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triploX

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Title of test:
triploX

Description:
guia de estudo

Author:
Tnc12
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Creation Date:
17/09/2021

Category:
Art

Number of questions: 171
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Content:
Conjunto de medidas preliminares adotadas no local da ocorrência, de acordo com técnicas específicas e conduzidas por pessoal habilitado, visando à coleta e/ou confirmação de dados referentes à ocorrência; a preservação de indícios; a desinterdição do local de pouso; a apuração inicial de danos causados a terceiros; e o levantamento de outras informações necessárias ao processo de investigação. O CONCEITO ACIMA REFERE-SE A : TURMA DE ATAQUE PATRULHA DO D.O.E AÇÃO INICIAL TURMA DE REMOSSÃO DE ESCOMBROS .
SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS. ASSINALE A ALTERNATIVA QUE CONTEM A SIGLA CORRETA: SIPAER SInPAAERM CEDAE CENIPA.
Finalidade de planejar, orientar, coordenar, controlar e executar as atividades de prevenção e investigação de acidentes aeronáuticos no âmbito Brasil. A DESCRIÇÃO ACIMA REFERE-SE A QUAL ALTERNATIVA? SIPAER CENIPA COMINVAAER SIPAA.
Órgão central do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER), subordinado ao Comando da Aeronáutica. A DESCRIÇÃO ACIMA REFERE-SE A QUAL ALTERNATIVA: CENIPA CSO-SISCEAB CFH SIPACEA.
Elo do SIPAER na MB, obedece à legislação aeronáutica em vigor no País e rege-se, para o seu funcionamento, pelo presente Manual e pelas instruções normativas, de caráter técnico, emitidas pelo Chefe do SIPAAerM. CONCEITO ACIMA CORRESPONDE A QUAL ALTERNATIVA? SIPAAerM CPAA SIPAA COMINVAAER.
CORRELACIONE CORRETAMENTE /Organização do Comando da Aeronáutica, subordinada administrativamente ao Comando Aéreo Regional (COMAR) em cuja área está sediada e, técnica e operacionalmente, ao CENIPA/ /Órgão pertencente às estruturas das OM que sejam COMIMSUP de Unidade Aérea ou COMIMSUP de Navios capazes de operar aeronaves orgânicas no âmbito da Esquadra/ /Elo do SIPAER na MB, obedece à legislação aeronáutica em vigor no País/ /Órgão central do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER), subordinado ao Comando da Aeronáutica/.
CORRELACIONE /CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS/ /COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTE AERONÁUTICO/ /COMITÊ DE SEGURANÇA OPERACIONAL DO SISCEAB/ /ASSESSORIA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES E INCIDENTES DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO/.
Processo conduzido por pessoal qualificado para identificar condições de perigo ou os fatores contribuintes para uma ocorrência aeronáutica, com_________________________, por meio da elaboração de recomendações de segurança. Esse processo não tem o propósito de determinar culpa ou responsabilidade. NO QUE TANGE A INVESTIGAÇÃO DO SIPAAERM COMPLETE A LACUNA COM UMA DAS ALTERNATIVAS ABAIXO. propósito exclusivo de combater sua repetição propósito exclusivo de prevenir sua repetição propósito exclusivo de reagir sua repetição propósito exclusivo de minimizar sua repetição.
Termo empregado para fazer referência genérica a um acidente aeronáutico, incidente grave, incidente aeronáutico ou ocorrência de solo. VIOLAÇÃO AERONÁUTICA ERRO AERONÁUTICA OCORRÊNCIA AERONÁUTICA FALHA AERONÁUTICA.
Toda ocorrência relacionada com a operação de uma aeronave , compreendida entre o período do embarque de qualquer pessoas com intenção de realizar um voo até o momento em que todas tenham desembarcado e, durante o qual ocorra: Qualquer pessoa morra ou sofra lesão grave; A aeronave sofra danos ou falha estrutural E/OU A aeronave for considerada desaparecida ou o local que se encontre for inacessível, SERÁ CONSIDERADO acidente aeronáutico incidente grave incidente aeronáutico ocorrência de solo.
Quem investigará um Acidente Aeronáutico? COMINVAAer SIPAA ASAV DO COMIMSUP DESDE QUE NÃO OCORRA MORTE PESSOAL, O TITULAR DA OM A QUAL A AERONAVE ESTÁ SUBORDONADA.
Toda ocorrência associada à operação de uma aeronave, havendo intenção de voo, que não chegue a se caracterizar como um acidente mas que tenha afetado ou que possa afetar a segurança da operação. acidente aeronáutico incidente grave incidente aeronáutico ocorrência de solo.
Incidente ocorrido sob circunstâncias em que um acidente quase ocorreu. Diferenciando-se apenas nas conseqüências acidente aeronáutico incidente grave incidente aeronáutico ocorrência de solo.
Toda ocorrência associada a atividade aérea, não havendo intenção de vôo, da qual resulte danos ou lesão a pessoa nela trabalhando ou não. acidente aeronáutico incidente grave incidente aeronáutico ocorrência de solo.
Grupo de pessoas tecnicamente capacitadas, designado para investigar um acidente aeronáutico. No âmbito do Comando da Aeronáutica e da Aviação Civil é adotado o termo CIAA, com o mesmo significado. COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTE AERONÁUTICO - COMINVAAER COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTE AERONÁUTICO - COMINVAER COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTE AERONÁUTICO - CIAA SEÇÃO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS - SIPAA.
Documento formal destinado ao registro e divulgação de informações coletadas durante a ação inicial realizada no local do acidente aeronáutico. RELATÓRIO DE AÇÃO INICIAL - RAI RELATÓRIO PRELIMINAR - RP RELATÓRIO FINAL - RF PEA .
Documento formal, de natureza preliminar, resultante da coleta de dados e do levantamento inicial dos fatos e das circunstâncias relacionadas ao processo de investigação de uma ocorrência aeronáutica envolvendo aeronave militar. RELATÓRIO PRELIMINAR - RP RELATÓRIO DE AÇÃO INICIAL - RAI PEA SGSO.
Documento formal, baseado nos dados do Relatório Preliminar, que divulga as recomendações de segurança do SIPAAerM, elaboradas a partir da identificação dos fatores contribuintes para uma ocorrência aeronáutica, com o único e exclusivo propósito de contribuir para a sua prevenção. RELATÓRIO FINAL - RF PEA SGSO RELPREV.
