inflável. uma embarcação de socorro e bóias salva-vidas. coletes individuais. a escada de quebra-peito e cabos de retinida. mergulhadores de prontidão. O Oficial de Quarto fará inspecionar o aparelho de governo: a cada troca de timoneiro. pelo menos uma vez durante o quarto. somente em águas restritas ou portos. apenas se houver variação na agulha magnética. de duas em duas horas. Quando em Serviço de Estado, durante as refeições, o Oficial de Serviço far-se-á representar, em seu posto, pelo: Ajudante do Oficial de Serviço. Contramestre de Serviço. Sargento Polícia. Oficial do Quarto sucessor. Ronda. No período compreendido entre o "SILÊNCIO E A ALVORADA", quando em Serviço de Estado, ao Oficial de Serviço será permitido: repouso relativo na Sala de Estado. baixar à terra para pernoite em residência. repouso completo. ausentar-se da OM se houver Oficial Superior de Pernoite. leitura de assuntos não ligados ao serviço para passar o tempo. Ao Oficial de Serviço compete dirigir as fainas a serem executadas: durante o horário de expediente normal. sob a supervisão do Encarregado do Convés. fora do horário de expediente. apenas nos dias de rotina de domingo. somente se houver risco de vida para o pessoal. O Oficial de Serviço inspecionará pessoalmente ou por intermédio de outro Oficial da Divisão de Serviço as cobertas do rancho e a cozinha: logo após a alvorada. durante o licenciamento da guarnição. antes das refeições e antes do silêncio. somente se houver reclamação sobre a comida. a cada duas horas durante o expediente. O Oficial a quem for atribuída a responsabilidade pelo funcionamento de setor específico (ex: CIC, COC, Máquinas) denominar-se-á: Encarregado do Centro de Operações. Oficial de Serviço no setor respectivo. Chefe de Seção Técnico-Operacional. Supervisor de Quarto de Combate. Assistente Técnico do Comandante. Nos navios em que o número de Oficiais não seja suficiente para os serviços, estes poderão ser feitos por: pessoal civil contratado. praças da reserva remunerada. pessoal subalterno, de acordo com as normas em vigor. oficiais de outras OM de terra próximas. guardas-marinha sem qualificação formal. Aos Ajudantes do Oficial de Serviço, quando em "SERVIÇO POR QUARTOS", é expressamente proibido: utilizar o sistema de comunicações internas. portar binóculos ou equipamentos de visão noturna. sentar-se, bem como ocupar-se em leituras ou conversas não ligadas ao serviço. realizar rondas sem a presença do Mestre d'armas. delegar tarefas às praças da guarda. O cumprimento da rotina, entre os auxiliares do Oficial de Serviço, terá a seu cargo o: Oficial Ajudante mais moderno. Contramestre de Serviço. Sargento de Dia. mais antigo dos Ajudantes do Oficial de Serviço. Fiel de Pessoal da Divisão de Serviço. Os Oficiais Superiores das OM concorrerão ao Serviço de Oficial Superior de Pernoite (OSP), com a responsabilidade de: assumir o comando em caso de morte do Comandante. fiscalizar o pagamento de diárias e gratificações. comandar as fainas de emergência durante o expediente. organizar as escalas de serviço dos Oficiais Intermediários. supervisionar o serviço e as demais atividades da OM fora do expediente. |




