Sistemas de Combustível motor convencional CAP.3
|
|
Title of test:
![]() Sistemas de Combustível motor convencional CAP.3 Description: Motor Convencional |



| New Comment |
|---|
NO RECORDS |
|
Aborboleta de um carburador ou de qualquer unidade formadora de mistura fica toda aberta durante a operação: Em cruzeiro. De marcha lenta. Decolagem. Com mistura rica. A gasolinaque forma a mistura combustível precisa estar: fria. sólida. vaporizada. líquida. A mistura 10:1 indica que foram misturados: 10 litros de ar e 1 litro de gasolina. 1 litro de ar e 10 litros de gasolina. 10kg de gasolina e 1kg de ar. 10kg de ar e 1kg de gasolina. A mistura quimicamente correta ou estequiométrica vale: 15:1. 12:1. 13:1. 4:1. A mistura 12:1 é: Rica. pobre. ótima. inconsumível. Antes de entrar no motor, todo ar que o mesmo admite tem que passar no: magneto. Giclê. pulverizador. venturi. A seleção da mistura combustível é feita em qualquer unidade de formação de mistura: Pela borboleta de gicle. pela bomba de aceleração. pelo controle manual de mistura. pelo controle automático de mistura. A unidade que permite selecionar os regimes operacionais do motor como, por exemplo, marcha lenta, cruzeiro e etc; é: distribuidor. magneto. carburador. pistão. Durante o funcionamento do motor, a região mais fria do carburador é na: garganta do venturi. entrada do venturi. saída do venturi. borboleta. Em voo de cruzeiro se obtém a correção da mistura sem a intervenção do piloto por meio de: controle manual do sistema. bomba de gasolina. controle automático do sistema. magneto e distribuidor. Nos regimes de alta potência, como no caso da potência de decolagem, se o motor não receber mistura, ocorrerá: diminuição de potência. pré-ignição. detonação. todas as opções. No regime de marcha lenta, a mistura que uma unidade formadora de mistura fornece é: pobre. de 14:1. muito rica. rica. Numa aceleração rápida do motor, se não houver um fornecimento adicional de gasolina,além do normal, a mistura no momento de aceleração ficará: pobre. inalterada. fria. rica. O aumento ou diminuição do fluxo de ar para aumentar oudiminuir a potência do motor é controlada por meio de: magneto. distribuidor. giclê. borboleta. O excesso de gasolina que torna a mistura muito rica, como no caso de mistura 12:1, provoca no motor: aquecimento. afogamento. vibração. operação suave. O método adotado pelos fabricantes de carburadores para o problema de formação de gelo é: admissão de ar frio. admissão de ar quente. enriquecimento da mistura. empobrecimento da mistura. Para melhor e mais rápida formação de mistura combustível, a gasolina sai do carburador ou qualquer formador de mistura: fria. pulverizada ou vaporizada. quente. Para operação do motor em potência de decolagem, a mistura tem que ser: pobre. rica. de 15:1. de 3:1. Quando o ar passa no venturi, na sua garganta ocorre: aumento de pressão estática. diminuição de velocidade. aumento de temperatura. diminuição de pressão estática. Um carburador fornece uma mistura de 12:1 quando opera no nível do mar. Nas mesmas condições operacionais em altitudes, a mistura formada será: mais rica. de 13:1. mais pobre. a mesma. Uma unidade formadora de mistura como, por exemplo, um carburador, fornece em determinado tempo de funcionamento do motor, 2kg de gasolina. A massa de ar admitida pelo motor é de 20kg de ar. A mistura que está entrando nos carburadores é: 0,08:1. 10:1. 0,5:1. 20:1. Um motor equipado com manômetro de pressão de admissão quando parado acusa: pressão atmosférica local. pressão padrão ao nível do mar. pressão mínima de compressão. taxa de compressão. A bomba de aceleração rápida é comandada por meio de: controle manual de mistura. sucção dos pistões. comando do acelerador. força da gravidade. A gasolina é misturada com o ar dentro do venturi, quando o carburador usado for do tipo: pressão. injeção. nível constante ou tipo boia. misto. A parada do motor é feita no carburador de bóia por meio de: acelerador. controle manual de mistura. bóia e estilete. válvula de parada. A valvula manual de enriquecimento de alta potência ou economizadora é comandada por: controle manual de mistura. comando do acelerador. processos automáticos. sucção dos pistões. Durante a marcha lenta, o fluxo de ar venturi é insuficiente para criar sucção no puverizador. A gasolina sai pelo tubo de marcha lenta: por pressão do ar. ppor pressão na cuba. sugada pelos pistões. devido a bóia e estilete. Durante o funcionamento do motor, a bóia e o estilete tomam a posição: aberta quando o nível diminuir na cuba. ora aberta, ora fechada conforme a RPM. não abre nunca, fica sempre fechada. aberta quando forma gelo. Na comunicação entre a cuba e o pulverizador existe: borboleta. venturi. filtro. giclê. Nas aberturas bruscas das borboletas a fim de acelerar rapidamente o motor, o fornecimento normal de gasolina sofre um acréscimo devido a ação de: borboleta e cuba. bomba de aceleração rápida. giclê principal. bóia e estilete. Nos regimes de alta potência, tal como decolagem há um acréscimo no fornecimento normal de gasolina por ação de: economizador. cuba e bóia. bóia e estilete. bomba de aceleração. No regime de marcha lenta o fornecimento de gasolina ao ar admitido é feito por: pulverizador principal. injetor principal. bomba mecânica. tubo de marcha lenta. O nível de gasolina é mantido constante na cuba por meio de: bóia e giclê. bóia e estilete. giclê e estilete. bomba elétrica. O pulverizador ou vaporizador de um carburador de nível constante, fica instalado: dentro da cuba. na entrada do venturi. na garganta do venturi. fora do venturi. Uma das grandes desvantagens do carburador de nível constante é. falta de borboleta. formação de gelo. ter giclê grande. aceleração lenta. A câmara B é ligada: ao pulverizador. ao venturi. abóia. a borboleta. A cápsula de controle automático de mistura reage quando varia: temperatura do ar. pressão atmosférica ou densidade do ar. densidade da gasolina. A formação de gelo no sistema de admissão pode ser impedido: acionando o reversor de empuxo. voar de dorso. parando o motor. aumentando a temperatura do ar de admissão. A gasolina da câmara C é conhecida como gasolina: oxidada. não calibrada. calibrada. filtrada. A medida de consumo de um motor, que leva em consideração a potência desenvolvida é denominada: consumo horário. consumo unitário. consumo específico. consumo relativo. |