OM que designa uma ComInvAAer ou OSAv para a investigação de uma ocorrência aeronáutica. COMANDO INVESTIGADOR - CI SIPAA CADEIA DE COMANDO DE INVESTIGAÇÃO - CCI AUTOR DO RELPREV.
É composta pelos órgãos envolvidos no processo de investigação de uma ocorrência aeronáutica, a fim de avaliar, opinar e adotar medidas corretivas, registrando essa participação em formulário específico do respectivo processo. CADEIA DE COMANDO DE INVESTIGAÇÃO - CCI SGSO GRO.
Conjunto de ações, métodos e procedimentos a serem adotados, no âmbito de uma OM, para prevenção de acidentes aeronáuticos, visando à segurança operacional (segurança de aviação). SIPAA - SEÇÃO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS MANUAL DE VOO SGSO - SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL SERIPA - SERVIÇO REGIONAL DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS.
CORRELACIONE /Condições presentes no sistema antes do acidente, que se evidenciam pelos fatores que o desencadeiam/ /Ações ou inações das pessoas (pilotos, controladores, mecânicos, pessoal de apoio etc.) que tenham um efeito adverso imediato/ /Capacidade de um indivíduo perceber e interpretar adequadamente o que ocorre ao seu redor, integrando essa informação a conhecimentos pré-existentes, a fim de antecipar eventos futuros, sem comprometer a execução da sua tarefa primária/ /Documento formal destinado ao reporte voluntário de uma situação potencial de risco para a segurança operacional, permitindo à autoridade competente tomar conhecimento dessa situação e adotar as medidas corretivas adequadas/.
CORRELACIONE /Documento que estabelece a política de segurança operacional do comando e contém o planejamento das atividades relacionadas à segurança de aviação a serem desenvolvidas em um determinado período e área de responsabilidade, a fim de evitar acidentes aeronáuticos ou minimizar as suas consequências/ /Ação ou conjunto de ações de caráter preventivo, de cumprimento obrigatório, encaminhada ou proposta a um determinado órgão, visando a eliminar ou mitigar o risco decorrente de uma condição latente ou de falha ativa/ /Documento que possibilita o acompanhamento das atividades realizadas por um elo do SIPAAerM, em cumprimento ao Programa de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha/ /Condição (ato, fato, omissão ou combinação deles) que, aliada a outras, em sequência ou como consequência, conduz à uma ocorrência aeronáutica, ou contribui para o agravamento de suas consequências/.
CORRELACIONE /Documento que estabelece os procedimentos e as responsabilidades previstas para o atendimento a uma situação de emergência aeronáutica, definindo as responsabilidades e atribuições de todo o pessoal envolvido. Se aplicado a um aeródromo, será designado Plano de Emergência Aeronáutica em Aeródromo (PEAA). Pode ter como um de seus anexos o Plano Pré-Investigação (PPI)./ /Ação coordenada para liberação de pista de pouso, convés de voo ou outra infraestrutura aeronáutica obstruída devido a uma ocorrência aeronáutica./ /Órgão pertencente às estruturas das OM que sejam COMIMSUP de Unidade Aérea ou COMIMSUP de Navios capazes de operar aeronaves orgânicas no âmbito da Esquadra./ /É a situação onde a aeronave e seus ocupantes se encontram em situação de perigo latente ou iminente, decorrente de sua operação, ou tenham sofrido suas consequências./.
VISTORIA DE SEGURANÇA DE AVIAÇÃO - VSA: Ferramenta pró-ativa por meio da qual se procede à busca e à análise de informações no âmbito da aviação militar, sob a ótica do SIPAAerM, com o objetivo de identificar condições latentes que possam afetar a segurança Operacional, permitindo a adoção oportuna de ações mitigadoras. No âmbito da FAB e da Aviação Civil são empregados, respectivamente, os termos equivalentes Vistoria de Segurança Operacional (VSO) e Auditoria de Segurança Operacional (ADSO). VERDADEIRO FALSO .
VISTORIA INTERNA DE SEGURANÇA DE AVIAÇÃO - VISA Atividade de prevenção realizada no âmbito da OM, com o propósito de identificar perigos na atividade aérea, propor recomendações de segurança e verificar se as recomendações anteriormente implantadas estão sendo efetivas. VERDADEIRO FALSO.
CORRELACIONE /Oficial da MB aperfeiçoado em aviação, habilitado em Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos, designado para assessorar o Comandante nos assuntos referentes à segurança de aviação./ /É a praça tecnicamente capacitada para auxiliar os demais elos do SIPAAerM na prevenção de acidentes aeronáuticos na sua área de atuação./ /Oficial ou civil assemelhado habilitado em prevenção de acidentes aeronáuticos, assessor do Titular de uma OM com capacidade de conduzir ou apoiar operações aéreas./.
CORRELACIONE /Prejuízo decorrente de uma ocorrência aeronáutica, causado a pessoa ou propriedade extra-MB./ /Condição, objeto ou atividade com o potencial de provocar lesões, redução da habilidade de desempenhar uma função determinada, danos materiais ou comprometimento da missão./ /Danos provocados à aeronave, por ação de corpo estranho, natural ou não, decorrente de sua ingestão pelo motor ou de sua presença indevida em outro local da aeronave./ /Quantificação da insegurança, ou seja, da ameaça decorrente da exposição a um perigo, expresso pela gravidade das possíveis consequências e respectiva probabilidade./.
CORRELACIONE /É uma falha de caráter involuntário, sendo intrínseca à condição humana. É um componente sempre presente em qualquer sistema onde os seres humanos interagem com a tecnologia/ /Desvio intencional de norma ou procedimento formalmente estabelecido./ /É a jornada de trabalho diária de um piloto, tripulante, controlador de voo, ou componente de Equipe de Manobra e Crache, que efetivamente tome parte em operações aéreas ou em serviços de manutenção de aeronaves./ /Ofensa à integridade corporal ou à saúde, quer do ponto de vista anatômico, fisiológico ou mental./.
CORRELACIONE /É composta pelos órgãos envolvidos no processo de investigação de uma ocorrência aeronáutica, a fim de avaliar, opinar e adotar medidas corretivas, registrando essa participação em formulário específico do respectivo processo./ /Grupo de pessoas tecnicamente capacitadas, designado pelo Comandante de uma unidade aérea ou base aérea, para avaliar, sob a ótica do Fator Humano, o desempenho de cada aeronavegante dessa unidade, a fim de identificar a necessidade de eventuais intervenções para a prevenção de um possível acidente aeronáutico./ /Local designado, em cada aeródromo, de onde são coordenadas todas as ações durante o atendimento a uma emergência aeronáutica./ /Recursos que as organizações disponibilizam para proteger-se dos riscos que geram e que devem controlar./.
CORRELACIONE AS FASES DA EMERGÊNCIA AERONÁUTICA /quando a aeronave não chegar após os 30 minutos subseqüentes à hora prevista de chegada estimada pelo piloto ou calculada pelo órgão ou estação de controle, a que resultar posterior./ /quando uma aeronave autorizada a pousar, não o fizer dentro dos 5 minutos seguintes à hora prevista para pouso e não se restabelecer a comunicação com a aeronave./ /quando se evidenciar que o combustível que a aeronave levava a bordo se tenha esgotado ou que não seja suficiente para permitir o pouso em lugar seguro./.
CORRELACIONE /Documento formal, resultado da coleta e da análise de fatos, dados e circunstâncias relacionadas a um incidente de tráfego aéreo./ /Estado no qual o risco de lesões às pessoas ou danos aos bens se reduz e se mantém em um nível aceitável, ou abaixo deste, por meio de um processo contínuo de identificação de perigos e gestão de riscos/.
CORRELACIONE /Organização do Comando da Aeronáutica, pertencente às estruturas do Serviço Regional de Proteção ao Voo (SRPV) e Centros Integrados de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA)./ /Sistema instituído com a finalidade de dotar o Comando da Aeronáutica de uma estrutura capaz de integrar os Órgãos e Sistemas que participam do controle da Circulação Aérea Nacional, no limite das suas respectivas atribuições./.
Estabelecer normas, diretrizes e procedimentos gerais para a estruturação e atividade do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM) e dos seus elos sistêmicos no âmbito da MB. SIPAER DECEA SIPAA PPAA.
MARQUE AS ALTERNATIVAS QUE TEM AS FINALIDADES DO SIPAER coordenar orientar controlar planejar executar punir determinar.
SÃO INTEGRANTES DO SIPAER: Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) Agência Nacional de Aviação Civil administrações aeroportuárias Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) as organizações militares que operam aeronaves fabricantes de aeronaves, motores e componentes aeronáuticos operadores de serviços aéreos organizações prestadoras de serviços de telecomunicações e controle do espaço aéreo.
O ___________, elo do SIPAER na MB, obedece à legislação aeronáutica em vigor no País. SIPAAerM DECEA CENIPA SIPAA.
O __________ tem por missão: planejar, orientar, coordenar, executar e controlar as atividades de prevenção e investigação de acidentes aeronáuticos, a fim de contribuir para a eficácia operacional dos meios navais e aeronavais da Marinha do Brasil, preservando os recursos humanos e materiais envolvidos nas operações aéreas. SIPAER SIPAAerM PPAA SIPAA.
Para o cumprimento da sua missão, o SIPAAerM funcionará sob a forma de ________, possuindo elementos agenciadores de Segurança de Aviação, genericamente denominados “elos do SIPAAerM”, em todas as organizações que operam com aeronaves na Marinha do Brasil. SERVIÇO OM SISTEMA DOCUMENTO.
O Chefe do SIPAAerM é o Diretor de Aeronáutica da Marinha, sendo o seu Subchefe o Vice-Diretor de Aeronáutica da Marinha. VERDADEIRO FALSO.
ASSINALE AS ALTERNATIVAS QUE FAZEM PARTE DA ESTRUTURA DO SIPAAERM: Chefe do SIPAAerM Subchefe do SIPAAerM Conselho de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha - (CIPAAERM) Grupo Executivo do SIPAAerM (GE-SIPAAerM) Seções de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAA) Comissões de Investigação de Acidentes Aeronáuticos Comissões de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos e Comitês de Segurança Operacional do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (CSO-SISCEAB) Titulares de Organizações Militares da MB com capacidade de conduzir ou apoiar operações aéreas OSAv; ASAv e SupSAv.
Grupo de pessoas de reconhecida competência técnica convocado, a critério do Chefe do SIPAAerM, para aprofundar estudos sobre matérias específicas e deliberar sobre as ações requeridas para o incremento da segurança de aviação na MB. CONSELHO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS DA MARINHA (CIPAAERM) PATRULHA DO D.O.E.
CORRELACIONE NO QUE SE TRATA DA COMPOSIÇÃO DO CIPAAERM Membros permanentes Membros eventuais Membros convidados.
Órgão Central da Segurança de Aviação na MB, integrado à estrutura organizacional da DAerM, que assessora o Chefe do SIPAAerM no desempenho de suas atribuições. SEÇÃO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (SIPAA) GRUPO EXECUTIVO DO SIPAAERM (GE-SIPAAERM) CONSELHO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS DA MARINHA (CIPAAERM) Comissões de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos e Comitês de Segurança Operacional do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (CSO-SISCEAB).
Assinale as Divisões do GE-SIPAAerM Divisão de Investigação Divisão de Prevenção e Pesquisa Divisão de Divulgação Divisão de Vistoria e Segurança Divisão de Fator Humano Divisão de Recursos.
Órgão com estrutura equivalente a uma Seção de Estado-Maior, constituído para assessorar diretamente um COMIMSUP de Unidade Aérea, ou de Navios com plataforma de pouso no âmbito da Esquadra, no desempenho das suas atribuições relacionadas à segurança de aviação. SIPAA SISCEAB SGSO SERIPA.
ASSINALE A ALTERNATIVA QUE NÃO É REQUISITO PARA O CHEFE DO SIPAA ser Oficial Superior do Estado-Maior do Comando da respectiva SIPAA; ser aperfeiçoado em Aviação Naval; possuir formação em prevenção e investigação de acidentes aeronáuticos reconhecida pelo SIPAAerM; estar padronizado em relação aos procedimentos e práticas da segurança de aviação na MB; ter sido designado por Ordem de Serviço, com cópia para o SIPAAerM; esta com a IS em dia;.
Chefe de SIPAA será designado por: Ordem de Serviço Portaria Decreto estadual zimbra.
Anualmente, os membros da CPAA serão designados por _______, com cópia para o SIPAAerM. OS Portaria Decreto presidencial Antiguidade.
Relacionado a composição do CPAA complete adequadamente: - Nas OM com SIPAA, as CPAA são presididas pelo Chefe da _______ e compostas pelos OSAv ou ASAv das OM da sua estrutura organizacional. - Nas OM com _______, as CPAA são presididas pelo Comandante e compostas, no mínimo, pelos Chefes de Departamento e OSAv. - Nas demais OM com CPAA, estas são presididas pelo _______ e compostas pelos ASAv ou Oficiais de Lançamento e Pouso (OLP) dos meios subordinados. SIPAA - IMEDIATO - ASAv SIPAA - OSAv - ASAv SIPAA - OSAv - COMANDANTE SIPAA - ASAv - ASAv.
As CPAA terão reuniões ______, registradas em ____, a cargo do seu Presidente. COMPLETE AS LACUNAS: mensais - portaria trimestrais - ata trimestrais - portaria mensais - ata.
A DESIGNAÇÃO DO OSAv SE DARÁ POR MEIO DE QUAL DOCUMENTO? Ordem de Serviço, com cópia para o SIPAAerM. Portaria, com cópia para o SIPAAerM. Carta, com cópia para o SIPAAerM. CI, com cópia para o SIPAAerM.
QUEM SERÁ O ELO DO SIPAAERM NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DA MB COM SIPAA ASAV OSAV CPAA TITULAR DA OM.
QUEM SERÁ O ELO DO SIPAAERM NO Navio Aeródromo, Base Aérea Naval, Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval, Esquadrão de aeronaves: OSAv ASAV ADMIN TITULAR DA OM.
QUEM PODERÁ DETERMINAR A REABERTURA DE QUALQUER INVESTIGAÇÃO DE OCORRENCIA AERONÁUTICA, QUANDO NOVOS FATOS INDICAREM A NECESSIDADE DE MOFICICAÇÃO DA SUA CONCLUSÃO? Chefe do SIPAAerM Subchefe do SIPAAerM CIPAAerM GE-SIPAAerM Chefe de SIPAA.
Aprovar e divulgar, anualmente, o Programa de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha COMPETE AO: Chefe do SIPAAerM Chefe do GE-SIPAAerM CIPAAerM Subchefe do SIPAAerM.
Compete ao _________ presidir o CIPAAerM. Chefe do SIPAAerM Chefe do GE-SIPAAerM Chefe de SIPAA Subchefe do SIPAAerM.
Realizar Vistorias de Segurança de Aviação, exceto a SIPAA do ComForAerNav é de competencia do____________. Chefe do GE-SIPAAerM CIPAAerM Chefe de SIPAA Presidente de CPAA.
DE ACORDO COM As estratégias do gerenciamento da segurança CORRELACIONE: Reativa Pró-ativa Preditiva.
ASSINALE OS PILARES DA SEGURANÇA: Compromisso Reporte Vigilância Investigação Compartilhamento Integração Implantação Melhora contínua.
Um sistema de reporte efetivo de segurança tem cinco características principais: Informação Flexibilidade Disposição Aprendizagem Responsabilidade.
O SGSO apresenta as seguintes características: Sistemático Pró-ativo Explícito Reativo .
As atividades de gerenciamento da segurança estão de acordo com um plano pré-determinado e se aplicam de maneira consistente a toda a organização. ESSE CONCEITO ESTÁ RELACIONADO A QUAL CARACTERÍSTICA DO SGSO? Pró-ativo Sistemático Explícito Reativo.
Uma abordagem que enfatiza a identificação dos perigos, bem como o controle e a mitigação dos riscos, antes que ocorram eventos que afetem a segurança. Em outras palavras, o SGSO pretende atuar sobre as condições latentes, antes que os incidentes e acidentes se manifestem. ESSE CONCEITO ESTÁ RELACIONADO A QUAL CARACTERÍSTICA DO SGSO? Sistemático Pró-ativo Explícito Reativo.
Todas as atividades de gerenciamento da segurança estão documentadas e são visíveis. ESSE CONCEITO ESTÁ RELACIONADO A QUAL CARACTERÍSTICA DO SGSO? Pró-ativo Sistemático Explícito Reativo.
Fundamentos para implementação do SGSO: Descrição do sistema Análise do faltante O Sistema de gestão da segurança e o Sistema de gestão da qualidade.
Responsabilidade e compromisso do Comando está inserido em qual Componentes e elementos do SGSO? Responsabilidade de segurança dos gerentes Política e objetivos de segurança Gerenciamento do risco à segurança Garantia da segurança.
Aperfeiçoamento contínuo do SGSO está inserido em qual Componentes e elementos do SGSO? Política e objetivos de segurança Coordenação do Plano de Resposta a Emergências Gerenciamento do risco à segurança Garantia da segurança.
Assinale as Política e objetivos de segurança nos Componentes e elementos do SGSO: Responsabilidade e compromisso do Comando Responsabilidade de segurança dos gerentes Designação do pessoal chave de segurança Coordenação do Plano de Resposta a Emergências Documentação.
Gerenciamento do risco à segurança nos Componentes e elementos do SGSO: Identificação dos perigos Avaliação e mitigação do risco Aperfeiçoamento contínuo do SGSO Monitoração e medição do desempenho da segurança.
Garantia da segurança nos Componentes e elementos do SGSO: Monitoração e medição do desempenho da segurança Gerenciamento da mudança Aperfeiçoamento contínuo do SGSO Treinamento e educação.
Promoção da segurança nos Componentes e elementos do SGSO: Treinamento e educação Comunicação de segurança Aperfeiçoamento contínuo do SGSO Gerenciamento da mudança.
São prêmios concedidos pelo SIPAAerM às Organizações Militares ou pessoas que tenham se destacado no exercício das atividades relacionadas à Segurança de Aviação: Láureas de Segurança de Aviação Medalha de distinção Menção honrosa de segurança de aviação Troféu de segurança.
Troféu Distinção de Segurança Concedido à unidade aérea e navio com plataforma de pouso. v f.
Troféu Distinção de Segurança :Indicação das unidades aérea Chefes das SIPAAs Chefe do GE-SIPAAerM Encarregados de Divisão do GE-SIPAAERM chefe do SIPAAerM.
Troféu Distinção de Segurança: Indicação dos navios com plataforma de pouso. ASSINALE OS PARAMETROS PARA IND: quantidades de horas de voo e de Relatórios de Prevenção (RelPrev); correção, consistência técnica e objetividade dos relatórios de investigação; presteza no fornecimento de informações solicitadas em complemento aos relatórios de investigação; qualidade das análises e recomendações dos Relatórios de Prevenção (RelPrev); análise do Programa de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (PPAA) da unidade e compatibilidade com o PPAA da MB; iniciativa da formulação, implantação, atualização ou revisão de normas de segurança e rigor no seu cumprimento; conhecimento, difusão e aplicação dos fundamentos da prevenção e dos princípios do Gerenciamento do Risco Operacional (GRO); análise da última Vistoria de Segurança de Aviação realizada na OM; presteza e eficácia no cumprimento das recomendações de segurança; contribuição com artigos sobre assuntos de aviação ou de segurança para a divulgação pelo GE-SIPAAerM;.
Menção Honrosa de Segurança de Aviação: Consiste em um diploma em reconhecimento aos relevantes serviços em prol da prevenção de acidentes aeronáuticos na MB. V F.
Menção Honrosa de Segurança de Aviação: É ______ à pessoa ou entidade. ________ pelo GE- SIPAAerM ou por uma SIPAA. E, ______ pelo Chefe do SIPAAerM, em reconhecimento a relevantes serviços em prol da prevenção de acidentes aeronáuticos na MB. COMPLETE: indicado - concedido - entregue concedida - Indicados - ratificada indicado - concedido - ratificada concedida - concedido - ratificada .
A proposta das LÁUREAS DE SEGURANÇA DE AVIAÇÃO: Encaminhamento - As propostas para a concessão de láurea, podem ser encaminhadas ao GE-SIPAAerM até _____ de cada ano. Apreciação - As propostas serão apreciadas pelo GE-SIPAAerM à luz dos critérios para a concessão e encaminhadas ao Chefe do SIPAAerM, que emitirá a sua decisão final, por meio de _______. COMPLETE: 30 de junho - Ordem de Serviço 30 de junho - Portaria 13 de dezembro - Ordem de Serviço 13 de dezembro - Portaria.
Entrega das Láureas: Cerimônia comemorativa do dia do aniversário da Aviação Naval. V F.
Em que momento começa a contar a JAA para o EQMAN? Ao guarnecer postos de voo Ao guarnecer postos aviação aeronave na final alvorada.
Qual o período ideal de afastamento das atividades aéreas para que o aeronavegante possa ter um repouso adequado? 10h 6h 7h 5h.
Qual o limite da JAA no período de 24h? 12h 8h 10h 5h.
Conceitue JAA: É a jornada de trabalho diária de um piloto, tripulante, mecânico de manutenção aeronáutica, controlador aerotático ou componente de equipe de manobra e crache, que efetivamente tome parte em operações aéreas ou em serviços de manutenção de aeronaves.
Parâmetros Gerais da JAA. - A cada 24h cumprir o limite de __; - Respeitar um repouso mínimo de ___ contínuas de sono; - Afastamento ideal de ___ da atividade aérea; - Descanso mínimo de 2h contínuas caso a necessidade de se prolongar a JAA até o limite de 20h, Descanso de 10h obrigatório nesse caso. Extensão da JAA para ___ no limite máximo; 10h - 8h - 10h - 14h 12h - 8h - 10h - 14h 12h - 8h - 10h - 15h 12h - 5h - 10h - 14h.
CUMPRIMENTO DA JAA - ___h de vôo não consecutivas por tripulante sob regras de vôo visuais (VFR); Intervalo especificado por cada Esqd. Normalmente 3 h consecutivas. - ___h contínuas em condições metereologicas visuais (VMC) sob regras de voo por instrumento (IFR); - ___h totais em condições metereológicas por instrumento (IMC) ; - ___h totais em missões de guerra de antissubmarino (ASW) sob VMC ou IMC; 8 - 5 - 4 - 6 8 - 5 - 4 - 4 10 - 5 - 4 - 4 8 - 15 - 4 - 4 .
CUMPRIMENTO DA JAA: - __h de vôo diário para aeronaves a reação (caça) observando VFR ou IFR sob VMC; - __h de vôo diário para aeronaves a reação para vôos IFR sob IMC; - __h de vôo diário utilizando Óculos de Visão Noturna (OVN). 6,5 - 4,0 - 4,0 6,5 - 4,0 - 5,0 5,5 - 4,0 - 4,0 6,5 - 6,0 - 4,0.
O controlador aerotático deverá observar o máximo de ___ horas contínuas de controle, cumprindo um descanso mínimo de ___horas, para que inicie uma nova jornada de 4 horas contínuas de controle. Em um período de 24 horas, o planejamento deve considerar o máximo de 8 horas não consecutivas de efetivo controle. 4 - 2 4 - 4 2 - 2 2 - 4.
INÍCIO E TERMINO DA JAA: Pilotos, mecânicos e fiéis Início: Término:.
INÍCIO E TERMINO DA JAA: Equipe de Manutenção Início: Término:.
INÍCIO E TERMINO DA JAA: Controlador aerotático Início: Término.
INÍCIO E TERMINO DA JAA: Equipe de manobra e crache Início: Término:.
Ação ou conjunto de ações a serem cumpridas em um determinado prazo, dirigida a um determinado órgão e referente a uma circunstância perigosa específica, visando a eliminar ou mitigar o risco de uma Condição Latente ou da consequência de uma Falha Ativa. Recomendação de Segurança de Aviação (RSA) RSSA SGSO RelPRev.
Ato de encaminhar o texto de uma RSA para aprovação por um elo do SIPAAerM superior ou para outro elo fora da cadeia de comando do proponente. As PRSA podem ser destinadas: ao Chefe do SIPAAerM à SIPAA na cadeia de comando do órgão destinatário ao Titular do órgão destinatário, caso fora da jurisdição de uma SIPAA ao OSaV.
As RSA devem ser adequadas, exeqüíveis e aceitáveis, refletindo ações concretas, abrangentes e efetivas, sendo associadas aos perigos encontrados. O texto da RSA deve ser elaborado de forma clara e objetiva, a fim de que não haja dúvidas quanto às ações requeridas para a eliminação ou controle da condição de risco associada ao perigo identificado. V F.
A RSA estabelece, em função da urgência da solução da circunstância de risco, o prazo para a consecução, total ou parcial, da ação corretiva prevista. O prazo é estabelecido somente para as RSA emitidas, não sendo aplicável às recomendações propostas (PRSA). V F.
órgão que emitir uma RSA deve controlar o seu cumprimento, por meio de sistemas informatizados ou de documentos formais. O órgão responsável pelo cumprimento de uma RSA deve informar ao órgão emitente: o cumprimento total ou parcial da recomendação a impossibilidade do cumprimento total ou parcial da ação ou prazo mudanças conjunturais que tornem a recomendação ineficaz.
Quem providencia a elaboração dos Relatórios Finais para a aprovação do Chefe do SIPAAerM, a partir dos relatórios de investigação encaminhados através da Cadeia de Comando de Investigação (CCI) e de outros subsídios julgados pertinentes: Chefe do SIPAAerM Chefe do GE-SIPAAerM Chefe da SIPAA OSaV.
Seção com o propósito de fazer referência às ocorrências aeronáuticas da MB similares, cujo Relatório Final ou documento equivalente aponte para fatores contribuintes que possam estar novamente presentes, e contenha recomendações de segurança ou outras informações que poderiam ter auxiliado na prevenção da ocorrência. Conclusão Precedente Conhecido Elementos de Investigação Análise.
Seção com o propósito de descrever, em ordem preferencialmente cronológica, os fatos pertinentes que fundamentarão a posterior análise do investigador. Nos Incidentes Graves, Incidentes Aeronáuticos ou Ocorrências de Solo, essa seção é opcional, podendo o seu conteúdo ser mesclado ao da seção “Análise”. Precedente Conhecido Elementos de Investigação Análise Conclusão.
Seção com o propósito de apresentar o raciocínio do investigador, levando à compreensão de como a interação entre os elementos de investigação produziu a cadeia de eventos que culminou na ocorrência aeronáutica, possibilitando a identificação dos seus fatores contribuintes. Conclusão Elementos de Investigação Análise Histórico.
Seção com o propósito de situar a ocorrência no tempo e no espaço, descrevendo sucintamente as circunstâncias que a tipificam como uma ocorrência aeronáutica. Histórico Precedente Conhecido Elementos de Investigação Análise.
Seção com o propósito de fundamentar as recomendações de segurança do respectivo relatório, por meio da apresentação, em uma sequência lógica, da cadeia de eventos que culminou na ocorrência aeronáutica. Conclusão Análise Elementos de Investigação Histórico.
correlacione: “QUEM” “POR QUÊ” “O QUÊ”.
correlacione: “COMPONENTE” “MODO” AGENTE.
O custo da ocorrência aeronáutica deve ser informado em qual seção do relatório final de investigação? Histórico Análise Recomendações Consequências.
Os Relatórios Finais serão assinados pelo Chefe do SIPAAerM e divulgados em seguida. F V.
Os Relatórios Finais são encaminhados a todas as OM, para as quais tenha sido emitida recomendação de segurança, e aos seus respectivos COMIMSUP. V F.
ASSINALE AS ALTERNATIVAS QUE CONTEM AS OMs QUE RECEBERÃO CÓPIAS DE TODOS OS RELATÓRIOS FINAIS: OM com SIPAA Navio Aeródromo Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Base Aérea Naval Esquadrões de aeronaves qualquer OM, cujo conhecimento do conteúdo do Relatório Final possa contribuir, de alguma forma, para a prevenção de novas ocorrências, a critério do Chefe do SIPAAerM.
Membros Permanentes da ComInvAAer: Presidente Fator Humano - Aspecto Médico Fator Humano - Aspecto Psicológico Fator Humano - Aspecto Operacional Fator Material.
O Presidente da ComInvAAer poderá indicar os membros eventuais ao CI que, após aprovar tais indicações, os designará por ______ , à medida em que surgirem as necessidades.
_______, o Comando da Força Aeronaval divulgará em ____ a relação do pessoal em condições de compor as ComInvAAer, como membros permanentes ou eventuais. As ComInvAAer serão designadas por uma Portaria do Comando da Força Aeronaval, por iniciativa própria ou a pedido de outro Comando Investigador. Anualmente - Portaria Trimestralmente - OS Anualmente - OS Trimestralmente - Portaria.
Os Oficiais Ap-Av lotados na Unidade operadora da aeronave acidentada, o Médico de Aviação e o Psicólogo de Aviação, responsáveis pelo acompanhamento dessa Unidade, somente podem ser designados como membros _____ de uma ComInvAAer. eventuais permanentes.
Será designada pelo Chefe do SIPAAerM para investigar qualquer acidente cujas características peculiares, a seu critério, requeiram a imediata atuação do SIPAAerM ou da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), como Diretoria Técnica. ComInvAAer Especial ComInvAAer Técnica ComInvAAer Eventual ComInvAAer coletiva.
Dentro das atribuições do Presidente da ComInvAAer esta encaminhar o Relatório Preliminar para o endosso da CCI, dentro do prazo de __ dias após a comunicação oficial da ocorrência aeronáutica, ou solicitar, formalmente e em tempo hábil, a sua prorrogação ao Chefe do SIPAAerM, expondo os motivos pertinentes. 60 30 45 90.
Dentro das atribuições dos membros da ComInvAAer esta elaborar o Relatório de Ação Inicial dentro do prazo de __ dias corridos, não prorrogável, após a comunicação oficial da ocorrência aeronáutica, ou após o encerramento das buscas a uma aeronave desaparecida 30 45 60 90.
ASSINALE AS ATRIBUIÇÕES DOS MEMBROS DA ComInvAAer : assessorar o Presidente nos assuntos de sua área de competência técnica cumprir integralmente a distribuição de tarefas do Presidente, independente da áreade abordagem da Segurança de Aviação para a qual o membro foi designado para compor a ComInvAAer envidar todos os esforços para elucidar clara e completamente a sequência de eventos que culminou no acidente investigar em profundidade, no caso da reincidência de determinado fator contribuinte, por que as medidas preventivas anteriormente adotadas não proporcionaram o efeito desejado quanto à prevenção pronunciar-se fazendo a clara e inequívoca distinção entre o fato e o raciocínio do investigador sobre esse fato, em todos os assuntos discutidos pela ComInvAAer redigir a análise que lhe compete incorporar ao RP somente quando já tiver chegado às suas respectivas conclusões submeter a redação das seções “Histórico”, “Análise”, “Conclusão” e “Recomendações” à “Lista de Verificação para Relatórios de Investigação”.
Para o endereçamento de mensagens ao SIPAAerM, deverá ser utilizado o indicativo naval ___, com informação, caso necessário, para a DAerM (indicativo AENAUT). A ComInvAAer designada pelo Comando da Força Aeronaval terá o indicativo naval ____. Quando designada pelo Chefe do SIPAAerM, a ComInvAAer Especial terá o indicativo naval _____. SIPAAM - CIASPA - CIADAM SIPAAM - CIAASPA - CIADAM SIPAMM - CIASPA - CIADAM SIPAM - CIASPA - CAADAM.
ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES Do Presidente da ComInvAAer: propor nominalmente ao CI a designação de Oficiais para compor a ComInvAAer como membros eventuais planejar, dirigir, coordenar e controlar todos os trabalhos da ComInvAAer até o término da investigação supervisionar o correto cumprimento das Ações Iniciais da ComInvAAer no local do acidente, tais como preservação de evidências, guarda dos destroços, identificação e localização de testemunhas, conduta junto à mídia pelos membros da ComInvAAer encaminhar o Relatório Preliminar diretamente ao SIPAAerM com cópia para cada elo da CCI solicitar ao CI o apoio ou a assistência técnica de Organizações Militares e de entidades civis que julgar necessários aos trabalhos da ComInvAAer solicitar à Unidade Aérea operadora da aeronave ou à OM onde esta se encontrava destacada, todo o apoio que julgar necessário em pessoal, ferramental, documentação técnica, registros de voo e serviços de manutenção receber os destroços encaminhados pela autoridade a cargo da Ação Inicial e providenciar a sua guarda distribuir adequadamente as tarefas de coleta de dados e análise pelos membros da ComInvAAer, coordenando os trabalhos de investigação encaminhar a tripulação envolvida no acidente à Junta de Saúde de Atividades Especiais (JSAE) para a perícia médica e inspeção de saúde, antes da sua liberação para o exercício de funções como aeronavegantes apresentar prontamente ao CI a eventual necessidade deste realizar a comunicação de Risco Crítico (inaceitável à luz do GRO) ao SIPAAerM.
Qualquer indivíduo que tomar conhecimento de uma ocorrência aeronáutica com aeronave da MB poderá reportar tal fato ao SIPAAerM. Entretanto, a comunicação formal da ocorrência deverá ser realizada: pela OM que estiver conduzindo ou apoiando as operações aéreas no instante da ocorrência pela OM que primeiro confirmar uma ocorrência aeronáutica, após ter recebido qualquer tipo de comunicação pela OM que declarar a fase de emergência “DETRESFA”.
Para o Acidente Aeronáutico com presumida ou comprovada perda total da aeronave, com vítimas fatais ou com lesões graves, a mensagem, em linguagem clara, terá a precedência “IMEDIATA”, sigilo “RESERVADO” V F.
Para o Acidente Aeronáutico sem as características mencionadas na alínea a, a mensagem, em linguagem clara, terá a precedência “PREFERENCIAL”, sigilo “RESERVADO” V F.
Para o Incidente Grave, Incidente Aeronáutico ou Ocorrência de Solo, a mensagem, em linguagem clara, terá a precedência “PREFERENCIAL”, acesso “OSTENSIVO” F V.
Nos acidentes com vítimas fatais ou com lesões graves, a inclusão dos nomes das vítimas nas mensagens é _____, a fim de evitar especulações desnecessárias e indesejáveis.
A comunicação de qualquer ocorrência aeronáutica tem caráter __. No caso de comunicação de acidente aeronáutico, a urgência adquire importância ainda mais relevante, porque pode dar início às ações de busca e salvamento da tripulação acidentada.
A comunicação preliminar poderá ser encaminhada por telefone ao GE-SIPAAerM, preferencialmente, ou aos seguintes setores abaixo relacionados: Oficial de Serviço de Aviação da BAeNSPA (24h) SIPAA-ComForAerNav SIPAA-ComForSup SIPAA-Com5ºDN SIPAA-Com6ºDN SIPAA-Com9ºDN SIPAA-Com4ºDN.
Para o caso de aeronaves civis, a liberação de toda e qualquer informação é da competência do Comando da ____.
Os ___ , Diretores ou Chefes são os principais responsáveis pela prevenção de acidentes aeronáuticos:.
Compete ao Distrito Naval da área designar uma Comissão de Avaliação, imediatamente após tomar conhecimento de uma ocorrência aeronáutica, na qual tenham sido constatados danos pessoais ou materiais a terceiros. V F.
A Comissão de Avaliação é um grupo composto por, no mínimo, quatro indivíduos habilitados para realizar a avaliação, designados em função da natureza e da extensão dos danos (pessoais ou materiais). F V.
QUAIS PROFISSIONAIS É RECOMENDAVEL QUE ESTEJAM NA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE DANOS A TERCEIROS:.
Os danos materiais serão detalhadamente relacionados e _____ em toda a sua extensão, sempre que praticável.
Quando ocorrerem lesões pessoais, será designado um Oficial ___ para acompanhar todo o atendimento médico, hospitalar, ambulatorial e outros requeridos pelo estado das vítimas.
Após o levantamento e a avaliação dos danos, será lavrado o “Termo de Avaliação de Danos Causados a Terceiros”, o qual será assinado pelos membros da Comissão, pela autoridade que a designou e pelo interessado na indenização, ou seu representante legal. Será lavrado um termo para cada interessado em indenização, por danos ou lesões sofridas. V F.
O “Termo de Avaliação de Danos Causados a Terceiros” e o “Termo de Isenção de Responsabilidade”serão publicados em ___ da Organização Militar responsável pela sua elaboração. Ordem de Serviço Ata de reunião Portaria Mensagem.
Condição, objeto ou atividade com o potencial de causar lesões pessoais ou morte, danos materiais, redução da habilidade de desempenhar uma determinada função ou degradação da missão Perigo Consequência Severidade ou gravidade Probabilidade.
Resultado potencial de um perigo. Perigo Consequência gravidade Severidade.
Estimativa da intensidade ou extensão das perdas ou consequências adversas que podem resultar da exposição a um perigo, tomando como referência a pior condição previsível. Consequência Severidade ou gravidade Probabilidade Exposição.
Potencial de ocorrência de um evento ou condição insegura. Probabilidade Exposição gravidade Severidade.
Fator capaz de influenciar a gravidade ou a probabilidade das consequências adversas. Exposição Probabilidade Risco Risco total.
Quantificação da ameaça decorrente da exposição a um perigo. É expresso em termos da gravidade das possíveis consequências e da probabilidade da sua ocorrência. Risco Exposição Probabilidade Severidade ou gravidade.
correlacione: Risco total Risco aceitável Risco inaceitável Risco residual.
correlacione em relação a Medida de controle ou ação mitigadora Controles de engenharia Controles administrativos Equipamentos de proteção individual.
Processo para administrar os riscos presentes em uma operação, compreendendo a identificação de perigos, a avaliação do risco, a decisão de risco, a implementação de medidas de controle do risco e a supervisão quanto à eficácia de tais medidas. Gerenciamento do Risco Operacional Equipamentos de proteção individual Controles de engenharia Controles administrativos.
O processo do GRO compreende seis etapas: Etapa 1 - Identificar os perigos Etapa 2 - Avaliar os riscos Etapa 3 - Analisar Medidas de Controle do Risco Etapa 4 - Decisão de Risco Etapa 5 - Implementar as Medidas de Controle do Risco Etapa 6 - Supervisionar.
Consiste em verificar se as medidas de controle foram implementadas, se estão sendo eficazes e monitorar na operação em andamento qualquer mudança nos parâmetros considerados inicialmente para a decisão de risco, que requeiram a realimentação do processo do GRO. Etapa 6 - Supervisionar Etapa 5 - Implementar as Medidas de Controle do Risco Etapa 2 - Avaliar os riscos Etapa 4 - Decisão de Risco.
Consiste em aplicar as medidas de controle selecionadas pelo decisor para a eliminação ou redução dos riscos, colocando todos os meios e recursos necessários à disposição dos responsáveis pela sua execução. Etapa 4 - Decisão de Risco Etapa 5 - Implementar as Medidas de Controle do Risco Etapa 1 - Identificar os perigos Etapa 2 - Avaliar os riscos.
Consiste em decidir quanto à aceitabilidade do risco residual, que permanecerá mesmo após aplicação das medidas de controle selecionadas. Etapa 2 - Avaliar os riscos Etapa 4 - Decisão de Risco Etapa 3 - Analisar Medidas de Controle do Risco Etapa 5 - Implementar as Medidas de Controle do Risco.
Consiste em conceber e estimar a eficácia das possíveis medidas para a redução dos riscos, considerando o seu efeito sobre a gravidade, a probabilidade ou, em último caso, a exposição, começando pelos riscos mais elevados. Etapa 3 - Analisar Medidas de Controle do Risco Etapa 2 - Avaliar os riscos Etapa 4 - Decisão de Risco Etapa 6 - Supervisionar.
Consiste em classificar todos os perigos conforme o seu respectivo nível de risco, definido a partir de gravidade das possíveis consequências e respectiva probabilidade. O emprego de uma Matriz de GRO, embora não seja indispensável, é particularmente útil nesta etapa do processo. Se o risco estiver dentro dos critérios de segurança, ele é aceito. Etapa 2 - Avaliar os riscos Etapa 3 - Analisar Medidas de Controle do Risco Etapa 4 - Decisão de Risco Etapa 5 - Implementar as Medidas de Controle do Risco.
Consiste, inicialmente, em relacionar as principais fases da operação. Em seguida, essas fases devem ser analisadas, buscando identificar perigos que possam estar presentes em cada uma delas. Etapa 1 - Identificar os perigos Etapa 2 - Avaliar os riscos Etapa 3 - Analisar Medidas de Controle do Risco Etapa 5 - Implementar as Medidas de Controle do Risco.
correlacione Comandantes, em qualquer nível Estado-Maior ou Assessores.
processo do GRO pode ser aplicado em três níveis, com crescente profundidade de abordagem. O melhor nível de aplicação para cada operação varia conforme a complexidade das tarefas, tempo e recursos disponíveis. GRO em Tempo Crítico GRO Deliberado GRO em Profundidade.
correlacione: GRO em Tempo Crítico GRO Deliberado GRO em Profundidade.
PRINCÍPIOS DO GRO Antecipar e gerenciar os riscos durante o planejamento Considerar a relação custo x benefício antes de aceitar o risco Decidir no nível adequado Rejeitar riscos desnecessários.
A Matriz de GRO é uma tabela cujas entradas são níveis previamente definidos de gravidade e de probabilidade, a partir dos quais se obtém uma classificação padronizada para o risco, ou Código de Avaliação do Risco (CAR).
Escala de severidade do risco Nível A - Catastrófico Nível B - Crítico Nível C - Significativo Nível D - Pequeno Nível E - Insignificante.
Escala de severidade do risco Nível A - Catastrófico Nível B - Crítico Nível C - Significativo Nível D - Pequeno Nível E - Insignificante.
Escala de Probabilidade de Ocorrência Nível 5 - Frequente Nível 4 - Ocasional Nível 3 - Remota Nível 2 - Improvável Nível 1 - Muito improvável.
Classificação padronizada do risco de um perigo, obtida entrando-se na matriz com os respectivos níveis de gravidade e probabilidade. Cada CAR obtido por meio da matriz de GRO pode ser alocado a uma faixa de gradação do risco convencionada. Código de Avaliação do Risco (CAR) Escala de Probabilidade de Ocorrência Escala de severidade do risco MATRIZ DE GERENCIAMENTO DO RISCO.
O risco total de uma operação é função dos riscos, isoladamente considerados, de cada perigo presente nessa operação. Planilhas de Risco são tabelas que, por meio da atribuição de pesos à contribuição de cada perigo ou fator de risco, permitem calcular o risco total da operação. O TEXTO ACIMA É REFERENTE A PLANILHA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL? V F.
As estratégias do gerenciamento da segurança Reativa Pró-ativa Preditiva.
Os pilares da segurança. O resultado da implantação destes pilares é a criação de uma cultura organizacional que favorece práticas seguras, fomenta a comunicação sobre a segurança e gerencia ativamente a segurança com a mesma atenção dada aos resultados da gestão de outros setores. Compromisso Reporte Vigilância Investigação Compartilhamento Integração Implantação Melhora contínua.
A cultura de segurança é uma noção de costumes com potencial para percepções errôneas e mal-entendidos, pois é uma construção, uma abstração. A cultura de segurança não é um fim em si mesma, mas uma ferramenta para alcançar um pré-requisito essencial para a gestão da segurança operacional: o reporte efetivo de segurança. Um sistema de reporte efetivo de segurança tem cinco características principais: Informação Flexibilidade Disposição Aprendizagem Responsabilidade.
Um sistema de reporte efetivo de segurança tem cinco características principais: Informação Flexibilidade Disposição Aprendizagem Responsabilidade.
CORRELACIONE: condições latentes “defesas” “falhas ativas”.
SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL (SGSO) É um sistema que tem como meta a melhoria permanente do nível geral de segurança das organizações. V F.
O SGSO apresenta as seguintes características: Sistemático Pró-ativo Explícito.
Fundamentos para implementação do SGSO Descrição do sistema Análise do faltante O Sistema de gestão da segurança e o Sistema de gestão da qualidade.
Componentes e elementos do SGSO a) Política e objetivos de segurança b) Gerenciamento do risco à segurança c) Garantia da segurança d) Promoção da segurança.
Componentes e elementos do SGSO: Política e objetivos de segurança. Responsabilidade e compromisso do Comando Responsabilidade de segurança dos gerentes Designação do pessoal chave de segurança Coordenação do Plano de Resposta a Emergências Documentação.
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